O ARCO-ÍRES E O PÔR-DO-SOL
Nas lentes do jornalista Jeremias Macário, um flagrante poético-mágico da natureza num final de tarde onde a luz cede seu lugar para o anoitecer. Ambas as imagens se reverenciam e se penitenciam com seus significados misteriosos. O Arco-íris é o símbolo da comunidade LGBT, com suas cores de esperança e renovação da vida. Na verdade, essa simbologia é de todos nós quando nos faz refletir sobre nossa pequenez diante das belezas do universo. É o momento do nosso instinto primitivista de ódio e intolerância dar lugar para a paz espiritual, de que devemos respeitar os outros. É o portal para o outro lado do ser.
O pôr-do-sol é como o beijo da luz do dia com o escurecer da noite, com suas cores rajadas de despedida de uma jornada entre nascente e poente, prometendo um novo alvorecer de outro dia. Pode também representar o ciclo da vida: o nascer e a morte onde cada um procura deixar o seu sentido nessa passagem de luz. São duas belas figuras poéticas supremas onde cada um tem um olhar e interpretação diferentes. Dizem que o homem é a imagem do criador, mas, por mais esmero que seja, o pincel humano artístico jamais conseguirá alcançar tal perfeição.














