CAVERNA VIRTUAL
Autoria do jornalista e escritor Jeremias Macário
Você é produto do meio,
Ilusão e devaneio,
Nessa caverna virtual,
De morcegos vampirescos,
Dentes dantescos,
Que sugam seu sangue,
Até a medula cerebral.
Desculpe companheiro,
Se meu verso não lhe agrada,
Pela lasca da pedrada.
Livre-se desse cativeiro,
Do influenciador superficial,
Seja mais racional
Fique aí em sua rede,
Com sua bicharada,
Como caça do caçador,
Nem sente mais fome e sede,
Alienígena social,
Do vazio virtual.
Ao invés de curtir na tela,
Veja a vista da sua janela,
Sua caverna virtual,
Cria taquicardia,
Morte lenta, passional,
Drogaria, psiquiatria,
Clique no amor presencial,
O resto é idolatria.











