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:: ‘De Olho nas Lentes’

O SUCATÃO DA POLUIÇÃO

O nome é “Sucata da Esperança”, localizado no Sobradinho, próximo do Miro Cairo, mas não tem nada de esperança, só desgosto, estresse e tristeza. A empresa bem que poderia ser denominada de “Sucatão da Poluição” sonora das máquinas e criadora de fuligens que incomodam diariamente os moradores daquela comunidade. O movimento das máquinas é infernal e tira o sossego das pessoas, mas o pior de tudo é a fuligem que solta no ar e deixa as casas infestadas de sujeiras, sem contar as doenças respiratórias que a poluição provoca. A comunidade que fica em seu entorno já se reuniu e fez uma abaixo-assinado à prefeitura municipal solicitando a sua relocalização para outro ponto mais adequado, mas até agora não deu em nada. São montes e montes de sucatas e ferros velhos que servem de moradia para todo tipo de insetos, ratos e outros animais peçonhentos. O local também é uma fonte de criação de mosquitos da dengue. É um absurdo que até o momento o poder executivo, a Câmara de Vereadores, o Ministério Público e órgãos sanitários da cidade não tenham tomado nenhuma providência para retirar de uma vez aquele sucatão que tanto vem prejudicando e perturbando os moradores há muitos anos, mesmo com um pedido de socorro por escrito. Os moradores daquele bairro não aguentam mais e precisam ser ouvidos em suas justas reivindicações. As pessoas não suportam mais tanta sujeira. Resido em Vitória da Conquista há mais de 30 anos e confesso que não sabia que existia um sucatão daquela dimensão naquele local tão impróprio para o ser humano conviver diariamente em meio a tanta poluição. Aquilo ali é um atentado à saúde pública e já passou da hora de ser totalmente interditado.

 

O SARAU DOS QUINZE ANOS

Logo mais, entre junho/julho, o nosso “Sarau A Estrada” estará celebrando 15 anos de existência, o mais longevo de Vitória da Conquista que resistiu a diversas dificuldades, inclusive durante a pandemia de 2020 a 2022 quando realizamos encontros virtuais e a produção de vídeos que renderam duas edições documentais memoráveis. Antes disso, porém, temos um evento marcado com os amigos frequentadores e demais visitantes neste sábado (dia 12/04/25), no Espaço Cultural A Estrada, cumprindo a nossa programação bimensal, com o tema (carro-chefe do sarau) sobre “A Coluna Prestes e Seus Desdobramentos”, que abrirá nossos trabalhos depois dos informes e homenagens. O palestrante será nosso companheiro historiador, Eduardo Moraes, membro da comissão, e a cantoria ficará por conta do músico, poeta e compositor Manno Di Souza (voz e violão). Tudo indica que vamos ter mais apresentações com a presença de outros músicos. Além dos cancioneiros e violeiros, haverá declamação de poemas autorais e a contação de causos e estórias. Toda organização está sendo feita pela comissão composta por Cleu Flor, Dal Farias, Alex Baducha e Eduardo Moraes, a qual promete novidades nos comes e bebes. Tudo começou há 15 anos num bate-papo festivo e descontraído numa noite de inverno entre Jeremias Macário, Manno Di Souza e José Carlos D´Almeida, os primeiros fundadores, com o nome de “Vinho Vinil”. O propósito era só tomar vinho e ouvir vinis, mas o grupo foi crescendo e tomou outras proporções. De lá para cá realizamos vários projetos, como um CD autoral, vídeos e até uma apresentação pública no Teatro Carlos Jheovah. Pelo seu reconhecimento cultural, o Sarau A Estrada foi premiado no ano passado com o troféu Glauber Rocha, indicação do Conselho Municipal de Cultura e entrega solene pela Câmara Municipal de Vereadores.

