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:: ‘Notícias’

OS CONTRASTES DO FUTEBOL BRASILEIRO – jornalista Carlos Gonzalez

Membros do movimento “Bom Senso”, que foram recebidos em palácio, revelaram que a presidente Dilma Rousseff ficou “estarrecida” com os contrastes exibidos pelo futebol brasileiro, onde uma imensa maioria de jogadores passa oito meses do ano desempregada ou com os salários atrasados, aparentemente sustentada por clubes permanentemente em crise financeira, muitos deles dependentes de verbas da Caixa Econômica e de cotas da televisão. Entre os jogadores que foram a Brasília estavam o goleiro baiano Dida, campeão mundial em 2002, e o atacante Alex, do Coritiba.

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NA ESTRADA COM A LITERATURA

“ANÉSIA CAUAÇU”

CIDADE E UESB 003 - Cópia

O gênero literário tem um celeiro de talentos espalhados na região sudoeste do estado, mas ainda pouco reconhecido por nossa gente e pelos poderes públicos. Entre outros podemos citar o escritor e professor de Literatura da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – Uesb, Domingos Ailton, de Jequié, que recentemente lançou o livro “Anésia Cauaçu”.

Numa viagem pelo sertão de Jequié, através de pesquisas em jornais baianos e documentos do passado (período do final do século XIX ao ano de 1930), o autor apresenta a primeira mulher cangaceira e seu bando. A obra, em forma de romance, é uma ficção regional misturada à realidade.

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CURTA AS CURTAS

VÁ ENTENDER!

Num dia o ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, autor de “O Abuso de Poder do Estado”, manda soltar todos os acusados da operação “Lava-Jato” da polícia federal, no outro decide retorná-los à cadeia. Vá entender o humor dos poderes neste país! Explica-se que o motivo da libertação foi porque o ministro recebeu as informações adicionais dos processos do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara da Justiça Federal, no Paraná. Em plena era da informática e da tecnologia, eles (juízes) não conseguem se entender e se comunicar. Parece que estamos vivendo em outro planeta!

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NINGUÉM LIGA MAIS PRA ELES

CIDADE E UESB 004 - Cópia

Antes eram as fichas telefônicas e depois vieram os disputados cartões. Fazia-se filas para se conseguir uma ligação. Estou me referindo aos chamados “orelhões” (haviam também as gabines) que hoje estão abandonados nas ruas da cidade. Com o telefone móvel, o celular, ninguém liga mais pra eles.

Num percurso por todo centro da cidade de Vitória da Conquista nesta semana, não vi nenhuma pessoa procurar o velho “orelhão” para dar uma ligada, e nem adiantaria porque a maioria não funciona mais. Os aparelhos agora fazem parte do patrimônio decorativo das ruas e avenidas.

Há pouco mais de dez anos as reclamações eram direcionadas ao não funcionamento dos orelhões, e os cartões telefônicos eram negociados no mercado como moeda de troca. Hoje, ninguém liga mais se eles estão quebrados. 

A tecnologia avançou e atualmente a grande maioria dos brasileiros tem mais de um celular na mão. Segundo última pesquisa divulgada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil fechou o mês de abril com 273,6 milhões de linhas ativas na telefonia móvel, mais que a população do país.

O que não deixou de existir foi o mau serviço prestado pelas operadoras telefônicas. As ligações estão sempre caindo e em determinados locais nem adianta tentar falar com alguém. É isso aí: do velho sistema para o novo e, mesmo assim, o consumidor é sempre o penalizado e ludibriado.  

RACISMO NO ESPORTE (II) – jornalista Carlos Gonzalez

Fruto proibido desde os tempos de  Adão e Eva, a maçã, nos últimos anos, passou a bola para a banana, “arma” dos que praticam o hediondo crime de racismo, embora, para muitos atletas, principalmente os tenistas, a fruta, cultivada em 130 países, rica em potássio e fibras, seja uma fonte de energia, eliminando o cansaço físico e mental e mantendo os altos níveis de açúcar no sangue, proporcionando maior disposição durante as competições.

  Provavelmente, pelo alto preço, a banana não tem sido usada por torcedores preconceituosos nos estádios brasileiros. Nos campos da Europa é mais comum e os arremessos das arquibancadas são acompanhados de sons e gestos, imitando os gorilas. Jogadores africanos são os mais agredidos, mas, recentemente, ganharam destaque na imprensa episódios envolvendo o lateral Roberto Carlos, na Turquia, e o também lateral, o baiano Daniel Alves, na Espanha, além do árbitro Márcio Chagas da Silva.

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SEMANA DA COMUNICAÇÃO

CIDADE E UESB 010 - Cópia

Comentei outras vezes que a universidade, no caso local da nossa Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-Uesb, deve estar sempre  interagindo com a comunidade que foi a responsável pela sua criação. Não entendo, por exemplo, porque a Semana da Comunicação, uma iniciativa do Colegiado do Curso de Jornalismo, não poderia ser realizado no centro da cidade e aberto aos interessados da sociedade. Conhecimento deve ser compartilhado.

