{"id":9257,"date":"2024-03-27T22:17:36","date_gmt":"2024-03-28T01:17:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/?p=9257"},"modified":"2024-03-27T22:18:16","modified_gmt":"2024-03-28T01:18:16","slug":"uma-capital-vertical-planejada-e-arborizada-no-coracao-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/2024\/03\/27\/uma-capital-vertical-planejada-e-arborizada-no-coracao-do-brasil\/","title":{"rendered":"UMA CAPITAL VERTICAL, PLANEJADA E ARBORIZADA NO CORA\u00c7\u00c3O DO BRASIL"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7301.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-9258\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7301.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7301.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7301-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Vamos viajar de An\u00e1polis numa rodovia duplicada at\u00e9 Goi\u00e2nia de Goi\u00e1s, deixando um pouco para tr\u00e1s a velha Goi\u00e1s, da poetisa Cora Coralina. Aqui neste estado nasceu a nova capital do Brasil no in\u00edcio dos anos 60 pelo vision\u00e1rio Juscelino Kubistchek. At\u00e9 hoje existe a pol\u00eamica se foi um projeto acertado ou n\u00e3o a transfer\u00eancia do Rio de Janeiro para Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>Bem, em Goi\u00e2nia, come\u00e7amos pelo Centro Cultural Oscar Niemeyer, como todos sabem, um arquiteto de n\u00edvel internacional que n\u00e3o precisa de apresenta\u00e7\u00f5es. No estacionamento e naquele cen\u00e1rio de concreto, numa \u00e1rvore, um passarinho de papo amarelo (n\u00e3o sei bem se era um can\u00e1rio) nos recepciona com sua linda cantoria e at\u00e9 pousou para minhas lentes fotogr\u00e1ficas. Um sinal de que o dia seria positivo como viajante.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7303.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-9259\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7303.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7303.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7303-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Logo na entrada do imponente pr\u00e9dio aparece a figura de uma concha emborcada ou uma oca, um anfiteatro que nos remete ao Congresso Nacional. Ao lado, um amplo espa\u00e7o onde todos os anos \u00e9 erguida a \u00e1rvore natalina com shows musicais e espet\u00e1culos referentes \u00e0 data.<\/p>\n<p>No edif\u00edcio que faz parte do conjunto arquitet\u00f4nico, no primeiro ou segundo andar, quem nos acolhe \u00e9 uma biblioteca com mais de 20 mil volumes, com uma ala para a categoria infantil e outra para adultos. Tudo bem organizado como manda o figurino.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7304.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-9260\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7304.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7304.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7304-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Duas simp\u00e1ticas bibliotec\u00e1rias nos atendem com largos sorrisos para explicar as salas de pesquisas visitadas por estudantes, professores e intelectuais interessados em realizar pesquisas e leituras de variados g\u00eaneros liter\u00e1rios. Em harmonia, o virtual com o tradicional de papel se complementam com os computadores. Sou mais conservador e prefiro as obras impressas.<\/p>\n<p>Talvez porque chegamos um pouco cedo, o espa\u00e7o estava vazio, mas logo me chamou a aten\u00e7\u00e3o a presen\u00e7a de duas crian\u00e7as acompanhadas de seus pais. Num pa\u00eds t\u00e3o carente em termos de leitores, aquilo me deu a sensa\u00e7\u00e3o de que nada est\u00e1 perdido e n\u00e3o podemos desanimar sobre um futuro melhor para nosso Brasil, se bem que minha idade n\u00e3o permite mais pensar nisso. Vamos levar muito tempo para reconquistar a efervesc\u00eancia do saber e do conhecimento.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7306.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-9261\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7306.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7306.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7306-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Na capital dos sertanejos &#8211; estava \u00e1vido para conhecer as lojas de chap\u00e9us, cintos, camisas, botas e outros acess\u00f3rios de pe\u00e7as alusivas ao estilo. O que mais me chamou a aten\u00e7\u00e3o foram as largas avenidas e ruas de altos pr\u00e9dios, mas todas arborizadas, sem falar nos bosques do Are\u00e3o e o Parque da Vaca.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7307.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-9262\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7307.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7307.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7307-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Como sou apaixonado por coisas do sert\u00e3o, sendo um nordestino e catingueiro da gema, com muito orgulho, se fosse um endinheirado ou tivesse ganhado na Mega-Sena, confesso que contrataria uma carreta e levaria uma casa comercial s\u00f3 de itens sertanejos, vaqueiros e boiadeiros.<\/p>\n<p>Senti o cheiro das boiadas e comitivas da antiga novela Pantanal, da Manchete. \u00a0Para n\u00e3o ficar de m\u00e3os vazias me contentei em comprar um chap\u00e9u para completar minha modesta cole\u00e7\u00e3o que enriquece nosso Espa\u00e7o Cultural A Estrada.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7312.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-9263\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7312.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7312.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7312-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Entre as capitais que j\u00e1 conheci e conhe\u00e7o nesse pa\u00eds continental de tantas diversidades culturais, incluindo a velha Salvador onde morei por mais de 20 anos, o que mais me impressionou foi a limpeza e o planejamento (n\u00e3o vi moradores de ruas e nem favelas nas periferias).<\/p>\n<p>Nos bares, restaurantes e locais por onde passamos (Vandilza, meu Filho Caio, sua esposa Larissa e meu fofo neto Samuel de tr\u00eas anos), senti a hospitalidade e cordialidade das pessoas, n\u00e3o que n\u00e3o exista isso em outras cidades. Tirei uns dedos de prosa com um gar\u00e7om baterista de uma banda.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7318.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-9264\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7318.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7318.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7318-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Vamos seguir nossa trajet\u00f3ria \u201c\u00e9pica\u201d no pr\u00f3ximo \u201cdi\u00e1rio\u201d descrevendo a cultura, o patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, as paisagens de morros, as aratacas da Velha Goi\u00e1s, terra da famosa poetisa Cora Coralina e que sofreu fortes enchentes h\u00e1 pouco tempo, tornando-se not\u00edcia nacional. Temos muitas coisas e surpresas para contar. Nos aguarde.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7323.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-9265\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7323.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7323.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/DSC_7323-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vamos viajar de An\u00e1polis numa rodovia duplicada at\u00e9 Goi\u00e2nia de Goi\u00e1s, deixando um pouco para tr\u00e1s a velha Goi\u00e1s, da poetisa Cora Coralina. Aqui neste estado nasceu a nova capital do Brasil no in\u00edcio dos anos 60 pelo vision\u00e1rio Juscelino Kubistchek. 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