SUAS ESCULTURAS SÃO IMPACTANTES

Um misto de religiosidade e de protesto em defesa da natureza, num barroco que lembra as obras do “Aleijadinho”, Antônio Francisco Lisboa, que nasceu em Vila Rica, atual Ouro Preto (Minas Gerais), no século XVIII. Na verdade, o artista mineiro lhe serviu de inspiração e lhe deu régua e compasso em suas andanças pelas cidades históricas daquele estado onde “Aleijadinho” deixou suas marcas eternas, como legado para a posteridade.

Estou falando de Jota Vieira, um escultor baiano de Carinhanha, que está expondo seus trabalhos na Casa Memorial Regis Pacheco, com mais de 30 peças. Suas esculturas são impactantes (ele tem um olhar também para as questões sociais) que deixam o visitante deslumbrado ao ver sua sensibilidade expressa em seus traços nas fortes imagens da Santa Ceia, de Nossa Senhora da Conceição, do Sagrado Coração de Jesus, dentre outras esculturas de cunho religioso.

Como o uso da madeira (cedro e umburana, principalmente) e da argila, Jota Vieira apresenta personagens da nossa cultura, como do pescador, além de figuras afros, no caso do negro escravo acorrentado e sendo castigado pelo patrão. Com troncos de madeira reaproveitáveis, Jota Vieira chama a atenção quando utiliza as duas faces de suas peças com esculturas distintas. Numa delas, o artista faz seu protesto contra a ação agressiva do homem ao meio ambiente. Sua arte é religiosa e de denúncia quando mostra numa de suas esculturas a imagem de um Tuiuiú, ave símbolo do Pantanal, sapecado pelo fogo.

De família pobre, Viera começou a fazer suas esculturas desde menino com seus carrinhos de brinquedo. Ainda jovem foi gari e pedreiro, mas tinha um dom divino adormecido em sua alma, tanto que só veio mesmo a se profissionalizar a partir de 2006.  Sua exposição já percorreu várias cidades, inclusive Salvador, e é digna de uma apresentação internacional.

Como todo artista neste país, que luta sozinho para compartilhar seu talento com os outros e sobreviver, Jota Vieira precisa de apoio dos poderes públicos e dos empresários para divulgar suas obras pelo Brasil e pelo mundo a fora. Uma das iniciativas seria a impressão de um catálogo sobre suas esculturas, sua trajetória de vida e sua técnica diferenciada de esculpir, com tanta precisão e realismo. Não deixem de visitar e apreciar a exposição de Jota Vieira.  

O CAFÉ NOSSO DE CADA DIA?

Os cafeicultores estão rindo de orelha a orelha por causa dos altos preços no mercado internacional, mas, mesmo assim, ainda dizem e choram de barriga cheia de que esses aumentos representam apenas uma reparação das perdas de anos passados. Os produtores preferem vender para o exterior pois vão auferir mais lucros. Como a cotação é em dólar, o nosso café também acompanha esta elevação. Diante do exposto, para os consumidores que apreciam a bebida, o café não é mais nosso de cada dia porque pesa no bolso, principalmente no das pessoas de menor poder aquisitivo. O café agora está sendo deles de cada dia. O Planalto da Conquista, incluindo Barra do Choça, a região da Limeira, Inhobim, Encruzilhada, Vila do Café, é o maior produtor de café arábica da Bahia, e quem mais ganha com isso, em termos de arrecadação, é Vitória da Conquista onde mora a maior parte dos cafeicultores. A produção da região daria para abastecer todo consumo local. Assim, o preço final ao consumidor não seria tão alto assim. No entanto, não é dessa forma que a banda toca quando se vive num sistema capitalista selvagem. Mesmo com os altos ganhos, a Coopmac – Cooperativa Mista Agropecuária de Conquista (grande parte de seus sócios são cafeicultores) está com a cuia na mão pedindo dinheiro aos governos municipal, estadual e federal (o dinheiro é nosso) para realizar uma exposição, exigindo que os portões sejam abertos, como se eles fossem os bonzinhos nessa história. A mídia acompanha essa cantilena de que vai ser tudo de graça para os visitantes, o que é uma grande mentira, ou omissão da verdade. Não existe almoço de graça, mas a grande maioria do nosso povo é manipulado e acredita nisso por ignorância.