Bem, mas isso não é o caso específico da discussão. Mais uma vez, a Semana da Comunicação está na sua IX edição e foi aberta terça-feira (dia 20) recebendo o professor da Universidade Federal do Recôncavo, Sérgio Matos com quem tive a honra de trabalhar ao seu lado por muitos anos no jornal A Tarde.

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FORRÓ DE CANTORIA

FORRÓ DE CANTORIA 007

Êta, moço! Boa música de raízes da terra, misturadas ao melaço de cana, esse projeto “Forró de Cantoria” montado pelos compositores e cantores Mano Di Souza, Papalo Monteiro, Dorinho Chaves e sua ritmada banda de triângulo, zabumba e saxofone. Pode pegar a estrada que vai ser um sucesso por onde passar!

Pena que não tinha ainda uma multidão para aplaudir estes grandes artistas, mas os cabras fizeram um show e tanto na quinta-feira à noite (dia 15 de maio) no espaço do Theatro Carlos Jheovah. Numa mistura final de forró e cordel, o Forró de Cantoria encantou o público presente.

Foi um show imperdível de Mano Di Souza e Papalo Monteiro no violão, e Dorinho cantando e contando suas belas histórias.  O projeto está pronto, bonito e pode se espalhar neste mundão para propagar suas criações.

Temos aqui na terra de Elomar e Glauber Rocha grandes talentos musicais, pena que contam com pouco apoio dos poderes públicos e do setor privado. A população também precisa chegar junto e prestigiar a iniciativa.

Na ocasião foram apresentado os novos  CDs de Mano Di Souza e Dorinho Chaves, este em parceria com Alisson Menezes, que também estava lá acompanhando. Lídia Rodrigues estava empolgada e não parava de filmar o show. Precisamos despertar Vitória da Conquista para a cultura e reviver aqueles tempos das décadas de 50 e 60. Parabéns ao grupo!

QUE LEGADO?

Melhor seria que o governo Dilma do PT fizesse mea culpar e reconhecesse que a briga há sete anos para que o Brasil sediasse a Copa do Mundo foi um erro do que tentar convencer o povo que o evento vai deixar um legado de grande importância para a população. Que legado?

Isso é puro engodo e não dá pra colar diante dos fatos. O marqueteiro do governo bem que poderia mudar o discurso e encarar a realidade, pois o povo não está mais nessa. Grande legado para a Fifa que vai embolsar tudo em dólares e euros e deixar aqui estádios vazios. A esta altura muita gente esqueceu do estádio João Avelange que está lá todo enferrujado no Rio de Janeiro.

A verdade é que é lamentável dizer, mas estamos na boca de uma convulsão social de proporções não previsíveis. Nas ruas, as categorias de trabalhadores pedem aumentos salariais de 30%. Assim vai quebrar a banca, ou a economia que já está descendo pela ladeira, com a inflação subindo a outra.

Grupos mascarados quebram estabelecimentos comerciais e até a polícia militar, com suas greves inconstitucionais, abre espaço para os aventureiros de plantão fazerem saques e arrastões. O povo levanta bandeiras reivindicando melhorias na educação, na saúde e mais segurança.

Em 1970, em plena ditadura militar, o presidente Médici esguia estádios de  futebol em todos os estados, mas ninguém ousava contrariar ou contestar porque seria levado para os porões das torturas e lá sumia.

Estamos numa democracia (não é a ideal) e a presidente precisa aprumar o prumo para acalmar os ânimos e não ficar enganando que a Copa vai deixar um grande legado. A esta altura “Inês já é morta” e não dá mais para tapiar com pontuações que só fazem mais irritar e revoltar a população.

SOBRE NOSSAS FERROVIAS (III)

A LUTA PELA VOLTA DOS PASSAGEIROS

E O TREM SE FOI - Cópia

De Mapele para Camaçari já existem trilhos para o transporte de cargas. Em 2006, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) chegou a aprovar projeto de restauração das linhas para 15 regiões do Brasil entre municípios com mais de 100 mil habitantes dentro de uma extensão de 200 quilômetros das capitais.

A Bahia chegou a ser contemplada com os trechos Salvador – Alagoinhas (128 km) e Salvador Cachoeira (138 km). Os trens passariam por Camaçari (210 mil habitantes), Simões Filho (140 mil) e Alagoinhas (190 mil). Enquanto nada acontece, vários movimentos de Ongs, como o Movimento “Trem Ferro”, “Ver de Trem” (criado em 1991) lutam para a volta dos trens passageiros.

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NA ESTRADA COM A LITERATURA

Nosso blog “aestrada” não tem o propósito de ser noticioso, voltado ao factual, nem tem o caráter comercial, embora aceitamos qualquer colaboração e apoio para o seu sustento. Tudo isso já foi dito aqui na sua abertura. Nossa intenção é com o fazer pensar dialético, discutir e divergir através de textos críticos e opinativos, sem perder a atualidade midiática.

Aos poucos vamos criando espaços de discussão que serão permanentes, como colunas sobre literatura, cinema, teatro, música e demais linguagens artísticas. Agora mesmo estamos montando o espaço “Na Estrada com a Literatura”, para postagens de poesias, crônicas, contos, lançamentos de livros e autores (especialmente regionais) e críticas literárias.

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