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:: 9/set/2016 . 0:24

POR UMA POLÍTICA CULTURAL PRÓPRIA

Antes de começar a falar sobre uma política cultural conquistense, daria um prêmio de um milhão de dólares para quem descobrir na propaganda eleitoral onde está o terminal de passageiros do novo aeroporto de Vitória da Conquista, cujo processo de licitação está completando um ano e quatro meses para ser divulgado.

Daria dois milhões para quem acertar o mês e o ano de conclusão da barragem de abastecimento de água da cidade e quando a educação será prioridade de qualidade. Quando vai terminar a reforma do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, fechado há dois anos? Fiquei envergonhado quando uma pessoa em Juazeiro me perguntou como estava o nosso centro em termos de atividades artísticas.

Bem, deixando de lado estas questões sempre pendentes e de grande importância para o município e região, atrevo-me a tratar da nossa cultura que continua sendo capenga e um objeto decorativo dos governantes, mais para enfeitar a mesa do que para incentivar, preservar tradições e disseminar conhecimento. Não me refiro apenas às festas juninas e natalícias, mas da criação de uma política cultural própria.

Vou procurar ser objetivo e ir direto ao assunto. Como em Salvador e outros municípios pelo Brasil, Conquista precisa ter também sua própria lei de incentivo à cultura que contemple todas as linguagens artísticas, como a música, o teatro, a dança, a literatura, as artes plásticas e as expressões populares diversas. O que temos hoje é muito pouco.

Falo de uma política planejada com projetos estruturantes que disponibilizem recursos orçamentários próprios destinados à realização dos nossos eventos culturais, tão carentes em Conquista, não dependendo tão somente das verbas estaduais e federais. Junto com a Câmara, Salvador, por exemplo, conta com a Lei de Incentivo à Cultura.

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MUNDIAL DE FUTEBOL DE SALÃO (OU FUTSAL)

Carlos Albán González – jornalista 

Realizado de quatro em quatro anos, o oitavo Campeonato Mundial de Futsal, organizado pela FIFA, está marcado para as cidades colombianas de Cáli, Medellín e Bucaramanga, no período de 10 de setembro a 1º de outubro, com a participação de 24 seleções. O Brasil é o maior vencedor  do torneio, com cinco títulos e um vice; a Espanha tem dois e três vices. Os campeonatos foram realizados na Holanda (1989), Hong Kong (1992), Espanha (1996), Guatemala (2000), Taipé Chinesa (2004), Brasil (2008) e Tailândia (2012).

O futsal, antigo futebol de salão, é quase tão popular no mundo quanto o futebol. Em qualquer cidade brasileira, o garoto dá seus primeiros chutes numa bola numa quadra de cimento ou de terra, com as traves em tamanho menor, em “babas” que obedecem as regras do futsal. Depois é que ele passa a disputar partidas de futebol, em campos de dimensões maiores.

Daí é que, os amantes do futsal não entenderem o porquê do esporte ainda não ter sido oficializado como olímpico, ao passo que, modalidades com pouca aprovação popular, como o golfe e o badminton, fazem parte da programação dos Jogos organizados pelo COI.

Curiosamente, foi o próprio Comitê que, em 2002, legitimou a vinculação do futsal à FIFA, que, desde 1989, sepultou a pioneira Federação Internacional de Futebol de Salão (Fifusa), responsável pelos mundiais de 1982, 1985 e 1988, ganhos, respectivamente, pelo Brasil, Espanha e Austrália. 

A fase preliminar do Mundial da Colômbia será disputado por Colômbia, Uzbequistão, Portugal e Panamá, no grupo “A”; Tailândia, Rússia, Cuba e Egito, no grupo “B”; Paraguai, Itália, Vietnã e Guatemala, no grupo “C”; Brasil, Ucrânia, Moçambique e Austrália,  no grupo “D”; Argentina, Cazaquistão, Ilhas Salomão e Costa Rica; Espanha, Irã, Marrocos e Azerbaijão. Avançam para as oitavas de final as duas primeiras equipes de cada grupo e as melhores quatro seleções colocadas em terceiro lugar na etapa preliminar. :: LEIA MAIS »





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