O PRESIDENTE QUE O BRASIL PRECISA PARA ACABAR COM A BANDIDAGEM
Diante desse quadro promíscuo em que vivemos na política polarizada, de tanto ódio e intolerância, muitas vezes ouvimos alguém dizer que precisamos de um presidente que seja poeta ou filósofo, para colocar este país no caminho da justiça social, da ética e da honradez. Antes de qualquer coisa, que seja honesto. Não importa se de esquerda ou de direita, não a extremista fascista fanática. O povo já não aguenta mais com tantos desmandos e bandidagens!
Às vezes, fico a pensar comigo mesmo de que precisamos de um presidente sem ambição em se perpetuar no poder ou fazer seu substituto. Um líder comandante que seja destemido e não tenha medo de perder o cargo, sem essa de fazer pacto com o diabo para manter a tal da governabilidade. Parece uma utopia, mas seria possível realizar a distopia desse sistema, não necessariamente com mão de ferro.
Não seria um presidente ditador, populista ou assistencialista, apenas que falasse democraticamente a língua do povo. Um presidente que tivesse a coragem de quebrar com todas essas amarras e alianças oportunistas velhacas e formasse o seu próprio ministério com pessoas competentes e comprometidas com o Brasil e não com seus interesses individuais. Um presidente destemido que suportasse as críticas.
Imagino um presidente que tivesse a coragem e a “valentia” de um sertanejo brabo para criticar, de peito aberto, dando nome aos bois, os bandidos que compõem a maioria desse Congresso Nacional de pervertidos, sem medo de ameaças de ser cassado. Um presidente que botasse a boca no trombone e falasse a verdade, doesse em quem doesse. Um cabra de “sangue no olho”.
Um presidente que por decretos ou projetos propusesse cortar todas as mordomias e orgias dessas três castas dos poderes executivo, judiciário e legislativo, mesmo que suas propostas fossem rejeitadas e criticadas por esses canalhas que vivem às custas dos trabalhadores. Que cortasse metade dos feriados e acabasse com essa pilantragem dos feriadões, os tais enforcamentos. Com certeza, mesmo que demorasse um pouco para entender suas posições, o povo ficaria ao seu lado e apoiaria suas medidas.
A grande maioria se engajaria nessa empreitada de fazer do Brasil um país sério, e não essa república de bananas. Entendo que o Brasil precisa de um presidente que apresente para toda população um projeto de reforma eleitoral que acabe de vez com esse coronelismo do voto, não esses projetos tampões ou remendos que esses embusteiros do Congresso aprovam em épocas eleitoreiras.
Queremos um presidente que procurasse, por todos os meios possíveis, derrotar essa cabroeira que faz da política um meio de vida e de negócio, inclusive elementos que se dizem de esquerda, mas não passam de aproveitadores da ingenuidade do povo. Um presidente que condenasse veementemente esse processo criminoso de emendas parlamentares.
Nada de fazer negociações esdruxulas para agradar as elites burguesas e oligarcas que sempre sugaram nossas riquezas e contribuíram para aprofundar as desigualdades sociais onde a miséria não passa de entulhos. Um presidente que combatesse esse agro predador e esse sistema financeiro selvagem.
Precisamos de um presidente sem esse jogo duplo, de ser mãe dos pobres e pai dos ricos. Basta de tanto dar, sem ensinar a pescar. Poderia até não ficar muito tempo no poder, mas ficaria para sempre na história como o presidente que enfrentou os dragões diabólicos e tentou acabar com o banditismo do colarinho branco e das organizações narcotraficantes que hoje estão de mãos dadas depenando nosso país.
Não é esse PT ou essa esquerda que aí está, que faz alianças com essa gente fedorenta facínora, que vai consertar o Brasil e exterminar esse câncer epidêmico da corrupção e da malandragem desembestada. Esse Governo está apenas abrindo a porteira para a boiada passar. Por que não mudar e enfrentar os malignos junto com o povo, sem acordos e pactos sujos?











