:: 31/out/2016 . 9:23
RICO EM DINHEIRO PARA AS CASTAS E TÃO DESIGUAL NO CORTE DOS GASTOS!
A PEC 241 dos 20 anos de cortes nos gastos públicos é o maior pecado mortal de todos os mandamentos fazendários de um país contra a educação e a saúde, principalmente a partir de 2018. É o método irracional mais simples de uma oligarquia burguesa egoísta para não bulir nas mordomias dos marajás entranhados há séculos nas três castas dos poderes. É mais um corte drástico da ração dada à plebe para que a deles continue vitaminada. É como rifar a criadagem para sustentar o castelo e seus reis e rainhas.
Ora, o Brasil tem o Congresso Nacional (um Senado que pode ser dispensado) mais caro do mundo (cada parlamentar gasta mais de 200 mil reais por mês, sem contar as assembleias e as câmaras de vereadores) e um judiciário (fora o Supremo Tribunal Federal) com 14 milhões de processos em tramitação que leva 79 bilhões de reais por ano dos contribuintes. A maior mentira é dizer que todos os poderes serão afetados.
O executivo tem milhares de comissionados e marajás que ganham salários indecentes se comparados aos de um mestre ou doutor, sem falar do mínimo passa fome que torna este país tão desigual, violento e injusto. As grandes fortunas e heranças não são tributáveis e o governo não quer cobrar as dívidas bilionárias dos grandes sonegadores porque dá muito trabalho e incomoda a elite que alicerça e sustenta o poder, ou os poderes. Nem tampouco o governo se dispõe realizar uma auditoria independente na dívida pública que já superou os três trilhões de reais.
Bastaria fazer esta manobra do cortar esta gordura obesa e cobrar de quem deve milhões e bilhões de reais e não seria necessário editar esta PEC do pecado mortal que vai garrotear mais ainda a educação e a saúde. O Brasil é um país rico em dinheiro onde as taxas de juros estão entre as mais altas do mundo e se tem uma das piores gestões de controle dos gastos, sem contar o criatório de monstros que se alimentam da corrupção.
No apertar da corda que já enforca o povo, vamos continuar pagando o máximo para um Estado que nos vai dar o mínimo do mínimo. Todo brasileiro que nasce já é por natureza um endividado, e os mais pobres quando morrem nos corredores dos hospitais, ou fora deles por falta de atendimento médico, não têm dinheiro para pagar os sete palmos do chão. É mais um Zé ninguém que se vai. A prática do genocídio serve de delírio para a elite.
Vamos citar aqui algumas distorções gritantes de uma política torta para manter a casta dos poderes, o monstro de três cabeças. A dívida pública brasileira chegou a três trilhões de reais em setembro com a colocação de títulos no mercado acima do valor gasto com o pagamento de títulos vencidos, além das despesas com juros.
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