AS CONFERÊNCIAS CLIMÁTICAS E A REAÇÃO CONTÍNUA DA NATUREZA
Abordei aqui por várias vezes o blábláblá dos discursos e manifestações das conferências sobre o clima onde os países mais ricos prometem conter o avanço do aquecimento global, mas retornam para suas casas e fazem o contrário do que foi assinado nos planos dos papéis sem valor.
Eles só querem saber de mandar foguetes para o espaço, incentivar o crescimento do deus PIB, o tal Produto Interno Bruto, e pedir a todos que consumam mais, principalmente nessa época do ano com suas festas luxuosas regadas a muitas comidas, bebidas e orgias.
Há séculos que o meio ambiente vem sendo duramente castigado ao ponto de as previsões meteorológicas terminarem em verdadeiros chutes e imprevisíveis porque as mudanças são cada vez mais bruscas. O que tem sido feito em termos de preservação é ínfimo se formos considerar o tamanho do rombo provocado no buraco.
A natureza continua reagindo fortemente, como nos exemplos mais recentes dos deslizamentos de terras, quedas de pontes, de barreiras nas estradas e alagamentos no Brasil nos últimos dias. Só não vê quem é cego ou simplesmente prefere não enxergar, mas a nossa mãe terra está sendo aos poucos destruída.
Como numa maldição ou lei natural das coisas, os pobres (as nações) estão sendo os mais prejudicados e serão os primeiros eliminados. As medidas praticamente isoladas de economia sustentável, reciclagem dos produtos e as campanhas de não jogar lixo no chão não vão deter essa regressão. A conta nunca bate.
No caso específico do Nordeste brasileiro, por exemplo, já foi constado por cientistas que será a região que mais irá sofrer com o aquecimento global, e isso já vem ocorrendo há anos. O planeta está se acabando com as tempestades, as catástrofes e as tragédias e muitos territórios vão desaparecer.











