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BIOGRAFIA/VICTOR HUGO

Victor Hugo foi a figura mais expressiva do Romantismo francês, novelista e dramaturgo. Nasceu a 26 de fevereiro de 1802, revelando, desde cedo, grande talento literário. Autor do célebre romance Nossa Senhora de Paris (escrito em 11831) imortalizou nesta obra a figura de Quasímodo, o Corcunda de Notre-Dame. Poeta de grande influência, estima-se que em setenta anos de produção literária, tenha chegado à impressionante marca de um milhão de versos.

Eleito deputado em 1848, rompeu com o poder monárquico, com o qual simpatizava. Em 1851, após combater nas barricadas, é obrigado a exilar-se. No exílio em Guernsey, uma ilha localizada no Canal da Mancha, escreve sua obra máxima, o monumental romance Os Miseráveis, na qual deixa claro seu apoio aos ideais revolucionários.

Em 1859, Napoleão III concede-lhe anistia, mas o poeta recusa-se a deixar a ilha de Guernsey, onde viveria 15 anos de exílio. Retorna à França, em 5 de setembro de 1870, já reconhecido como a maior expressão do Romantismo daquele país. Por ocasião de sua morte, ocorrida em Paris, no dia 23 de maio de 1885, cerca de setecentas mil pessoas – alguns biógrafos estimam um número ainda maior – acompanham seu modesto caixão ao Panteão onde está sepultado.

Colaboração de Antônio Novais Torres

CARAMURU E O LARGO DA MARIQUITA

Diogo Álvares Correia, o Caramuru, era natural da Vila Viana, atual Viana do Castelo, na Província de Entre Douro e Minho, norte de Portugal, e veio para as terras do Brasil ainda muito jovem.

Naquela época, a aventura marítima era um evento que fascinava os jovens, e ele se encantou com a situação expansionista de Portugal, pelo seu sentimento de transpor barreiras, uma característica da juventude. Apesar de todas as incertezas, Diogo, encarando o desconhecido e afrontando o medo de uma viagem de longo percurso, aventurou-se no sonho de conhecer novas terras, ou de conquistar um comércio real de enriquecimento, um objetivo do povo português e dos governantes da sua terra.

Em sua aventura de jovem, pelo destemor e sem desconhecimento das barreiras que enfrentaria, enveredou-se no mar e, entre 1510/1511, naufragou, nas costas brasileiras, nas imediações da praia do Rio Vermelho – terras do baixio do norte da Barra, em Salvador –, local que os índios Tupinambás denominaram de “Mairaquiquiig”. Com o passar dos tempos, o termo foi aportuguesado para Mariquita, daí o nome Largo da Mariquita, inserido no bairro Rio Vermelho, em Salvador.

Conta-se que Diogo Álvares Correia se salvou dos índios Tupinambás (ferozes guerreiros canibais que, em luta com os índios Caetés, expulsaram-nos para o interior do sertão) ao dar um tiro de arcabuz para o alto. Estes, espantados, acharam que seu prisioneiro possuía poderes mágicos. Com isso, ele conquistou o respeito e a veneração dos índios, que o apelidaram de “Caramuru”, que significa, em tupi, homem do Trovão.

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MARCHA DA INSENSATEZ

Como é triste e doe ver meu país nesta situação vexatória, sem alternativa política e de poder! Tanto de um lado, como do outro, o que temos é uma marcha da insensatez do ódio e da intolerância, como se fosse um “Ensaio sobre a Cegueira”, título do livro do escritor português José Saramago.

Chegamos ao ponto de discórdias e brigas ferrenhas entre parentes, pais e filhos, ao ponto de um deixar de falar com o outro. Em eventos, encontros, em bares e restaurantes não se pode mais externar pontos de vista por temor e medo de linchamentos. As pessoas perderam o pouco de racionalidade que ainda lhes restavam.

O que está existindo de ambas às partes é o fanatismo e o messianismo, enquanto os partidos envolvidos em roubalheira se digladiam pelo poder a qualquer custo. Nesta história presente, a democracia tem sido a maior vítima e não se sabe até quando ela pode resistir aos tapas e empurrões.

