:: 27/fev/2026 . 23:56
DESCULPA PERGUNTAR…
(Chico Ribeiro Neto)
Gente perguntadeira é terrível. Muitos costumam começar com o famoso “desculpe perguntar”, como se você tivesse obrigação de responder. Curioso é que perguntar sempre foi meu ofício na vida de jornalista profissional, mas odeio gente perguntadeira.
“Desculpe perguntar, mas você paga quanto de condomínio?”
Às vezes é um amigo, às vezes é um parente, a pessoa perguntadeira tem um jeito especial de lhe cercar pelas beiras. Vem como quem não quer nada e aí PIMBA ! dispara a flechada:
“Seu filho tá ganhando quanto?”
Você reage dizendo que não sabe e a perguntadeira, que também adora uma fofoca, saí por aí espalhando: “É um pai desinformado!”
Fuja de gente perguntadeira. Tem uns que chegam a perguntar o preço de sua roupa: “Desculpe perguntar, mas quanto foi essa camisa no shopping?”
Uma boa saída é devolver a pergunta: “Meu condomínio é mil reais e o seu tá quanto?” Ou então atacar mesmo: “O senhor, por acaso, é pesquisador do IBGE?”
Eles adoram saber da vida dos outros, não vivem sem perguntar. Querem saber sempre, não de tudo, mas de todos. O perguntador contumaz não se limita a dar bom dia. Ele acrescenta: “Tá indo pra onde?” “Vai passar o Carnaval aqui ou vai viajar?”
A pessoa perguntadeira fica intrigada quando não sabe nem consegue descobrir o que é que aquele vizinho faz na vida. Só conseguiu descobrir que ele chega por volta de 20 horas, mas ainda não sabe que horas ele sai. Vai sondar o zelador.
“Quanto é sua faxineira? Ela cozinha também?”
“Você toma remédio de pressão?”
“Você assiste Big Brother?”
“Faz supermercado por semana ou por mês?”
“Você se dá com o vizinho?”
“Você consegue fazer poupança?”
“Você é feliz?”
Tem uma velha piada: vai passando na rua um sujeito com um pedaço de tubo na mão. Passa o perguntador, que nem o conhecia, e pergunta: “Pra que é esse tubo?” “Pra enfiar no cu dos perguntadores” é a resposta.
Uma vez, no Porto da Barra, em queria saber as horas. Passou um cara com um colete cervical e de relógio. “Por favor, que horas são?” Foi acidente”, respondeu ele.
Uma vez, na praia, milha filha Clarice, com uns 6/7 anos, arranjou uma amiga que perguntava tudo sobre a nossa vida. Perguntou onde eu trabalhava e até quanto eu ganhava. Apelidamos a menina de Perguntinha.
Quando eu estava na Tribuna da Bahia, final da década de 60, dividia um apartamento com um colega, Zé, e a mulher dele, que tinham um filho de um ano. Como Zé só começava a trabalhar às 17 horas, e era mineiro, ia à praia com o filho quase todo dia de manhã, e uma vizinha perguntadeira passava por eles no corredor. Doida pra saber o que Zé fazia na vida, um dia ela não se conteve. Brincou com o bebê no colo de Zé e falou: “Ô menino lindo, tá indo pra praia? Você não trabalha não, meu filho?” E Zé respondeu: “Ele está de férias”.
(Veja crônicas anteriores em leiamaisba.com.br)
NÃO CUSTA NADA SONHAR E IMAGINAR
“Imagine” é uma canção de John Lenon, lançada em 1971 que fala de um mundo vivendo em paz, sem divisões, sem fronteiras, religiões ou propriedades. É um hino pacifista e um apelo utópico à paz, focada na união e na empatia.
A partir dessa letra, parodiando Lenon, fiquei aqui a pensar que não custa nada sonhar e imaginar um país onde houvesse justiça e igualdade social, sem castas, privilégios, corrupções, jogo de interesses na política, sem malfeitores e mordomias entre os mandatários do poder, de forma que sobrasse recursos para investir na qualidade de vida de todos.
Sem mais rodeios e indo direto à questão, sonhei e imaginei um presidente da República que não fosse somente um funcionário público na teoria, mas na prática, como todos os outros, dando exemplo de ética, honradez e trabalho. Vamos imaginar juntos!
Imagine um presidente que não tivesse palacete, carro de luxo e motorista pago pelo contribuinte e vivesse em sua casa ou apartamento com todas suas despesas (empregados, alimentação e outros itens) custeados através do seu próprio salário, como um executivo de uma empresa eficiente.
Imagine um pais onde todo presidente priorizasse a educação e a cultura, que seus ministérios fossem limitados por lei no máximo a 15 e que eles também tivessem seus próprios veículos, suas moradias e pagassem seus custos do próprio bolso. Quem cometesse algum delito, seria imediatamente preso e não apenas demitido.