UM AMBIENTE DE CULTURA E TERAPIA

Ir ao Museu de Kard é como tomar um banho de cultura, conhecimento e saber, além de uma terapia espiritual que lhe faz deixar todos problemas lá fora. Aqueles das correrias diárias. Quando você entra naquele portal e bate o olho na pirâmide, imediatamente vem à cabeça as pirâmides do Egito, a Quepes, Quéfren e a Miquerinos. Em seu entorno, as esculturas nos transportam para uma viagem ao imaginário. Cada um faz sua interpretação porque a arte em si e o artista têm esse poder mágico de provocar, de levar a pessoa à reflexão.

Pelo caminho do xadrez nordestino, do tribunal, do fantástico labirinto, no bule, na sala antiga da televisão, o prédio da exposição das artes plásticas dos expoentes Romeu Ferreira, Valéria Vidigal, Emanuel Kardec, dentre outras obras, o visitante vai sentindo o vento tocar suave em sua alma e criando uma interação entre a arte e a natureza, com as flores (São João), a quaresmeira e as árvores típicas do nosso sertão, no sapé da Serra do Periperi.

O museu, o maior a céu aberto do Norte e Nordeste já conhecido em toda Bahia e no Brasil, é só poesia de forte inspiração, não somente para os poetas. Ah, e passa também aquele ambiente de meditação para o além, não importando qual seja sua religião. Aliás, nem é preciso ter religião. Não importa sua crença ou até mesmo se é ateu. Ali você se encontra com um ser superior. Ainda existem locais reservados para um bom bate-papo relaxante familiar e entre amigos. Cada um expressa sua visão sobre o que viu.

Todas as vezes que vou ao espaço idealizado e criado pelo artista visionário Alan Kardc, me sinto assim, mais humano e relaxante. Dá vontade de morar ali por toda eternidade, ou por toda vida, como queira. Não importa qual seja sua filosofia. Não posso deixar de acrescentar que o museu só cresce.

Agora mesmo, seu criador está construindo o Tambor onde vai abrigar diversas linguagens artísticas e já sugeri para ele que não deixe de incluir a nossa literatura nesse ambiente cultural. Ali também pode servir como espaço para leitura, estudos e pesquisas. Outra ideia, em minhas conversas que já tive com o amigo Alan, é que dentro do museu se construa um museu da imprensa, uma forma grandiosa de resgate da história dos jornais impressos, com destaque para o primeiro “A Conquista”, em 11 de maio de 1910.

Quando vou ao Museu de Kard sempre levo minha máquina fotográfica para flagrar com suas lentes as belezas artísticas e naturais. Até parece que ela também gosta do local porque capricha nas imagens e capta a luz em tempo certo, num ambiente de cultura, paz e terapia.

A QUARESMEIRA E O ARCO-ÍRIS

Tarde de sereno e uma réstia de luz do sol beija a quaresmeira formando o poético arco-íris da natureza em plena cidade que começa a finalizar seus trabalhos em mais o corre-corre de um dia agitado. Cada um ainda tenta resolver seus últimos problemas, tudo pela sobrevivência. As lentes da minha máquina conseguem flagrar esse momento mágico e minha alma se eleva nesse cósmico misterioso como fino grão de areia que vaga à procura do sentido da vida. Depois retorno aos meus pensamentos, sem saber o que me aguarda no futuro próximo. O reflexo do arco-íris na quaresmeira é beleza que encanta e nos faz refletir sobre o que somos nesse universo e me convida a fazer o verso do silêncio. O tempo passa e lá se foi o arco-íris, sem dar um adeus, e não se sabe quando virá outro onde o sol penetra no sereno solene da tarde.

