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:: 5/nov/2025 . 23:31

A ECOLOGIA E A ESTUPIDEZ DA ECONOMIA

O governo federal está gastando milhões (falam em cerca de 700 milhões) com a COP30, em Belém, onde a estupidez da economia fala mais alto e vira as costas para a ecologia, caso específico dos imperialistas norte-americanos, do maluco Donald Trump, que nega o aquecimento global, incentiva mais indústrias poluidoras e a extração de combustíveis fósseis.

É a força da economia que desdenha da natureza, só que ela não perdoa e a primeira levará a humanidade à destruição. A maioria das nações, principalmente as mais desenvolvidas, como os Estados Unidos, nem está aí para o futuro das novas gerações.

O consumidor insensato, que tem o dinheiro como seu deus, também faz o mesmo. O capitalista avarento só pensa em obter o lucro, não importando se por meios ilícitos, com sua exploração predatória e corrupta, ao ponto de se esquecer que existe a morte.

As multinacionais imperialistas, incluindo aí seus governantes negacionistas, chegam a comprar cientistas a peso de ouro, para disseminar ideias falsas e contrárias à realidade das mudanças climáticas. São treinados como cães para dizer ao mundo que o aquecimento global não passa de uma falácia e tome fake news.

Quando falo de imperialistas gananciosos ainda com ideologias colonizadoras, como os ianques que se consideram enviados de Deus, não se trata de um discurso arcaico e atrasado. O cenário está aí e só não enxerga quem prefere a cegueira ao invés de encarar o real.

A humanidade está se autodestruindo e construindo seu próprio apocalipse, que vem há séculos depredando, impiedosamente, a natureza. Não será preciso que Deus desça deslizando entre as nuvens em meio aos raios e trovões para o juízo final, como na canção profética de “O Trem”, do roqueiro baiano Raul Seixas.

Sobre essas conferências do clima, como a de Belém, em meio a catástrofes e tragédias, com gastos exorbitantes, navios luxuosos, shows de estrelas, cobranças escandalosas de hospedagem das redes hoteleiras, seguranças máximas para os chefes de Estados (muitos deixaram de vir), elas estão desacreditadas e terminam em promessas que não serão cumpridas.

Como forma de dar um bom exemplo e até pedir perdão pelas agressões ao meio ambiente e ao extermínio de milhões de pessoas, por que esses conferencistas não fazem suas conferências em ocas indígenas, choupanas, cabanas, casas de taipas num enorme galpão de chão batido?

As próprias conferências, por incrível que pareçam, priorizam o consumismo exacerbado e até contribuem para mais emissão do gás carbônico no planeta. Infelizmente, são frustrantes porque, depois de assinarem os termos dos documentos, todos retornam para suas casas e pouco fazem para reduzir as temperaturas climáticas.

Depois de séculos de destruição para obter riquezas e elevar o consumismo, inclusive com guerras genocidas e o uso de armas tecnologicamente sofisticadas, com suas bombas de substâncias químicas, não acredito mais nessa de virar o jogo, que ainda há tempo para recuperação, quando a natureza vem dando claramente seus sinais de revolta e que não mais suporta a mão mortífera do homem.

É a estupidez da teoria econômica da elevação cada vez maior do PIB, do crescimento global, da luxúria dos mais ricos e poderosos e da insensatez do consumismo que estão sufocando a mãe terra, cuja natureza deixou de ser bem-estar da vida, para se tornar em morte.

Não existe mais convívio de um respeitar o outro, ser alimento mútuo, mas desarmonia, desagregação e canibalismo por parte dessa humanidade que sempre se comportou como superior à criação. É essa estupidez da economia que será extinta pela força da natureza lacerante porque foi ferida mortalmente.

OS MOSQUITINHOS CERVEJEIROS

Segundo estudos (não sei de quem), beber cerveja pode aumentar significativamente a sua atratividade para os mosquitos. Sempre fiquei invocado e intrigado, sem saber o motivo dos mosquitinhos adorarem uma cerveja e, ao mesmo tempo, chateado por pousarem em meu líquido precioso, um dos mais antigos do mundo.

Vão gostar de cerveja assim no “raio que o parta”! São mais cervejeiros que eu. Na minha observação singular, onde tem muitas plantas e mato, lá estão eles à procura de uma cervejinha. Pior que pousam, ficam logo bêbados e morrem. Tenho até pena e raiva!

– Deixa os bichinhos, não fazem mal nenhum e servem até como tira-gosto. Dizem até que são bons para a saúde. O sangue fica mais afinado na mistura com o lúpulo, o malte e a água, sem considerar que dá poesia e canção.

Coisa de um amigo meu debochado quando fiz uma abordagem sobre o assunto filosófico, ou científico sobre os mosquitinhos terem tanta atração por cerveja, por vinho, uísque e cachaça   também.

Para evitar sua companhia indesejada e tomar minha cerveja sossegado, sempre coloco uma proteção no copo, mas é só dar uma facilitada e lá estão eles. Às vezes seguem até sua boca e você ingere o danado.

“Eu sou a mosca que pousou em sua sopa” – assim falou o nosso “Maluco Beleza”, baiano roqueiro, em sua bela canção. No vácuo da sua inspiração, eu sou o mosquito que pousou em sua cerveja.

Um mosquitinho deve ser uma milésima parte de uma mosca, que também gosta de cerveja e se embebedar. Raul Seixas, que gostava muito de tomar umas e outras, até que poderia ter trocado a mosca perlo mosquito.

Diz uma pesquisa, feita por algum “cientista” desocupado, que os mosquitinhos são atraídos pela cerveja, principalmente, porque o consumo do álcool aumenta a emissão de substâncias atrativas, como o gás carbônico (CO2) e o etanol no suor, além de liberar cairomônios (substâncias químicas de odor), atuando como sinalizador para os insetos, indicando a presença de uma refeição.

Por falar em CO2, faço logo uma ligação com a natureza, pois o gás carbônico e o metano causam o efeito estufa e, consequentemente, o aquecimento global.

Interessante é que eles frequentam mais as periferias, os bairros mais pobres, vilarejos e nas roças. Eles são escassos nos centros das cidades. Devem parte do grande clube brasileiro das desigualdades sociais.

Esses mosquitinhos com cerveja estão é me deixando grogue, pois já estou entrando em outros assuntos controversos de meio-ambiente e sociologia. Coisa de louco!

O pesquisador explica que beber poder levar ao aumento da exalação do CO2 e a liberação do ácido lático no suor, que são fatores que atraem os mosquitos.

Então é cara que atrai os mosquitos ou é a cerveja? Acho que já estou é trocando as bolas. O consumo da bebida pode alterar o odor corporal, liberando cairomônios (nome estrambólico) que chama os insetos, como mosca em visgo de jaca.

Melhor deixar isso de mosquito e mosca pra lá. Não sei para que fui escarafunchar essa coisa de mosquito gostar de uma cerveja. Eles também são criaturinhas com direito a degustar uma bebidinha, como os humanos. Direitos iguais, caramba!

Eu vou é saborear minha cerveja gelada, descontrair a mente, refrescar do calor e ficar longe dos problemas, que não são poucos. Quem sabe, talvez eles aparecem com a boa intenção de avisar que beba moderado e terminam caindo na farra. Coitados dos mosquitinhos, nem têm tempo de curtir.





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