Imagine o mesmo para o vice ou que não fosse preciso tê-lo, e se houvesse, que seja eleito pelo povo, cumprindo apenas suas funções constitucionais. O mesmo sistema servisse de exemplo para os governadores dos estados, sem palácios e privilégios, como praticamente acontece com os prefeitos que pagam suas moradias.
Imagine viver num pais com um judiciário justo e técnico, de forma que a lei fosse igual para todos, sem influências políticas, de poderosos do dinheiro e sem pressão popular. Que a pena para o pobre fosse a mesma para o rico.
Nada de desembargadores e ministros das cortes, e sim juízes dos tribunais, sem abuso de poder e supersalários, sem vender sentenças. Sem esse órgão nebuloso de Conselho Nacional da Justiça (só gera mais gastos), e que as portas da magistratura fossem abertas ao povo simples, para expressar abertamente seus problemas, sem medo de ser preso. Ser ouvido sem aquele temor.
Ah, e esse legislativo monstruoso de milhares de cabras egoístas no poder, tão devastador e mutilador dos nossos sonhos e esperanças! Para ele, imagine que as cadeiras do Congresso Nacional, o calcanhar de Aquiles da nação e o mais caro do mundo, fossem cortadas pela metade, sem foro privilegiado, sem direitos a auxílios moradias, vestimentas e outros bagulhos.
As verbas de gabinete fossem limitadas a apenas 10 assessores. Nada de carros luxuosos e sem essa picaretagem de emendas parlamentares. Legislativo é para legislar, e não para executar obras. Se recebe salário a altura do cargo, que pague seus gastos.
O deputado ou senador só poderia ser eleito no máximo duas vezes e quem roubasse fosse direto para a prisão, sem direito a nunca mais se candidatar. Inelegível até a morte. Essas normas seriam estendidas a todos os políticos, sem distinção.
Nas assembleias e nas câmaras, imagine que o número de parlamentares também fosse reduzido à metade em cada estado e em cada município. Cada um pagando a sua conta do seu salário, fixado entre dez a quinze mil. No máximo, três ou cinco assessores.
Imagine que vereador passasse a ser chamado de conselheiro com um salário de no máximo sete ou oito mil reais. Fosse proibido cada um demarcar seu lote e ter seu curral eleitoral no município. Afinal, povo não é gado para ser ferrado como dono.
Sei que, infelizmente, como John Lenon, meu sonho e minha imaginação de viver num país assim não passam de utopia, mas, como não custa nada, embarquei nessa viagem que não é só minha. Sabemos que navegamos numa nau de insensatos, mas não custa sonhar e imaginar.
– Acorda cara, você está no planeta terra, numa aldeia chamada Brasil que já nasceu assim desde os tempos coloniais. Deixa de viajar na maionese e vamos trabalhar que o patrão que sustentamos está de olho em nós! É, meu camarada, vamos continuar sendo burros de carga!
O FATOR SOCIAL NO CANGACEIRISMO
Com seu olhar mais antropológico sobre a questão do meio social no sertão nordestino, o médico e escritor Estácio de Lima, em sua obra “O Mundo Estranho dos Cangaceiros” descarta a teoria lambrosiana de que a criminalidade é nata em determinados indivíduos a partir de suas características físicas.
O médico assinalou que, diante da empola radiológica, as cabeças de Lampião, Maria Bonita, Corisco, Zabelê, Cangica, Azulão e mais outra Maria abatida em combate, não ofereceram o mínimo vestígio do chamado lombrosionismo. “Para sermos rigorosos, entretanto, diremos que Zé Baiano exibia traços morfológicos que se ajustariam à clássica descrição de Lombroso.
“Em resumo: O meio hostil feriu um homem abandonado, de atributos contraditórios, muitos deles grandes atributos, respondendo esse homem desordenadamente, às vezes cruelmente, exibindo sua alma cheia de primitivismo”. Nasceu assim o cangaceiro, o delinquente.
Outro ponto por ele contestado é que a miscigenação étnica nordestina, de acordo com certos estudiosos, tenha contribuído para o banditismo na região, no caso específico do cangaceiro, do jagunço e do pistoleiro. Estácio, no entanto, foca especialmente no problema da injustiça social, mesológico das secas na caatinga e de um judiciário protetor dos mais fortes e cego com os pobres.
“A Bahia conheceu, no século dezenove, assassino brutal, que estarreceu o Brasil. Houve, na época, a falsa interpretação de que o escravo Lucas da Feira era o que era, porque trazia, na epiderme, a pigmentação da melanina. Os seus atos refletiriam a “criminalidade dos pretos”.
Segundo o estudioso e pesquisador no assunto, o mestiço passou para alguns exegetas, a ser considerado um tipo em degeneração, sem possuir as boas qualidades, exibindo as más, ou deturpando as melhores. Pensadores, então, terminaram interpretando certos índices de incapacidade das nossas populações como resultante dessa mistura de sangues heterogêneos, colocando o negro como inferior.