CONQUISTA E A EDUCAÇÃO

Estava aqui imaginando quando cheguei em Vitória da Conquista, no início de 1991, vindo de Salvador para chefiar a Sucursal do jornal A Tarde, cuja sede funcionava próximo do Cemitério da Saudade. O Hotel Aliança, na Barão do Rio Branco, era minha moradia e todos os dias cortava o centro passando pela rua Laudicéia Gusmão. Lanchava na padaria São José e sempre apreciei a floricultura ao lado, na pracinha, até hoje em funcionamento. Com certeza, é uma das mais antigas de Conquista. Já era uma cidade em ebulição depois de consolidada a implantação do polo cafeeiro na década de 1970, mas ainda carente em termos de educação de nível superior. Existia apenas a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-Uesb, recém-criada na forma da lei pelo governo estadual. O reitor era Pedro Gusmão e o prefeito nosso saudoso tricolor das Laranjeiras, Murilo Mármore, com quem tive a honra de fazer várias matérias, muitas das quais com críticas jornalísticas à sua administração. Ele era um democrático e compreendia a minha função. Naquela época, os empresários e a sociedade começavam a se mobilizar para trazer novas instituições de ensino para a cidade. Muitos jovens, após findo o período escolar médio, tinham que ir para Salvador ou outras capitais do país para se graduarem numa especialidade. O comércio se expandia, mas só tínhamos três supermercados de destaque, o Jequié, o Superlar e Economia do Lar. Final dos anos 90 para início dos anos 2000, Conquista começou a experimentar um boom em seu desenvolvimento, graças à chegada das faculdades particulares e tempos depois de núcleos da Universidade Federal da Bahia. Era uma outra etapa na vida da capital do sudoeste ou sudeste. Como chefe da Sucursal, nossa equipe de repórteres focava suas críticas contra a depredação da Serra do Periperi, que começou desde os anos 40 e 50 com a abertura da BR-116. Foi um grande embate para combater os exploradores de areias, pedras, terras e até os caçadores de aves. Nosso trabalho era duro e sério ao ponto de sermos ameaçados. André Cairo, do Movimento Contra a Morte Prematura era uma das nossas principais fontes de informações na luta em defesa do meio ambiente e pela preservação da Serra.

VEM AÍ O NOSSO REGISTRO

Flagrante do nosso último sarau, realizado no dia 08/02/2025, onde as portas estão abertas a qualquer interessado. Fotos de D´Almeida

Estamos quase chegando lá. Vem aí o registro oficial do nosso Sarau A Estrada, justamente nos seus 15 anos de existência a serem comemorados agora em julho quando, em 2010, um grupo de amigos (Jeremias Macário, Mano Di Souza e José Carlos d´Almeida) decidiu criar o “Vinho Vinil” que logo depois transformou-se no formato de sarau. A comissão organizadora, formada por Cleo Flor, Dal Farias, Alex Baducha e Eduardo Morais está cuidando do processo. Segundo informações de Morais, mais de 90% do projeto já está concluído. A partir dessa etapa, teremos diretoria e conselho fiscal, além de um regimento interno que irá conduzir melhor nossos trabalhos culturais. O registro está sendo viabilizado graças à colaboração voluntária mensal dos participantes do sarau através da criação de um fundo financeiro. É bom deixar claro que a contribuição não é obrigatória e qualquer interessado pode participar dos nossos eventos bimensais, sem nenhum impedimento. Com o registro, o Sarau A Estrada passará a ser uma entidade cultural de utilidade pública sem fins lucrativos, com seu corpo de associados. Essa formalização poderá ser concedida em ato de lei pela Câmara de Vereadores, o que possibilitará o Sarau celebrar parcerias com outros órgãos e empresas na arrecadação de recursos visando a realização de atividades artísticas em Vitória da Conquista. A comissão também está idealizando os meios necessários para uma comemoração dos seus 15 anos. Outra ideia é realizar um documentário sobre a história do sarau mais longevo de Conquista.