O Palácio do Planalto foi transformado num comitê político e num balcão de negócios de troca-troca. Privatizaram o público que, teoricamente, pertence à nação. O Congresso Nacional não passa de um bando de abutres disputando uma carniça. A Corte Suprema fica no compasso de espera, ora de um lado, ora do outro.

Nas ruas, a sensação que se tem é que a corrupção é o que menos conta, tanto faz para a oposição como para os governistas que levantam a bandeira da democracia como se toda a outra parte defendesse a ditadura. Como simples cidadão, sinto-me desrespeitado pelos partidos e sem alternativa que me dê uma saída honrosa, digna e honesta.

Na porta de outra eleição viciosa, com um sistema para manter os mesmos no poder, estamos todos condenados a eleger políticos iguais ou piores que os atuais. Mesmo sujos e safados, cada um defende seu quinhão.

Uns xingam os outros de cooptados, raivosos, elite branca, burgueses, coxinhas, mortadelas, direita, conservadores, esquerda e todos se esquecem que estão sendo roubados por eles que se acham donos do país e fazem dele o que bem entendem, em proveito próprio.  É o vale tudo na política!

O “GOLPE” DE DILMA

Que todos eles lavem suas roupas sujas nas cadeias e não soltos por aí infernizando a vida já sofrida do nosso povo! Que todos os “partidos” tenham um mínimo de respeito para com nossas crianças, jovens e idosos que almejam um país decente para se morar! Não podemos ser tratados como molambos!

Subjugaram-nos a conviver no dia-a-dia com os absurdos e às contradições. O processo de julgamento do impeachment de Dilma está sendo conduzido por um presidente da Câmara dos Deputados que está chafurdado no lamaçal da corrupção, apurada pela Operação Lava Jato. O presidente do Senado, Renan Calheiros, trama nos bastidores com a hiena 171 para abafar as investigações. Os oportunistas e os filhotes da ditadura saem da toca para pousar de éticos e defender a tão maltratada democracia.

Com a crise, todo dia é histórico no Brasil. Do jeito que a casa está desmoronando, ruim com Dilma, mas pior ainda com os outros conservadores, vampiros da direita e da extrema que também estão envolvidos em maracutaias e deitam esplêndidos no velho sistema das benesses. O MDB (Movimento Democrático Brasileiro) esteve na linha de frente contra a ditadura e abrigou ideias sociais renovadoras, mas depois que colocou o “P” na frente, tornou-se um partido fisiologista.

Mamou durante anos nas tetas do poder, ou melhor, foi um dos que mais roubou o leite mirrado do povo. Conspira e salta do barco furado como rato calunga de dentes afiados. Cinicamente sai do governo falando de ética e independência para depois retornar ao banquete. O alvo do Catilina é exclusivamente o poder e não a moralização do país e tirar a população do buraco profundo que todos eles ajudaram a cavar com as roubalheiras, as mentiras e os escândalos.

É de doer no coração ver agora o Romero Jucá, vice-presidente do PMDB, falar de combate ao “toma lá dá cá” e de que queremos um Brasil mais forte para recuperar a economia. É de doer ver o cinismo estampado na cara de roedores como Eduardo Cunha, Paulinho da Força e outros cupins prometendo defender a cumeeira da nossa casa.

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O MÉDICO E O PACIENTE

Dizem que de médico e louco todo mundo entende um pouco. O funcionário trabalhava em um escritório de uma revenda automobilística, cujo setor comportava vários colegas de ambos os sexos. Era portador de psoríase, doença da pele, estava com uma lesão na perna. Procurou um médico para fazer uma avaliação, o qual lhe aviou receita de uma pomada concernente, recomendando que voltasse após oito dias para avaliação.

Comentando o fato no escritório, um dos colegas de trabalho lhe informou que, melhor que a pomada receitada, seria a aplicação da tinta contida na caneta esferográfica, o que surtia bom resultado, pois ele já havia comprovado a eficácia em si próprio.

