O BUEIRO TRAVESSIA
É mais antigo que o “Bigode de Pedral”, ou o maior quebra-molas do mundo, localizado na Avenida Régis Pacheco. Foi construído na década de 50 – cerca de 70 anos de existência – originalmente para o escoamento das águas que descem da Serra do Periperi, mas se tornou num famoso ponto de travessia sob a BR-116, ligando os bairros de Nossa Senhora Aparecida ao Guarani. É hoje uma passagem improvisada para carros, bicicletas, pedestres, carroças e motos em uma área de grande movimentação que chega a congestionar o trânsito. Com o crescimento de Vitória da Conquista, transformou-se num atalho viário que gera insegurança. Não existe organização no trecho com regras de direção em vias próximas, como nas ruas Nilton Gonçalves, Paulinho Santos e Democrata. Motoristas reclamam problemas de infraestrutura, como buracos e dificuldade de visibilidade, gerando pontos de retenção. No local existe um senhor (não se sabe se é da Prefeitura Municipal) com um apito que tenta controlar o tráfego e pede um real aos usuários, numa forma de pedágio. Esse bueiro de Conquista me fez lembrar de um igual em Senhor do Bonfim, próximo à antiga Estação Ferroviária, que faz conexão com o centro e outros bairros da periferia da zona norte. Devido a ocorrência de acidentes, lá o poder executivo instalou duas sinaleiras em cada direção, resolvendo o problema do trânsito e oferecendo maior segurança para quem utiliza a passagem. Passou da hora da prefeitura, através da Secretaria de Mobilidade Urbana, tomar providências e fazer o mesmo aqui nesse bueiro da travessia da BR-116, ou Rio-Bahia.















