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:: 4/nov/2016 . 23:53

ATRAVESSANDO A CHAPADA DIAMANTINA

Em viagens que sempre estou fazendo a Senhor do Bonfim e Juazeiro, na Bahia, para visitar parentes (minhas irmãs) minha filha Cintia Regina e amigos, atravesso a Chapada Diamantina pelas cidades de Ituaçu, Barra da Estiva, Mucugê, Andaraí, Rui Barbosa e nunca me canso de apreciar as belezas desta região que foi formada há bilhões de anos. Sempre levo minha companheira para clicar algumas imagens, umas lindas e outras nem tantas, como a buraqueira entre Mucugê e Andaraí que o Governo do Estado não se dispõe a consertar.  Em Juazeiro, tenho o Velho Chico como cartão postal, se bem que desgastado pelo o homem predador.

Um trecho da pista entre Mucugê e Andaraí está intransitável

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Carga perigosa de alimentos atravessando a Chapada rumo a outras cidades da região e até para o norte e nordeste.

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A Catedral de Juazeiro nos convida a um momento de reflexão sobre nossas vidas e o que o homem tem feito contra o meio ambiente, como a lenta destruição do Velho Chico que pede socorro, agora com sua vazão reduzida.

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A crise e o barco. Assim como vive o Velho Chico na espera de recursos para sua revitalização.

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Com suas frondosas árvores, a paisagem e a estrada são imagens bonitas, mas o risco é constante por causa da queda de galhos que estão inclinados e sem proteção. Não existe acostamento e muitas árvores precisam ser podadas na extensão entre a cidade de Mucugê até o acesso à BR-242, passando por Andaraí.

 

DAS BRASAS DA INQUISIÇÃO AO LEITO DA PEDOFILIA

Pesquisador e conhecedor dos meandros da Inquisição da Igreja Católica Apostólica Romana, que durou seiscentos anos, o advogado Evandro Gomes Brito, ativista estudantil na época do golpe civil-militar de 1964, faz mais uma reflexão sobre o tema em “Das Brasas da Inquisição ao Leito da Pedofilia”.

Trata-se de mais uma produção independente e esclarecedora sobre um capítulo tenebroso da Idade Média quando a Igreja Católica criou o Tribunal do Santo Ofício para punir os chamados infiéis, hereges e todos aqueles que contrariavam ou não concordavam com os ensinamentos e dogmas da instituição religiosa.

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Para elucidar os fatos, Evandro Gomes cita Anita Novinsky, autora de “Inquerindo a Inquisição,” especialista no assunto e fundadora do Centro de Estudos Inquisitoriais. Segundo ele, a censura escolar não permitiu que a história verdadeira fosse debatida nos estabelecimentos de ensino.

Conforme descreve Gomes, o Tribunal foi instalado no final do século XII, para investigar e combater as heresias, doutrinas contrárias aos ensinamentos da hierarquia romana. Sua origem seu deu no Concílio de Verona, em 1184, pelo papa Lúcio III (1182-1185) como inquisição episcopal.

Do final do século XII ao início do XIII, o destaque foi o papa Inocêncio III (1198 – 1216), que mandou Domingos de Gusmão, depois canonizado São Domingos, dizimar os albigenses no sul da França. O feito histórico foi enaltecido no Concílio de Latrão, em Roma (1215).

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Mais tarde, em 1229, no Concílio de Toulouse (França), o papa Gregório IX (1227 -1241) oficializou a “empresa macabra” ao fundar a “Inquisição Delegada”, através da qual a Santa Sé enviava representantes aos lugares “infectos” na luta contra os dissidentes da Igreja Católica. O papa Inocêncio IV (1243 – 1254), com a bula Ad Extirpanda, permitiu o uso da tortura, em 1252.

O padre Girolamo Savonarola foi garroteado e em seguida queimado na fogueira por ordem do papa Alexandre VI (Rodrigo Bórgia 1492 – 1503), por ter combatido a devassidão do pontífice romano que oficialmente ostentava duas amantes Vannozza Catanei e Giulia Farnese, tendo com a mesma, seis filhos, destacando César Bórgia e Lucrécia Bórgia. Alexandre VI foi o segundo filho do cardeal Rodrigo Bórgia com Vannozza e seguiu os passos do pai. O papa Inocêncio VIII (1484 – 1492) teve oito filhos.

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TODOS AO “LOMANTÃO NO DOMINGO

Carlos Albán González – jornalista 

O regulamento da Copa Governador do Estado, promovida pela Federação Bahiana de Futebol (FBF), garante a presença do campeão e vice, no próximo ano, na série “D” do Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil. Os finalistas terão que optar por um dos torneios nacionais. O Vitória da Conquista poderá conseguir uma dessas vagas, dependendo somente de um empate contra a Jacuipense, no próximo domingo, às 16 horas, no Estádio Lomanto Júnior.

Os ingressos para esse confronto pelas semifinais da Copa – o time conquistense venceu a partida de ida, por 2 a 1, atuando em Riachão do Jacuípe – já estão à venda. Chegou a hora dos amantes do futebol desta cidade e dos municípios vizinhos demonstrarem que o Vitória da Conquista é sua segunda paixão. A primeira é perceptível nas cores das camisas de clubes do Rio e São Paulo, exibidas, com orgulho, pelos conquistenses. Há até torcidas organizadas, cujos membros assistem aos jogos dos seus times nos canais Premiere, em encontros animados nos bares da cidade, regados com muita cerveja e espocar de fogos.

Vamos, portanto, substituir o rubro-negro do Flamengo ou o alvinegro do Corinthians pelo verde e branco do Conquista. Os quatro jogos (três vitórias e um empate) disputados pela Copa, segundo o presidente Ederlane Amorim, deram um prejuízo superior a R$ 7 mil, que pode ser coberto pela arrecadação de domingo, mesmo com as taxas abusivas cobradas pela FBF.  Fundado em dezembro de 1979, o Serrano cansou de esperar pelo apoio do torcedor e do empresariado. Em 2013, “arrumou as malas” e se mudou para Teixeira de Freitas, e, no ano seguinte, para Porto Seguro.

Correr atrás de patrocinadores é uma das cansativas atividades dos dirigentes dos clubes de futebol no Brasil. A Caixa Econômica Federal  (CEF) tem sido a grandes fonte de custeio de dezenas de times, inclusive de Bahia e Vitória. Cervejarias e bancos privados preferem investir em festas populares. Recentemente, um grande conglomerado financeiro patrocinou um torneio internacional de tênis em Nova Iorque. O Corinthians trocou a marca de uma cerveja nacional por uma espanhola, a mesma que patrocina Celta de Vigo e Deportivo La Coruña, clubes da Galicia. :: LEIA MAIS »





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