:: 5/jan/2026 . 22:22
EU ACUSO…
Depois da II Guerra Mundial, a partir de 1946, os Estados Unidos, uma nação prepotente e arrogante, cujos presidentes se acham enviados de Deus donos do mundo, já realizaram mais de 80 intervenções na base da força militar em países diferentes (só os mais fracos), com pretextos diferentes para se apropriar de suas riquezas e impor adesão aos seus sistemas e regimes.
Desde sua independência, em 1776, criaram 13 colônias. Somente no Vietnã, em 30 de abril de 1975, eles foram expulsos e o norte e o sul foram unificados. Sua população guerreira e brava saiu das ruínas e ergueu o país. Em 1954 dividiram a Coréia em duas e, em outras nações, causaram desagregação, fome e a miséria.
Em todos países invadidos, pelo que se saiba, nenhum deu certo e seu povo passou a viver em piores condições, como Iraque, Afeganistão, Líbia, Filipinas e em vários países da América Latina que eles consideram como se fosse seu quintal. Desde os anos 60, os yanques oprimem Cuba com boicotes econômico e social.
A lista de atrocidades e crimes internacionais é vasta e é por isso que acuso os Estados Unidos e seu povo de assassinatos, terrorismo, massacres indiscriminados, piratarias em mares e na terra, atentados contra os mais africanos, de agirem como bandidos, salteadores, predadores, sanguinários e responsáveis por depredar o meio ambiente provocando o aquecimento global.
Eu acuso os Estados, que hoje vive uma ditadura nazifascista do Donald Trump, ao banco dos réus, incluindo todas instituições (Congresso, Justiça, entidades empresariais, dentre outras) que o apoiam. É uma nação perversa, cruel, psicopata, de alta periculosidade que deveria ser isolada e confinada a um campo de concentração ou a uma prisão perpétua.
Em acuso os Estados Unidos como uma cultura nefasta, contagiosa, de gente avarenta, imperialista que se acha superior aos outros. Acuso como a terra do mal onde só causa dores e sofrimentos. Acuso os Estados Unidos pelo seu sadismo, sua ganância, por ter exterminado os povos originários, por canibalismo e se alimentar do sangue dos outros. Acuso os Estados Unidos por não serem humanos, pela sua selvageria que devem ser eliminados da terra.
Como latino, acuso os Estados Unidos por terem disseminado ditaduras, torturas e milhares de mortes nos anos 60 e 70 nas Américas Central e do Sul, roubando nossos ideais, nossos sonhos e por nos deixar ainda mais atrasados. Eu me considero uma de suas vítimas e jamais porei meus pés naquela terra amaldiçoada.
Acuso por ter se juntado ao genocida carniceiro do primeiro-ministro de Israel, para massacrar, com requintes de barbaridades, os palestinos através das bombas e da fome, destruindo toda faixa de Gaza. Acuso por serem bárbaros em pleno século XXI.
Eu acuso esses facínoras pela mais recente invasão à Venezuela e sequestro do seu presidente Maduro, por mais que não concorde com suas arbitrariedades e seus métodos de subjugação, sob pretexto de narcotraficante, com justificativas semelhantes e evasivas como agiram no Panamá há 35 anos.
Mesmo o mais idiota terráqueo sabe lá no fundo que não é correto um país invadir o outro e sequestrar o presidente, mas ele é movido pela cegueira e questão pessoal. Quem apoia uma intervenção militar estrangeira em seu país é um traidor. A lei é clara e não pairam dúvidas. Não existem motivos que justifiquem tal ação criminosa.
Por que os norte-americanos não invadem a Rússia e prendem o Putin que invadiu a Ucrânia há quatro anos e é bem pior que o Maduro? É um tirano opressor de seus opositores (mata por envenenamento) e foi julgado pelo Tribunal Internacional de Águia por cometer crimes contra a humanidade. Se eles forem lá recebem bombas nucleares.
Atacaram a Nicarágua, El Salvador, São Domingos e agora ameaça a Colômbia e o Brasil, numa América do Sul polarizada onde canalhas aprovam a ação do Trump. Primeiro foram os espanhóis e portugueses, mas a colonização bárbara não acabou. As veias da América Latina continuam abertas a jorrar sangue humano.
Com acusações vazias e mentirosos de possuir armas químicas de destruição em massa, o Bush agiu da mesma forma no Iraque até matar o seu presidente. Eles fizeram o mesmo na Líbia com o Kaddaf, cujo país vive hoje dividido em guerra civil. Os Estados Unidos são os verdadeiros terroristas do mundo. Os grupos que revidam são de resistência contra séculos de opressão.
Antes foi a guerra fria quando Estados Unidos e Rússia ficaram com a maior fatia do bolo que lhes cabiam depois da II Guerra. Além dos bens materiais saqueados, o primeiro ficou com a América Latina e parte da Europa. O outro com o Leste Europeu.
Depois da queda do Muro de Berlim, entre 1989/90, os Estados Unidos ficaram ainda mais fortalecidos, com maior poder de fogo, mas tínhamos líderes mais fortes e temidos. Mudou a geopolítica e agora temos o quarteto dos Estados Unidos (Trump), Rússia (Putin), China (Xi Jinping) e Israel (Benjamin Netanyahu, o “Bibi”) que faz os conluios e acordos onde cada um fica com sua parte. A Rússia fica com a Ucrânia e a China com Taiwan (Ilha Formosa).
Temos hoje uma Europa enfraquecida, bem como os organismos internacionais que só sabem lamentar e condenar através de palavras diplomáticas. Se a FIFA fosse séria e firme, seria hora de cortar os Estados Unidos de ser uma das sedes da Copa Mundial de Futebol, mas um dia virá a sua queda, como ocorrem com o império romano e o britânico.
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