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:: 28/jun/2016 . 22:35

PELAS SOMBRAS DO PASSADO

Os conservadores de extrema-direita, como Hitler, Mussolini e outros governos tiranos do passado, inclusive na América Latina, sempre se abasteceram das crises e decadências de suas nações para se apoderarem do poder. Hitler se apropriou nos anos 30 do século XX de uma Alemanha destroçada para disseminar suas ideias nacionalistas de soerguimento da pátria.

No mundo de hoje estamos vendo estas sombras do passado nos rondar com pregações de xenofobia, ódio e intolerância contra minorias, refugiados da fome, das guerras e perseguições políticas. O que vemos atualmente é o Ocidente se fechando em suas muralhas para outros povos que lá na frente foram objetos de suas explorações e matanças.

As elites burguesas do mundo capitalista nunca aceitaram repartir suas riquezas e aí, aliados a outros descontentes do caos social, passaram a acreditar juntos nestes malucos como única opção. A maior decepção advém justamente do fracasso de políticos ideologicamente “socialistas” que prometeram melhoria de vida.

A saída da Inglaterra do Mercado Comum Europeu, ( O Brexit) principalmente por causa dos custos com os imigrantes da África, da Ásia, do Oriente e do seu próprio continente onde está situado, é apenas um exemplo mais recente dessa hecatombe que se desenha através de ideias de “líderes nacionalistas”, não muito diferentes do nazismo e do fascismo.

O candidato a presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e o ex-prefeito de Londres defensor da saída do seu país do MCE, Boris Johnson, são semelhantes até na aparência física como os “diabos loiros”. A bola da vez agora são os mulçumanos e, tanto um como o outro, odeiam todos aqueles que não são ingleses e norte-americanos.

Foto reprodução A Tarde

JIBOEIRICES E A ONÇA 013

Desta vez não são os russos que estão chegando, mas os extremistas que já demonstram suas forças e garras em países ocidentais como Áustria, França, Hungria e outras nações europeias. Ironia da história, mas não se esqueçam dos judeus de Israel que há anos encurrala com seus muros os árabes e os palestinos. E assim, o planeta terra vai sendo loteado por muralhas de pedras e arames farpados.

Na maior crise humanitária desde a II Guerra Mundial (1938/45), mais de 65 milhões de pessoas perseguidas se deslocaram de seus países no ano passado, um aumento de 10% em relação a 2014. As muralhas humanas que marcham em terras estranhas e perigosas, clima e tempos adversos, partem de várias partes e têm pressa nos seus passos em suas longas caminhadas.

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VIKINGS “ATERRORIZAM” NA EUROCOPA

Albán González – jornalista

Um time formado por apenas seis jogadores profissionais e dirigido tecnicamente por um dentista (Heimir Hallgrimsson) passou a ocupar, com amplo destaque, o noticiário esportivo em todo o mundo ao eliminar os ingleses da Eurocopa 2016, depois de já ter vencido a Áustria e empatado com Portugal e Hungria, além de ter impedido a classificação da Holanda durante as eliminatórias para o torneio que está sendo disputado na França.

Essa seleção, constituída de homens de origem nórdica, descendentes dos vikings, com nomes de difícil pronúncia, cujos sobrenomes terminam em“sson”, representa um pequeno país, a Islândia, plantado numa ilha vulcânica, com apenas 103 mil km² e uma população de 320 mil habitantes, localizado ao norte europeu, próximo ao Círculo Polar Ártico.

A façanha da Islândia, empurrando os orgulhosos súditos da rainha para a travessia do Canal da Mancha, de volta ao Reino Unido, levou muitos curiosos a procurar mais informações sobre a Islândia, também conhecida como Terra do Gelo. Terceiro colocado no índice de desenvolvimento divulgado este ano pela ONU, o país nunca se classificou para as etapas finais de torneios internacionais (Copa do Mundo e Eurocopa). Seu clima, com temperaturas que no verão (julho e agosto), quando não há praticamente noites, não passam dos 15º.

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ROTA DA INDEPENDÊNCIA EM CAETITÉ

Nesta quarta (29), a Rota da Independência chegará a Caetité e será a sétima cidade a receber o projeto da Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura do Estado, que ao longo do mês de junho vem visitando as cidades baianas que lutaram contra os portugueses pela Independência do Brasil no período de 1822 e 1823. A Fundação levará à cidade a sua Biblioteca Móvel, o Encontro Territorial de Arquivos e o Encontro do Plano Municipal do Livro, Leitura e Biblioteca.

Realizada pela Fundação Pedro Calmon há nove anos, a Rota visa reforçar na memória dos municípios que participaram das lutas pela Independência do Brasil na Bahia. A vila de Caetité participou indiretamente das lutas pela Independência da Bahia, apoiando o governo provisório instalado na Vila de Cachoeira. Na programação que a Fundação levará está a Aula Espetáculo “Histórias Estoriosas”, que será encenada na Praça das Árvores pela Cia de Teatro Finos Trapos, trazendo personagens da independência que contam a história do 2 de julho de forma lúdica e educativa. Terá também apresentações de dança e música, com o Conservatório de Música de Caetité. A Biblioteca Móvel estará estacionada na cidade durante todo dia.

O secretário de Cultura de Caetité, Tião Carvalho, destacou a importância da data para o município. “A comemoração da Independência da Bahia em Caetité é algo que faz parte do calendário festivo/cultural de praticamente todos os seus habitantes. Nossas crianças entoam o hino, nossos jovens se preparam para a festa e nossos idosos fazem questão de apreciar o desfile cívico. O projeto Rota da Independência, além de dar uma maior visibilidade a nossa comemoração, vai agregar um valor cultural ainda maior ao evento, fortalecendo nossas políticas identitárias e abrindo uma possibilidade de expansão de nossas ações”.

Contexto Histórico – Em 1981, a Câmara Municipal da Vila de Caetité foi a que, em primeiro lugar no Sertão, aderiu à causa da independência e a que mandou a primeira comissão apresentar seus votos de obediência e fidelidade a D. Pedro I. Encerradas as lutas contra as tropas portuguesas no Recôncavo, em Caetité aconteceu o episódio do Mata-Maroto, extermínio de portugueses que seguiram até 1823. O termo “maroto”tinha um duplo significado: tanto “marinheiro” como “tratante”, e era utilizado pejorativamente para denominar os portugueses. Confira abaixo a programação:

Programação dia 29 de junho

  • 9h Biblioteca Móvel na Praça das Árvores
  • 9h Encontro do Plano Municipal do Livro, Leitura e Biblioteca e Encontro Territorial de Arquivo na Casa Anísio Teixeira
  • 14h Cortejo da Cia de Teatro Finos Trapos pela cidade até a Praça das Árvores
  • 15h Aula Espetáculo “Histórias Estoriosas” (Cia. De Teatro Finos Trapos) na Praça das Árvores
  • 16h Apresentações musicais
  • 17h Encerramento

 





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