JOÃO-DE-BARRO E A CIDADE

Pela sua beleza, arte, encanto e poesia, as casas ou ninhos feitos pela magnífica ave João-de-Barro são admirados por todos, mais ainda quando esses pássaros resolvem conviver em harmonia com o barulho das cidades. É como se a natureza estivesse se comunicando com o ser humano de que é possível valorizar a vida, mesmo diante de suas adversidades. Nossas lentes flagraram na Avenida Olívia Flores, nas proximidades do antigo Clube da ABB, quatro desses ninhos, sendo dois num poste de eletricidade e dois numa árvore ao lado. É uma prova de que os casais pretendem aumentar sua prole, não importando a agitação urbana e o vaivém das pessoas, pois a grande maioria nem percebe suas existências. Uma prova disso foi quando estava clicando. Isso chamou a atenção dos passantes, inclusive de duas mulheres quando uma chamou a atenção da outra: Olha ali no galho da árvore, duas casas de João-de-Barro! Não há dúvida de que ele é um artesão de primeira linha, que nenhum artista, por melhor que seja, faz melhor e com tanta perfeição e sabedoria. Ele faz a casa numa posição correta e protegida contra as correntes dos ventos e das chuvas. Sua arte nos leva a perguntar quanto tempo para concluir sua engenhosa construção e onde encontra a matéria-prima, no caso o barro, se estamos numa cidade e não no campo? Só mesmo o João-de-Barro sabe responder. Ficamos apenas nas conjecturas. Não é por menos que a natureza tem seus enigmas e mistérios que nem a vã filosofia e a ciência conseguem desvendar.

LAGOA AINDA SOFRE COM ESGOTOS

Estive visitando o Parque da Lagoa das Bateias e gostei de muitas coisas, mas de outras fiquei constrangido, como, por exemplo, do esgoto que ainda é jogado nesse belo local aprazível de Vitória da Conquista, que pode se tornar num ponto mais atrativo da cidade, espécie de cartão postal, para a prática de lazer, esporte e entretenimento das famílias em finais de semana.

Infelizmente, nossas lentes fotográficas flagraram diversos locais onde o esgoto estourou nas margens ainda sujas da lagoa, causando aquele mau cheiro insuportável, ao ponto de as pessoas procurarem passar por fora. Quando chove a situação fica ainda mais grave. Além do esgoto, que não pode continuar caindo na Lagoa das Bateias, muitas áreas ainda precisam ser limpas, sobretudo nas proximidades da Avenida Brumado com o Bairro Santa Cruz.

São louváveis as instalações de quadras de vôlei de areia, futebol de salão, soçaite com grama sintética, os parques para crianças, as pistas de coper e os equipamentos para exercícios físicos, mas muitos serviços ainda faltam ser concluídos. Esperamos que a Lagoa seja uma referência para Conquista. Mesmo com as lixeiras, muita gente ainda joga latas e outros objetos plásticos no chão, o que comprova a grande falta de educação do nosso povo, quando deveria zelar pelo lugar e respeitar o meio ambiente.

É claro que já temos outro visual bem diferente daquele de há dois anos, quando a Lagoa das Bateias estava completamente abandonada e mais parecia um poço de sujeiras, acúmulo de lixos por todos os lados e muita lama. O poder público demorou demais para começar a fazer os devidos beneficiamentos de limpeza.

Muita coisa ainda pode ser feita em termos de urbanização, inclusive numa parceria com o setor privado, como um restaurante-bar e alguns quiosques de lanches. Sem dúvida, o parque pode ser transformado num ponto turístico onde o conquistense pode levar o visitante de fora sem aquele receio de passar vergonha como acontecia até pouco tempo.

Para quem não sabe, a Lagoa das Bateias foi uma obra estruturada no final do governo de José Raimundo, do PT, e ficou em completo estado de abandono durante mais de seis anos. Ninguém se atrevia passar por ali em final de semana, a não ser os próprios moradores que sempre clamaram por melhorias.





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