:: jan/2020
MUITA SUJEIRA E PERTURBAÇÃO NA RUA “G” DO JARDIM GUANABARA
Há anos que os moradores da Rua “G” (Veríssimo Ferraz de Melo) – Jardim Guanabara, ou Felícia, estão sendo seriamente incomodados com a sujeira de um terreno vazio onde é usado para jogar sacos plásticos, telhas, entulhos de todo tipo, fezes e, mais recentemente, descarte de remédios e molambos de roupas. É um verdadeiro criatório do mosquito da dengue, insetos, baratas, escorpiões e até ratos que aparecem nas casas vizinhas.
Existe uma lei no código de postura do município, se não me engano, que obriga que os donos de imóveis vazios cerquem e cuidem de seus bens, sob pena de multas e outras punições. No entanto, a Prefeitura Municipal, através de sua Secretaria competente, ou incompetente, faz vistas grossas. Quando a coisa está bem feia, cheia de lixo, faz-se uma queimada, e aí, a ação é condenada. Então, temos que apelar para quem? Para o Papa?
Existe ainda na rua uma casa abandonada há mais de dez anos que deve ter todo tipo de sujeira, e já se tornou moradia de pombos. Tanto o terreno, como a casa são atentados à saúde pública, mas cadê os órgãos que deviam zelar para evitar doenças às pessoas que pagam impostos, inclusive o IPTU?
PARADISE
Outra coisa que tem perturbado os moradores da Rua “G” é o barulho infernal em finais de semana das festas da casa de eventos, denominada de Paradise. O som e a gritaria são ensurdecedores até o clarear do dia no estabelecimento, onde residem muitos idosos e crianças, sem contar que próximo funcionam o Hospital de Base, a UPA e a Policlínica.
Nem é preciso falar muita coisa para entender que uma casa de festas (virou até boate noturna) não deveria ter permissão do poder público para funcionar numa área residencial. Vai saber como o dono conseguiu um alvará da prefeitura! Fica por conta da imaginação.
Muitos moradores falam em fazer um abaixo-assinado para levar ao conhecimento do Ministério Público, da Delegacia Regional, da Polícia Militar e da própria Prefeitura Municipal para que tomem providências contra este absurdo.
Além do barulho, quando chega altas horas da madrugada, os festeiros bêbados fazem zoeiras na rua com o ronco dos motores de motos e carros. Houve uma vez que aconteceu até briga com tiros. Só vão fechar esta boate quando acontecer o pior. Há algum tempo, o nosso blog já publicou esta situação que tira o sossego dos moradores.
O SÍMBOLO DO NORDESTE EM EXTINÇÃO
Primeiro ele foi sendo substituído pelos gafanhotos motorizados, ou os cavalos de fogo, que estão espalhados em toda parte rural e urbana,. logo o jegue que atravessou o deserto até o Egito transportando a família sagrada, e tanto serviu ao nordestino no seu sustento do dia a dia Agora está em extinção sendo cruelmente morto para virar carne e pele para os chineses. Cadê os ambientalistas e os ditos protetores dos animais que só falam das tartarugas, das baleias, dos cachorros e gatos. Raro encontrar, mas o nosso símbolo do Nordeste, o inocente jumento se tornou uma espécie em extinção ainda servindo ao homem, como neste flagrante em Juazeiro da Bahia, carregando papelões e outros objetos recicláveis. Ninguém importa mesmo para os jegues e estão sendo vendidos baratos para os matadouros. O homem é mesmo um animal predador da pior espécie. Foto do jornalista Jeremias Macário
SEM ESSA DE NOVO
Amigo mano, sem essa de ano novo
Mesmo assim te desejo um novo ano
Na Sofia nada se cria, tudo se copia.
As luzes se apagaram, o show acabou
Você continua sendo escravo do patrão
O sinal indica não entrar na contramão
E o pássaro astronauta levanta seu voo.
O pobre continua sendo um estorvo
Meu camarada, não existe ano novo
No castelo assombrado pia o corvo
E o ano conta os meses e os santos dias
No calendário freguês das companhias.
Nas noites vagam as tristezas e alegrias
Os amores começam e se vão pelas vias
Ninguém mais aprecia noite de lua cheia
Preferem mesas suculentas da santa ceia
No sertão só vingam cacto e o mandacaru
E o homem labuta na terra o ano inteiro
Ronda no céu pela carniça o tenaz urubu
E nas cidades, só se vê retirante estradeiro.
Mano véio, sem essa de ano novo
Mesmo assim te desejo um novo ano
Seja bonito, corcunda ou como for
Siga o mais velho, amando a sua flor.















