O MUSEU KARD SÓ CRESCE
Pela quarta vez estive no Museu de Kard no último domingo e fiquei impressionado com seu crescimento durante um ano, com novas obras dedicadas aos povos indígenas, bules, os lápis e tantas outras na parte ao lado do tão monumental labirinto que faz referência às crianças perdidas pelo Brasil a fora, sem contar o acervo de quadros (pinturas autorais) e esculturas dentro da famosa pirâmide.
Digo sempre que são as mentes e as mãos espirituais do nosso amigo multiartista Alan Kardec que não cessam de produzir, para deixar para a posteridade o trabalho monumental que já é conhecido não somente em Vitória da Conquista, mas em boa parte do Brasil e logo ganhará o mundo.
Na ocasião da minha visita fiz um comentário em vídeo dizendo que o museu já é o maior em céu aberto do Norte e Nordeste e o segundo no Brasil, só superado pelo do Brumadinho, se não estou enganado. Não há quem não se sinta encantado ao adentrar nesse templo que já é sagrado.
Além do Cristo do artista Mário Cravo que está sendo urbanizado pela Prefeitura Municipal, o local, além de ser uma atração turística, já é também o cartão postal de Conquista. Disse da necessidade de fortalecer a nossa cultura através de um plano municipal porque a nossa cidade possui um grande potencial a ser explorado, além do seu desenvolvimento econômico.
A cultura, a chamada economia criativa, dita por consultores e economistas, tem que caminhar de braços dados com o crescimento econômico, e não se cria um turismo sem um pujante setor cultural planejado onde aconteçam eventos multlinguagens durante todo o ano, não somente os festejos do São João e do Natal.
O Museu de Kard é como se fosse um faixo de luz para nos iluminar de que o nosso potencial para atrair visitantes de todas as partes do país e do exterior está aqui, e não o inventando Portal da Chapada Diamantina que já tem o seu próprio atrativo natural e montado pela sociedade civil e os poderes públicos de suas cidades.
O criador dessa obra tão importante em Conquista é um visionário que certamente no início não foi compreendido e devem até terem chamado ele de maluco quando instalou aquelas estátuas na cerca em torno do terreno onde hoje está o museu na saída de Anagé, ou na boca do sertão do sudoeste, no sapé da Serra do Periperi.

















