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:: 3/mar/2026 . 23:29

“A MAIOR VÍTIMA É A VERDADE”

Você não sabe se chora ou rir com essa desumana humanidade burra! Entre um noticiário e outro sobre a guerra do Cachorro Louco dos Estados Unidos, que mandou atacar o Irã, aparece um cara idiota da merda do programa inútil do BBB dizendo que “a voz do povo é a voz de Deus”. Ainda tem gente que diz que estamos evoluídos “pra cachorro”! Só se for!

No momento estava pensando que algum famoso estrategista, ou sei lá quem, afirmou certa vez que numa guerra, “a maior vítima é a verdade”. Nessa expressão sim, podemos acreditar, mas não na outra onde numa casa fechada de luxo, um fica se estapeando e eliminando o outro na base de um “paredão de fuzilamento”, para ganhar uma bolada de mais de um milhão de reais.

De um lado temos catástrofes e tragédias no mundo e no Brasil, com milhares ou milhões de vítimas, em decorrência do aquecimento global, chamado de mudanças climáticas, consequência da depredação do meio ambiente. Vitória da Conquista está nesta rota de destruição, e a tendência é piorar se não forem logo construídas obras de macro e micro drenagem para a cidade.

Do outro vemos drones, foguetes, bombas e aviões cruzarem os céus do Oriente Médio, teleguiados pela Inteligência Artificial (IA), numa guerra monstruosa provocada pelo Cachorro Louco dos ianques, que só fala mentiras e barbaridades. Ao seu lado está o genocida de Israel, o judeu Benjamin Netanyahu, o “Bibi”, que praticamente exterminou os palestinos.

Agora estou em dúvida se é o aquecimento global, ou é a IA, que vai deletar os humanos da face do planeta. Não podemos deixar de lado o uso das bombas nucleares que somente poucos países possuem. O mais insensato é que os detentores dessas armas pretendem aumentar seus arsenais.

Para que, carapálidas, se todos vão mesmo morrer sufocados com os gases atômicos? Certamente, esses chefes imbecis, com suas famílias, já devem ter alguns planos de sobrevivência, como esconderem em seus bunkers poderosos ou voarem para a lua ou marte.

Como o Irã não é a Venezuela onde o Cachorro Louco foi lá e sequestrou o presidente, deixando uma agente sob seu comando, ninguém duvide se ele não der a louca e mandar jogar uma bomba atômica no país persa, historicamente formado de guerreiros. Seria uma repetição de Hiroshima e Nagasaki?

Praticamente não existe mais guerra de trincheiras, a não ser nos países subdesenvolvidos ou de terceiro mundo. As potentes metralhadoras e tanques estão se transformando em ferros velhos, ainda usados pelos mais pobres, como já foram nas civilizações passadas, a pedra, o pau, o arco, a flecha e a espada, sem falar na utilização do cavalo.

O negócio agora é apertar um botão automático e lá vão as ogivas, percorrendo milhares de quilômetros, numa velocidade além do som, fazendo aquela curva até explodir no alvo, embora algumas caiam fora do ponto demarcado, até em escolas.  Como disse meu amigo conterrâneo piritibano cancioneiro, músico e poeta Wilson Aragão, se a guerra fosse de facão, morreria menos gente.

Nessas guerras de fogo e luzes mortíferos atravessando os céus, não existe mais repórteres, como antigamente, em linhas de frente das batalhas, com coletes, capacetes e roupas protetores. Agora os jornalistas têm que ser especialistas no assunto e narrar as mentiras a distância, em países diferentes.





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