Por insensatez, o incauto elemento fez uso das duas indicações – a pomada receitada pelo médico e a tinta de caneta esferográfica indicada pelo colega. Ocorre que, no lugar onde friccionou a tinta, a pele absorveu a substância química constituída de um corante azul, provocando um azulão estranho.

Com a aproximação do dia da revisão médica para o doutor avaliar a eficácia do medicamento receitado, o indivíduo tratou de remover, por todos os meios, o azul impregnado na pele, mas não logrou resultado. Mesmo assim, procurou o médico. Este, ao ver a lesão, surpreendeu-se com a coloração azul, perguntando o que acontecera.

Dadas as explicações, o médico, visivelmente irritado pelo procedimento inadequado, observando que a substância química aplicada poderia tê-lo intoxicado, pegou o paciente pelo braço, afirmando: “Você não precisa de médico, já sabe o que deve fazer!” e colocou-o para fora do consultório, batendo a porta. O paciente ficou indignado com a atitude do doutor.

O esculápio, que era cliente da revendedora, aonde sempre levava o seu veículo para as devidas revisões e reparos, contou o ocorrido a um diretor de seu conhecimento. Este chamou o funcionário para as devidas considerações, dizendo-lhe: “Você está no lugar errado, deveria montar um consultório médico”. Após as explicações e pedido de desculpas, as pazes voltaram a reinar entre médico e paciente/funcionário.

O bom senso deve prevalecer nas atitudes das pessoas para não cometer desatinos. “É preciso termos muito bom senso para sentirmos que não temos nenhum.” (Pierre Marvioux, França 1868-1783).

Antonio Novais Torres

antorres@terra.com.br

AVALANCHE DE ÓDIO

Blog Refletor  TAL-Televisión América Latina

Indicação de Itamar Aguiar

Orlando Senna: 

Uma nova modalidade de guerra, que antepõe o clássico embate entre exércitos a ações mortíferas e aterrorizantes de pessoas ou pequenos grupos que matam civis (onde se inclui homens-bombas, carros-bombas, casas-bombas), está convulsionando o mundo. Uma modalidade com poder de destruir alvos em qualquer lugar dos Estados Unidos (11 de setembro) e da Europa (je suis Bruxelles, je suis Paris, je suis Madrid). O ingrediente mais forte é a religião, é a “guerra entre civilizações”, situação negada até pouco tempo por muita gente e que agora se mostra como uma pavorosa realidade.

Alguns ingredientes das guerras tradicionais estão presentes, como petróleo, território, indústria bélica, mas em segundo plano, já que o epicentro do conflito é a cultura, é o fosso filosófico e comportamental entre Ocidente e Oriente jamais solucionado, um cânion que divide a humanidade — apesar de Jesus Cristo, que construiu uma ponte mas sabia que ela não ia funcionar, “não vim trazer paz à Terra, mas a espada, a divisão”. Vivemos um tempo em que valores ditos universais perdem o sentido, conceitos se invertem, palavras passam a significar o que antes era seu contrário, em que “epicentro” deixa de ter conotação espacial para ser temporal. O que me lembra Jorge Luis Borges, para quem os verdadeiros labirintos são no tempo.

Enfim, a sanha homicida/suicida do ser humano está alcançando um dos níveis mais altos em sua história de, pelo menos, 50 milênios. E a isso se soma (ou tem a ver, quem sabe) com os espasmos geológicos, as mudanças e ajustes do planeta que se aquece enquanto voa em direção a uma nova era glacial. Um cenário apocalíptico. No momento a guerra acontece nos Estados Unidos, Europa, Oriente Médio e alguns pontos da África. :: LEIA MAIS »

INSTRUTIVO!

Até que enfim, um programa eleitoral instrutivo e com propostas. O Partido Socialista Brasileiro (PSB) parece ter acordado de um pesadelo, mas tem muita gente por aí que ainda acha que socialismo só se faz com roubalheira e na base da enganação, como em certas “ações sociais” que terminam por transferir recursos para fortalecimento do próprio capital.

