Nem ainda foi dada a partida para a campanha eleitoral nas mídias e começaram a aparecer postagens da IA (Inteligência Artificial) nas redes sociais, caso da convenção do Flávio Bolsonaro onde aparece o pai falando. Tudo indica que esta vai ser a eleição da IA, como foi a do Facebook e do Twitter no passado.
Os chamados “influenciadores” e os operadores de redes vão nos encher de IA, e aí vai ficar difícil distinguir o que é verdadeiro do falso. O Tribunal Superior Eleitoral com seus núcleos regionais sempre diz que vai monitorar e punir os falsários, mas sabemos que isso é conversa para boi dormir.
O mundo da internet é vasto, numa terra ainda praticamente de ninguém. No máximo fazem alguma filtragem e pega alguns bodes expiatórios para mostrar, como exemplo, que seus técnicos estão atentos. É a mesma coisa do tráfico de drogas. Quando os policiais prendem uma tonelada, mais dez mil já passaram.
Nesse sistema eleitoral arcaico e coronelista, conta quem tem mais bala na agulha, ou seja, dinheiro e máquina governamental para atrair o eleitor, a grande maioria inculta e que ainda vota por favores, sem contar a ideologia da fé religiosa de Deus, Pátria, Família e Tradição. Os nossos jovens de 16 anos estão nesse cardápio.
Depois do advento da internet, principalmente, a eleição brasileira está muito ligada com os golpistas das bandidagens que sempre estão inventando um meio de enganar e ludibriar as pessoas. Essa gente nos passa a impressão que trabalha 24 horas por dia, fazendo a troca de plantões.
A grande maioria dos candidatos pode ser comparada com os golpistas. A partir de agosto até outubro suas redes socais vão estar inundadas de fake news, de informações falsas, e os eleitores começam a brigar entre si, cada um defendendo a sua mentira.
Na verdade, as fraudes não estão propriamente nas urnas, mas no que os candidatos falam uns dos outros, sem programas sérios de trabalho, mas com aqueles pacotes de promessas falsas e embalagens atrativas. O ódio e a intolerância vão aumentar, bem como os mesmos que estão aí no Congresso Nacional. A tendência é engrossar as fileiras dos fundamentalistas e dos extremistas.
São oito países na lista da direita na América do Sul e o Brasil pode ser o nono com o dedo do Trump que saiu das profundezas dos infernos para atanazar o planeta, cujos mandatários vão aceitando suas intervenções, como aconteceu com Hitler a partir de 1933. Agora ele está matando o povo cubano de fome e deixando a ilha às escuras.
Agora com a IA não mão, como ferramenta de sedução, num campo vazado sem o esclarecimento e a consciência política, esta vai ser a eleição dos golpistas. Não vejo nenhum “cientista político” falar neste tipo de fraude. O vilão é sempre a urna que recebe os votos a favor dos golpistas,