{"id":8816,"date":"2023-11-21T00:03:33","date_gmt":"2023-11-21T03:03:33","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/?p=8816"},"modified":"2023-11-21T00:03:42","modified_gmt":"2023-11-21T03:03:42","slug":"treze-anos-de-historia-que-comecou-como-vinho-vinil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/2023\/11\/21\/treze-anos-de-historia-que-comecou-como-vinho-vinil\/","title":{"rendered":"TREZE ANOS DE HIST\u00d3RIA QUE COME\u00c7OU COMO &#8220;VINHO VINIL&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/DSC_6004.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-8817\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/DSC_6004.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/DSC_6004.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/DSC_6004-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>S\u00e3o treze anos de hist\u00f3ria cultural que nasceu do encontro entre os amigos Jeremias Mac\u00e1rio, Mannu Di Souza e Jos\u00e9 Carlos D\u00b4Almeida que tiveram a ideia de criar o grupo \u201cVinho Vinil\u201d. Isto ocorreu em 2010 num bate-papo descontra\u00eddo entre uns comes e bebes festivo. Para comemorar esses treze anos, decidimos realizar um document\u00e1rio como forma de registrar sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Como a pr\u00f3pria denomina\u00e7\u00e3o j\u00e1 diz, o objetivo era unir as duas coisas, mas com o prop\u00f3sito principal de valorizar o velho vinil. A ordem era n\u00e3o se ouvir m\u00fasicas de outras m\u00eddias, tocar viola e nem tomar outra bebida que n\u00e3o fosse o vinho.<\/p>\n<p>N\u00e3o demorou muito e outras pessoas foram se juntando ao grupo. Em pouco tempo, o \u201cVinho Vinil\u201d se transformou num sarau, com cantorias variadas, declama\u00e7\u00e3o de poemas, conta\u00e7\u00e3o de causos e a libera\u00e7\u00e3o de se tomar outras bebidas, mas o vinho permaneceu como carro-chefe.<\/p>\n<p>O \u201cVinho Vinil\u201d tomou outras propor\u00e7\u00f5es e formatos se tornando \u201cSarau a Estrada\u201d, realizado no Espa\u00e7o Cultural que leva o mesmo nome, sempre com um tema central na abertura. Durante sua exist\u00eancia, os participantes acreditam que seja o sarau mais longevo em Vit\u00f3ria da Conquista.<\/p>\n<p>Mesmo no per\u00edodo da pandemia da Covid-19 (2020\/22), quando as pessoas foram obrigadas a se isolar para n\u00e3o serem contaminadas, o Sarau A Estrada continuou a funcionar de forma virtual atrav\u00e9s de lives e produzindo v\u00eddeos de textos po\u00e9ticos autorais, nas pessoas de Jeremias Mac\u00e1rio, Vandilza Gon\u00e7alves e D\u00b4Almeida.<\/p>\n<p>Como resultado, foram gravados dois curtas-metragens (\u201cCoronavid\u201d e \u201cBrasil, Nunca Mais\u201d) de mais de 20 minutos cada, sendo que um deles foi contemplado num edital da Prefeitura Municipal de Conquista. Esses v\u00eddeos foram distribu\u00eddos em redes socais e entre o grupo do sarau.<\/p>\n<p>Durante esses anos, al\u00e9m do lan\u00e7amento de um CD com m\u00fasicas e poemas autorais, bem como uma apresenta\u00e7\u00e3o no Teatro Carlos Jheovah, debatemos quest\u00f5es culturais, pol\u00edticas e sociais abordando diversos temas, como educa\u00e7\u00e3o, carnaval, cultura conquistense, os movimentos pol\u00edticos de 1968, folclore nordestino, literatura, escritores do Nordeste, hist\u00f3ria da m\u00fasica popular brasileira, escravid\u00e3o, o povo cigano, Greg\u00f3rio de Mattos, Castro Alves, cordel, cinema, Glauber Rocha, dentre tantos outros. Como o sarau \u00e9 eminentemente cultural, evitamos colocar em discuss\u00e3o pol\u00edtica partid\u00e1ria.<\/p>\n<p>Com a participa\u00e7\u00e3o de estudantes, jovens, artistas em geral, intelectuais, professores e demais interessados, o Sarau A Estrada tem hoje sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria e identidade, sob o comando de uma comiss\u00e3o organizadora.<\/p>\n<p>Nesses treze anos de funda\u00e7\u00e3o ocorreram muitos fatos interessantes e curiosos, como lan\u00e7amento de um filme e livros, os quais merecem uma cr\u00f4nica ou um artigo liter\u00e1rio. Muitos, inclusive, j\u00e1 sugeriram o seu tombamento municipal por se tratar de um evento de utilidade p\u00fablica.<\/p>\n<p>Nas lentes das m\u00e1quinas fotogr\u00e1ficas e dos celulares, nos debates de diversos temas, no bate-papo fraternal e acalorado, nas conta\u00e7\u00f5es de causos, nos casos de pessoas que aqui pernoitaram, nas pessoas que j\u00e1 partiram para o outro lado, nas declama\u00e7\u00f5es de poemas, nas cantorias dos violeiros, nos amores encantados e nas trocas de ideias, o \u201cSarau A Estrada\u201d \u00e9 conhecimento, saber e aprendizagem. Como j\u00e1 foi dito, o evento \u00e9 realizado no Espa\u00e7o Cultural A Estrada de dois em dois meses de forma colaborativa e democr\u00e1tica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o treze anos de hist\u00f3ria cultural que nasceu do encontro entre os amigos Jeremias Mac\u00e1rio, Mannu Di Souza e Jos\u00e9 Carlos D\u00b4Almeida que tiveram a ideia de criar o grupo \u201cVinho Vinil\u201d. Isto ocorreu em 2010 num bate-papo descontra\u00eddo entre uns comes e bebes festivo. 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