Como se não bastassem as tragédias da natureza, em decorrência do aquecimento global, com terremotos, tornados, ciclones, secas e enchentes torrenciais, ceifando milhares de vidas, o mundo assisti estarrecido o exterminador de palestinos, o premier Benjamin Netanyahu, o “Bibi”, que desobedece ao veredicto da Corte Internacional de Justiça e continua a bombardear, impiedosamente, os palestinos de Rafah.

Seus apoiadores e coligados antigos desse holocausto de terror e atrocidades, como os Estados Unidos e países da Europa, só fazem condenar as ações de matanças indiscriminadas e ele continua a agir passando por cima da lei. O próprio “Bibi”, o genocida, aparece na televisão reconhecendo que foi um ato trágico, mas permanece firme praticando o extermínio dos palestinos, tornando a Faixa de Gaza num inferno. Ninguém tolera mais os blábláblás desses governantes coniventes.

Quem vai deter este exterminador de palestinos que quer dominar todo território e anexá-lo ao seu país? Quanto ao Hitler, na Segunda Guerra Mundial, que mandou matar, inclusive seis milhões de judeus, os aliados agiram na base da força e acabaram com seu instinto sanguinário e dominador. Com o escudo do holocausto, Israel está fazendo o mesmo com os palestinos que estão vivendo o terror das bombas, da fome e das mortes de crianças e dos idosos.

Os Estados Unidos são os primeiros a soltar notas diplomáticas hipócritas de pesar e sentimentos, mas continuam enviando armas para ajudar Israel com seus massacres hediondos. É até uma ironia, para não dizer um escárnio e ultraje, quando se vê os ianques construindo um porto para ajuda humanitária e, ao mesmo tempo, mandando bombas para o primeiro ministro.

A história já está registrando este genocídio, do qual toda humanidade é culpada pelo que está acontecendo de horror e sofrimento na palestina. Todos os judeus israelenses estão apoiando esta “guerra” insana onde só um lado tem tanques, armamentos pesados e bombas para encurralar os palestinos como se fossem animais ferozes num apertado sem saída, sem água e alimentos. Milhares estão morrendo de fome pelos criminosos.

A única coisa que se vê dos israelenses são manifestações dos familiares dos reféns do Hamas – também condenável pelos seus atos em outubro passado – exigindo a libertação dos prisioneiros, mas não um protesto condenando o que o seu primeiro ministro vem fazendo contra um povo indefeso que desde 1948 sofre também o terrorismo de Estado.

Os universitários dos Estados Unidos se levantaram nos campi de suas unidades de ensino em apoio aos palestinos e contra esse massacre desumano. No entanto, suas vozes foram abafadas pela ditadura norte-americana que tanto fala em democracia, enquanto se alia a governos tirânicos por interesses capitalistas de poder.

Infelizmente, em pleno século XXI, os países dominados ainda vivem no tronco e na chibata colonialista dos imperialistas do mundo que só visam a defesa, a qualquer custo, do capitalismo exploratório dos mais fracos. Eles nem estão aí para reverter o aquecimento global e só pensam em aumentar os PIBs de seus países e fabricar armas sofisticadas para lucrar mais e mais.

Até no Conselho da ONU são eles quem mandam. Essa organização internacional perdeu seu sentido de existência, tanto é que o próprio carniceiro “Bibi” nem está aí para suas decisões de parar com os bombardeios. A fala do secretário Geral Gutierre ecoa no deserto de fogo.

Pode parecer derrotismo e terror, falta de fé e esperança de tempos melhores, mas o próprio ser humano está se encarregando de destruir a humanidade e abreviar o apocalipse final. Não temos mais líderes para seguir, só falsos profetas, fanáticos religiosos e mentes diabólicas do mal.