O que o país mais necessita na atualidade da crise é de uma reforma ética e de valores humanos, antes de qualquer outra porque, fora isso, é como colocar a carroça na frente dos bois, e uma reforma ética deve começar pela mudança radical do sistema eleitoral.

O que se vê, no entanto, é que, quando se discute uma reforma séria que valorize o voto do eleitor, sem os vícios que aí estão, faz-se um ajuntamento dos partidos para que tudo continue na mesma e todos se deem “bem”, isto é, permaneçam no poder, e o país que se dane.

Faltou o PSB dizer no seu programa que o sistema eleitoral vigente corrompe, mesmo com a retirada do financiamento empresarial. Agora, como eles querem se perpetuar no poder, a maioria vai apelar para o caixa 2, outros “jeitinhos” e escapadelas das leis capengas.

É preciso ter coragem e declarar, abertamente, que há anos a nação vem sendo iludida com presentes de gregos que terminam por enfraquecer as camadas mais pobres. Socialismo só pode existir se for com honestidade e transparência. Nunca em proveito próprio e se apropriando de vantagens dadas pelo capitalismo que sempre sugou nossas riquezas de forma despudorada.

Precisamos, urgentemente, de uma campanha nacional pela legalidade eleitoral, começando por renegar coligações com gente da pior espécie que desde a ditadura militar saqueiam os cofres públicos. Deveriam lavar a boca antes de falar em democracia e pregar falsa distribuição de renda.

HORÁRIO ELEITORAL É UMA AFRONTA NACIONAL

No momento mais agudo da crise brasileira, os partidos políticos (quase 40) invadem nossos lares com a mesma linguagem de que são limpos, honestos e competentes. A grande maioria está envolvida em denúncias da Operação Lava Jato. Eles não têm vergonha na cara, mesmo! Fazem-nos de idiotas com propagandas enganosas e mentirosas.

Se fazem propagandas enganosas descaradamente, como está caracterizado, os partidos transgredem as leis e deveriam ser multados e punidos pelo Procom e pelo Ministério Público. Todos falam em defesa do social e que estão trabalhando por nós. É um desrespeito e uma afronta com a nação o que está acontecendo.

Nem é preciso comentar mais que nenhum deles tem ideologia. A sopa de siglas que cresce cada vez mais se sustenta com o dinheiro do Fundo Partidário (mais de 8 bilhões) recolhidos dos impostos pagos pelo povo. É um sistema corroído pela corrupção, bem pior que nos tempos do coronelismo. A compra de votos hoje é bem mais escancarada.

Como se não bastasse a falta de compromissos, sempre estão trocando de partido para acomodar seus interesses particulares, e ainda vão para a televisão dizer que se trata de mudança de pensamento. A linguagem é sempre a mesma.

Como toda a sujeira desse sistema lamacento foi montada para beneficiar os agrupamentos e ajuntamentos de cada um, as eleições deixaram de ter seu valor, passando a ser uma grande mancha na democracia brasileira. A única saída seria o voto nulo de todos os eleitores, mas isso é até impossível porque os inocentes úteis da massa não têm consciência política. Vivemos num país inculto.

Do jeito que foram constituídas, as eleições deixaram de ser instrumentos essenciais de mudança social para o país. Muito pelo contrário, em todos os pleitos sempre se cai na mesma arapuca armada pelo sistema anacrônico. É uma balela e idiotice dizer que os eleitos nos representam. Se você gosta de ser enganado, então continue nesse compasso.

Por si só, da forma como funciona, a eleição já é uma corrupção institucionalizada, mesmo sem a grana dos empreiteiros, banqueiros e os empresários que há anos se locupletam do sistema. O que poderia representar a cumeeira da democracia, a eleição se tornou numa madeira apodrecida pelos cupins.

Este sistema que aí está é comparável a um casarão abandonado em ruínas cheio de fantasmas que nos atormentam noite e dia, inclusive aparecendo em propagandas no maldito horário eleitoral. Para tapear os bestas e as bestas desse Brasil, todas as siglas criaram o núcleo das mulheres e até existe o Partido da Mulher Brasileira. Não é questão de sexo, gênero, cor ou coisa assim, para não ser taxado de politicamente incorreto.

