O POVO E UM GOVERNO GENOCIDA
Vão para as baladas, para as festas funks, bares e restaurantes cheios, com muita curtição, praias lotadas; participam de campanhas e vitórias nas eleições; não usam máscaras; não seguem protocolos de higienização; e depois aparecem chorando com seus parentes contaminados nas portas dos hospitais quando não encontram uma vaga nos leitos. Como ter compaixão com essas pessoas que confundem liberdade com desrespeito ao seu próximo?
Infelizmente, temos um país, único no mundo, onde o povo segue um governo genocida que não acredita na ciência e trata a Covid-19, que já matou 175 mil brasileiros, como uma “gripezinha”. Temos um general ministro da Saúde (não é médico e nada entende do assunto) que diz que as aglomerações não impactam no número de infectados, quando cita como exemplo, as eleições municipais.
Mesmo com todas as evidencias dos números de casos que só aumentam nos hospitais, o general declara em público que os ajuntamentos durante as eleições não influenciaram no quadro de contaminação no país. Os índices demonstram o contrário. Do outro lado, somos obrigados a conviver com um monte de imbecis ignorantes que nunca vão entender o que é mesmo liberdade, porque seus neurônios são como “titicas de galinha”.
Por insanidade mental, e por causar dor e sofrimento a milhões de brasileiros, desde o início da pandemia em março, esse capitão-presidente já deveria ter sido afastado do governo e julgado por um tribunal internacional por crimes de lesa-humanidade. O mais triste e angustiante é que ele tem milhares de seguidores da morte, com os símbolos das caveiras do nazifascismo exibidos no peito.
Na próxima semana, a Inglaterra já começa a vacinar sua gente, enquanto aqui só Deus saberá, porque vivemos num país sem estrutura, sem planejamento e com um governo genocida que insiste que a vacinação não seja obrigatória, dando a entender, ou incentivando a população para que não vacine. Numa situação de pandemia em que estamos, mais uma vez seremos vítimas de uma insensata liberdade.
É senhores brasileiros, não sabemos qual será nossos destinos nesse cenário de mortes e derramamento de lágrimas! Nem sabemos quando, e se seremos mesmo vacinados! Fala-se em março, mas não existe certeza diante de um governo que faz pouco do vírus, e sempre se posicionou contrário ao isolamento, e até ao uso da máscara. Como se diz no popular, estamos mesmo ferrados, num barco à deriva em alto mar!











