Não são textos pandêmicos, mas, em sua maioria foram inspirados durante o período da pandemia da Covid-19 (2020/22) quando as pessoas estavam angustiadas, isoladas e até desesperadas na espera de uma graça para se livrar do vírus.

A obra “Na Espera da Graça – Entre Engaços e Bagaços”, textos poéticos do jornalista e escritor Jeremias Macário, foi lançada em março, na Casa Regis Pacheco (Praça Tancredo Neves) e no último dia 27 de abril na Livraria Nobel, da Avenida Otávio Santos.

Quem não teve condições de comparecer ao evento, o livro pode ainda ser ainda adquirido na própria livraria, bem como outros trabalhos do autor, como “Uma Conquista Cassada”, “Andanças” e “A Imprensa e o Coronelismo no Sudoeste”.

O título “Na Espera da Graça” foi exatamente inspirado numa letra musicada pelo companheiro músico, cantor, poeta e compositor Walter Lajes, em sua viola mágica no ritmo do boi em diversos festivais.

Outros versos da obra também foram musicados por artistas locais e do Nordeste, como Edilsom Barros, de Fortaleza (A Dor da Finitude) e Antônio Dean, de Campina Grande (Lembro Ainda Menino e Minha Filha Cintia). Outras letras foram musicadas por Papalo Monteiro e Dorinho Chaves.

Além disso, diversos poemas foram gravados em vídeos com minha esposa Vandilza Gonçalves e meu amigo José Carlos D´Almeida, que resultaram em dois curtas metragens, um dos quais premiado pelo edital da Lei Aldir Blanc, lançado pela Prefeitura Municipal através da Secretaria de Cultura, Turismo, Esportes e Lazer-Sectel.

Para finalizar, o livro contém o capítulo “Entre Engaços e Bagaços”, um épico sobre o nosso resistente Nordeste. Trata-se de uma viagem que o autor faz a partir do Maranhão, descendo pelo Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Sergipe e a Bahia onde são louvados Câmara Cascudo, José de Alencar, José Lins do Rego, Gilberto Freyre, Ariano Suassuna, Graciliano Ramos, Tobias Barreto, Rui Barbosa, Gregório de Matos, Jorge Amado e tantos outros.