A questão fundamental não é se temos mais brancos, menos negros, menos mulheres ou menos homossexuais ou gays nos partidos políticos. O problema maior é que, como está vigorando, não vale a pena a participação porque quem entra também se torna cúmplice desse sistema fedorento e não tem moral perante a população.

 

CARTA DO BRASIL AOS PODERES

Tem gente na minha terra fazendo cartas de amor, sentimentais, de lamúrias, de cobranças de cargos, do toma lá e dá cá e do tipo mais recente do morde e assopra. A minha é de desabafo aos poderes que há 516 anos, desde que aqui aportou a nau Cabral nas minhas costas, só têm me maltratado, me traído e me deixado cada vez mais acabrunhado. Vivo acossado por tantos impropérios contra meu solo, usado para plantar espinhos.

Dizem que sou um gigante pela própria natureza, deitado eternamente em berço esplêndido. Não tão mais esplêndido porque minha terra foi devassada por ervas daninhas que destroem as plantações. Mata-me cada vez mais a sequidão de ideias. Procuro uma cabeça pensante e sensata que pense em mim, mas cada um só pensa em si e prefere viver na contramão para cevar o seu poder.

É, moço aí que aprecia minha paisagem, já me chamaram de Vera Cruz, Pau Brasil, Eldorado das minas gerais, de terra da cana-de-açúcar, do café, da borracha e do ouro negro extraído do meu chão! Vieram malfeitores assassinos e tudo roubaram de mim em nome dos meus filhos que tanto necessitavam para viver dignamente.

Hoje me chamam de outros nomes pejorativos e lá fora me conhecem como a terra dos índios e das feras perigosas. De bela e rica, minha imagem passou a ser a pior possível. Por lá me apelidaram de terra de caloteiros. Não sei se choro ou rezo quando dizem que Deus é brasileiro!

No meu torrão os genocidas se tornaram heróis. Os réus fazem parte de uma condenação. O farsante retorna aos braços de seus inimigos de ontem. Acham normais grosserias de um senhor chulo que se comporta como monarca. Aqui se usa o dinheiro público e o poder de coação para engrossar manifestações em favor de si. Trancam e soltam pautas de julgamento de acordo com a conveniência de cada um. Todos se juntam para esfaquear a verdade pelas costas.

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GOROBA CONTOS

GOROBA CONTOS 007

Esteve aqui em Vitória da Conquista entre nós na noite de ontem (dia 17/03), o amigo e companheiro jornalista, Carlos Navarro Filho, lançando o seu livro “Goroba Contos” em homenagem ao seu irmão que teve morte prematura. O evento se deu na Casa Regis Pacheco e fui lá dar um abraço e prestigiar a obra literária do amigo, com o qual me encontrei há 24 anos (1992) num trabalho de reportagem sobre o acidente da carreta que dizimou mais de 20 pessoas, eu pela Sucursal A Tarde e ele pelo jornal “Estadão”.

GOROBA CONTOS 002

Relembramos algumas passagens jornalísticas dos velhos tempos e viagens no cumprimento do dever de levar a informação para os leitores. Mesmo não tendo condições de ficar mais tempo papeando, foi bom revê-lo agora também como escritor, segundo sua modéstia, por imposição da família e dos amigos. Disse que nunca teve a pretensão de escrever alguma coisa que não fosse notícia de jornal.

Ainda não li o seu trabalho, publicado pela Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, mas pelo conhecimento que tenho do seu profissionalismo e competência como repórter, garanto que será uma leitura deliciosa e prazerosa. Assumo o compromisso de ler e fazer um comentário mais aprofundado como merece o autor.

GOROBA CONTOS 001

Só para registrar, lá no lançamento estiveram também os companheiros Carlos Gonzalez e Nona além de outros profissionais da mídia. Ultimamente, por questão de saúde e da própria idade, pouco tenho saído à noite, mas fiz questão de comparecer ao evento e rever o amigo e colega.





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