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:: 8/nov/2022 . 22:57

A HOMENAGEM A CARLOS JHEOVAH PELA CASA DA CULTURA FOI UM SUCESSO

Com cantorias de violeiros e declamação de poemas, a Casa da Cultura, nas pessoas da presidente Poliana Policarpo e do diretor Artístico Dorinho Chaves, realizou, nesta última segunda-feira (dia 07/11), uma homenagem ao grande poeta e incentivador cultural conquistense Carlos Jheovah, no Bar Imperial, no Bairro Jurema, do nosso amigo Jhesus.

Como sempre, a atividade foi um sucesso cultural com muita gente que lá compareceu para prestigiar o evento, como os artistas Marta Moreno, Mano Di Souza, Papalo Monteiro, Jânio Arapiranga, Baducha e tantos outros amigos do Carlos Jheovah que deixou um grande legado cultural para Vitória da Conquista.

Dorinho, sempre contando suas histórias e causos, fez as declamações rolarem entre as cantorias, como de Jhesus que, com sua maestria e entonação, nos presenteou com “Viola Quebrada”, de Camilo de Jesus Lima. Jeremias Macário, de sua autoria, e sua esposa Vandilza, apresentaram “Se o Tempo Pudesse Parar” e “Vielas Noturnas”.

Foi uma bela noite de confraternização que jorrou cultura e lembranças dos grandes artistas, cantores, compositores, músico e escritores da nossa Bahia e do Brasil. Isso é o Nordeste do qual nos orgulhamos de ser de gente forte, de grandes talentos, potencial de conhecimento e pessoas alegres que chegam juntos quando são chamados para fazer cultura.

Poliana Policarpo, com sua simpatia costumeira a todos recebeu com delicadeza e agradeceu a participação de todos, elogiando o trabalho de Carlos Jheovah e explicando quem ele foi em vida, deixando eternas memórias da sua arte.

Dorinho, ali no compasso musical, foi uma espécie de mestre de cerimônia e ia anunciando os companheiros artistas, cancioneiros e poetas. Tudo foi cultura e troca de ideias no espaço do bar do nosso amigo Jhesus. Foi também um encontro para rever muita gente  e colocar o papo em dia, como se fala no popular.

 

 

O MUSEU KARD SÓ CRESCE

Pela quarta vez estive no Museu de Kard no último domingo e fiquei impressionado com seu crescimento durante um ano, com novas obras dedicadas aos povos indígenas, bules, os lápis e tantas outras na parte ao lado do tão monumental labirinto que faz referência às crianças perdidas pelo Brasil a fora, sem contar o acervo de quadros (pinturas autorais) e esculturas dentro da famosa pirâmide.

Digo sempre que são as mentes e as mãos espirituais do nosso amigo multiartista Alan Kardec que não cessam de produzir, para deixar para a posteridade o trabalho monumental que já é conhecido não somente em Vitória da Conquista, mas em boa parte do Brasil e logo ganhará o mundo.

Na ocasião da minha visita fiz um comentário em vídeo dizendo que o museu já é o maior em céu aberto do Norte e Nordeste e o segundo no Brasil, só superado pelo do Brumadinho, se não estou enganado. Não há quem não se sinta encantado ao adentrar nesse templo que já é sagrado.

Além do Cristo do artista Mário Cravo que está sendo urbanizado pela Prefeitura Municipal, o local, além de ser uma atração turística, já é também o cartão postal de Conquista. Disse da necessidade de fortalecer a nossa cultura através de um plano municipal porque a nossa cidade possui um grande potencial a ser explorado, além do seu desenvolvimento econômico.

A cultura, a chamada economia criativa, dita por consultores e economistas, tem que caminhar de braços dados com o crescimento econômico, e não se cria um turismo sem um pujante setor cultural planejado onde aconteçam eventos multlinguagens durante todo o ano, não somente os festejos do São João e do Natal.

O Museu de Kard é como se fosse um faixo de luz para nos iluminar de que o nosso potencial para atrair visitantes de todas as partes do país e do exterior está aqui, e não o inventando Portal da Chapada Diamantina que já tem o seu próprio atrativo natural e montado pela sociedade civil e os poderes públicos de suas cidades.

O criador dessa obra tão importante em Conquista é um visionário que certamente no início não foi compreendido e devem até terem chamado ele de maluco quando instalou aquelas estátuas na cerca em torno do terreno onde hoje está o museu na saída de Anagé, ou na boca do sertão do sudoeste, no sapé da Serra do Periperi.





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