Estácio destaca que essas interpretações falsas levaram a exageros, ou erros, em sentido contrário. “Os mulatos chegaram a ser endeusados”.
“Os irmãos Ferreira não se constituíram nos maiores cangaceiros do tempo, influenciados, fosse qual fosse a dose, por qualquer das nossas três raças básicas, ou pela conjunção de todas. Denotavam eles, na fisionomia, traços evidentes da tríplice convergência étnica… Não foi isso, todavia, que os levou ao banditismo… Mas toda uma série de fatores cósmicos, telúricos, sociais e biológicos”.
Na figura do caipira e do matuto nos sertões nordestinos, prossegue Estácio, percebe-se um esboço de definição racial. Como exemplos, cita o cangaceiro Saracura, tez morena, como a de Maria Bonita, cobreada, um tanto pelo sol, um tanto por discreta melanina, legado dos ancestrais, como também em Lampião.
“O cangaceirismo tem aquele aspecto – e não será fastidioso repeti-lo – de reivindicações, de protesto contra as desigualdades, de vingança face as injustiças, ou revide ante as extremas provocações”.
Sobre crianças que entraram no cangaço, Estácio analisa que seguiram nas hostes pela imitação, pelo espírito de aventura inerente à pouca idade, pela ideia de que aquilo era brinquedo divertido. “Não levaram protestos, nem objetivos predeterminados”. Quanto aos idosos, serviam para levar recados, sem contar a missão de rufiões pela metade.
O escritor de o “Mundo Estranho” também ressalta sobre o período de maior desenvoltura dos cangaceiros, entre 18 a 35 anos, em razão dos enfrentamentos das caatingas, dos embates com as volantes, da terra seca e da vida precária que levavam.
Os bandoleiros menos idosos passaram a observar que Lampião declinava quando atingiu os 40 anos. Vinha mostrando gradual pendor pela “sombra e água fresca”. Ainda era infernal, um grande satanás, porém, não mais o mesmo gênio dos malefícios quando ultrapassou os 35.
– Derna qui “o Padinho Pade Cirço” si mudou pru céu qui o cumpade Lampião passou a viver meio inculido! Estácio faz mapeamento da biotipologia do homem cangaceiro, como esguio, raramente baixo (um metro e setenta), pernas e braços finos, com relevos musculares ao nível do bíceps, magro, rosto comprido, barriga murcha e bacia estreita. Um leptossomático típico.
“Se o determinismo fosse diverso, uma educação apropriada interferisse, as condições do ambiente se mostrassem bem menos agressivos, o caboclo perduraria silencioso e esquivo, sem mergulhar, porém, no cangaço.
“TEMPO DE INTENSA CRUELDADE”
RESISTÊNCIA MANTIDA PELA LUTA E PELO AMOR
A professora Ana Isabel Macedo, aposentada do Departamento de Estudos Linguísticos e Literários da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-Uesb, onde durante 30 anos lecionou Língua Portuguesa, lançou na noite de ontem (sexta-feira, dia 26/02), no Foyer do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, o seu quinto livro romanceado, intitulado “Tempo de Intensa Crueldade: Resistência Mantida pela Luta e pelo Amor”.
Na obra, a autora apresenta histórias de amor, de amizade, de militância política e revela duros episódios da ditadura civil-militar no Brasil com o golpe de 1964. O lançamento foi um momento muito especial de diálogo entre a literatura e a música quando, na ocasião, Elton Becker e Damian Lima cantaram “porque não dizer que falei das flores”, do poeta e compositor Geraldo Vandré.
Na abertura da apresentação do livro, o professor e advogado Ruy Medeiros fez um longo relato do que foi a ditadura civil-militar de 1964, citando vários presos políticos que, em combate contra o regime, foram cruelmente torturados e mortos pelos generais no poder, como o caso do frei Tito, que não suportou em vida as torturas do delegado Fleury e terminou se suicidando.
Como prefaciador do livro, Ruy, em sua fala condenou os discursos de raiva e os grupos que se movimentam pregando uma intervenção militar no país. De acordo com ele, somente quem não viveu aquele duro período de opressão se levanta em defesa de uma nova ditadura. Lembrou os momentos difíceis, principalmente durante os chamados anos de chumbo a partir de 1968 com o AI-5 onde o preso não tinha nem direito a um habeas corpus.
Na contracapa da obra, a historiadora Isabel Cristina Leite, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, recorda que “na cidade de Petrópolis foi mantida pelo Centro de Informações do Exército (CIE), uma casa clandestina, cujo fito único era praticar crimes terríveis, como torturas extremas, tipo horas de pau-de-arara: estupros e tentativas de afogamentos em quem os militares supunham ser guerrilheiros. E para completar este quadro tão macabro, muitos e muitos prisioneiros, nesta casa foram assassinados”.
