Como se não bastassem os matagais nos terrenos abandonados pelos proprietários, a buraqueira nas ruas, poluição sonora dos carros de som, com músicas do tipo bate estaca, locais de lixo que servem como fonte para a procriação dos mosquitos da dengue, além de outros transtornos que temos que conviver na cidade grande, temos o emaranhado de fios na rede elétrica da Coelba, um risco de vida. É o preço que se paga pelas negligências dos órgãos e poderes públicos. Aqui mesmo no final da Avenida Sérgio Vieira de Melo, há dias deixaram um amontados de fios na rede, num poste esquisito onde tem uma parafernália e uma luminária no meio. Por achar tudo estranho, ligamos para a Coelba e, por incrível que pareça, a atendente recomendou que a gente procurasse a polícia. O que tem a ver a polícia com isso? Só pode ser gozação! Nessa rede, cada um instala aparelhos clandestinos, fiações e outros trambolhos, e a Coelba não toma providências. Outro problema é a queda constante de energia nesta área próxima do tormento de uma sucata que é um verdadeiro atentado à saúde pública, com barulho de máquinas, poluição, local de ferros velhos que servem de coito de ratos, mosquitos e animais peçonhentos. O cidadão paga imposto alto e não tem o direito de reclamar, além de ser tratado com deboche, como fez a atendente da Coelba quanto ao monte de fiação no poste. Quando ocorre o pior, ninguém é responsável. Cada um empurra o problema para o outro.