Como escritora, Ana Isabel já lançou Malva: Um Meio-Sorriso e um Certo Olhar (1995), Heloísa: A do Povo de Vicente (2014), Carmela: Uma História de Amor (2017) e Maria Mar: Estrela das Ideias e do Amor (2023).
A SERRA QUE SE MOVE
Reza a lenda que durante o nevoeiro do frio rigoroso, principalmente nos séculos passados, a Serra do Periperi se movia lentamente como se fosse um navio no mar, daí a explicação do sumiço dos índios quando em combate com o colonizador João Gonçalves da Costa que se perdia no meio da mata. Essa movimentação deixou de ser perceptível depois que depredaram e depenaram cruelmente a Serra com a retirada de árvores, terra, areia, pedras e outros materiais para a construção civil. Anos atrás alguém a apelidou de “Serra Pelada” depois de tanta exploração do homem pela ganância do dinheiro, sem contar as invasões dos mais pobres em suas encostas para erguer seus casebres. Depois do seu tombamento, por volta de 1996, bem que houve certa recuperação do seu ecossistema, mas muitas feridas continuam abertas, tanto que do seu alto descem toneladas de detritos que invadem e alagam as ruas mais localizadas ao centro de Vitória da Conquista. Ainda se paga caro pelas depredações do passado. Lendas a parte, a Serra exibe toda sua beleza com o que ainda restou da sua fauna e da sua flora, como o pedaço da floresta do Poço Escuro, sem considerar o monumento do Cristo, do artista Mário Cravo. Proporciona belas fotografias e imagens, principalmente durante o pôr-do-sol, quando ela para de se mover e entra na escuridão da noite para depois despontar no alvorecer com aquele bom dia a todos conquistenses.
COMO SE HOJE FOSSE ONTEM…
Do livro “Canibal de Mim Mesmo – autofagia que o tempo não devora, do autor Rubens Mascarenhas
Como se hoje fosse ontem
E nada tivesse existido…
Como se ontem fosse hoje
E ontem nada tivesse sido.
Mas nada como amanhã
Para poder-nos dizer:
Assim ontem passou por mim
E hoje passa por você.
Qual fome horrenda, atroz,
Nesta hora triste e feroz
Me devora e eu a você.
Ah, melhor seria ter morrido
Pois melhor mesmo é morrer
Que nada ter compreendido.
SELO “EMPRESA AMIGA DA JUVENTUDE”
Na sessão ordinária de ontem (sexta-feira, dia 27/02), a Câmara Municipal de Vereadores discutiu diversos projetos de importância para a comunidade, como o Selo “Empresa Amiga da Juventude”, voltado ao reconhecimento de empresas que contribuem para a inserção de jovens no mercado de trabalho.
Outros projetos entraram na pauta da sessão, como o que dispõe sobre a implantação do Parque Multissensorial, adaptado para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA); matéria que institui o Dia Municipal de Conscientização sobre as Experiências Adversas na Infância (ACEs), a ser comemorado em 20 de setembro; e proposta que cria o Dia Municipal da Ação Climática no âmbito do município.
A sessão contou com a presença do deputado estadual Jean Fabrício, conforme citado pelos vereadores que ocuparam a tribuna da Casa, como Ricardo Gordo, ao lembrar que neste 28 de fevereiro é o último dia de credenciamento do Hospital Unimec pelo SUS. Informou que a prefeita Sheila Lemos vai colocar dois médicos a partir desta segunda-feira para atender nos postos da Patagônia e no Cai II, do Bairro São Vicente.
Quanto aos serviços de pavimentação dos bairros Jardim Valéria, Copacabana, Santa Teresinha e Sudoeste, adiantou que a prefeita Sheila prometeu concluir as obras com os recursos do empréstimo de 400 milhões. Das 57 ruas, somente 22 foram asfaltadas.
O parlamentar Jacaré destacou a ação do governo federal em Conquista através da construção de 1800 casas do programa Minha Casa, Minha Vida, um sonho de moradia da população, tendo em vista que existe um déficit habitacional de mais de 10 mil famílias.
A vereadora Lara se solidarizou com os habitantes das cidades mineiras de Ubá e Juiz de Fora que estão sofrendo com as tragédias das intensa chuvas e criticou o governo federal que liberou, até o momento, apenas três milhões de reais, enquanto, segundo ela, vem aumentando os impostos.
Luciano Gomes citou a presença do deputado Fabrício na plenária e disse que logo mais será assinado uma ordem de serviço entre a prefeita e o deputado federal João Bacelar, para construção da primeira creche padrão destinada à zona rural. Destacou que Bacelar tem sido o deputado que mais aprovou emendas para Vitória da Conquista.
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