{"id":6629,"date":"2022-01-31T22:50:29","date_gmt":"2022-02-01T01:50:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/?p=6629"},"modified":"2022-01-31T22:51:04","modified_gmt":"2022-02-01T01:51:04","slug":"ate-a-rapadura-subiu-de-preco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/2022\/01\/31\/ate-a-rapadura-subiu-de-preco\/","title":{"rendered":"AT\u00c9 A RAPADURA SUBIU DE PRE\u00c7O"},"content":{"rendered":"<p>Nem mais a feira livre \u00e9 ref\u00fagio para os pobres de poder aquisitivo menor, visando fazer uma economia no or\u00e7amento familiar. Semana passada estive na \u201cFeirinha\u201d do Bairro Brasil e senti na pele a carestia. Mo\u00e7o, at\u00e9 a rapadura teve uma alta de 100% e em rela\u00e7\u00e3o h\u00e1 dois meses. Um tijolo que custava R$5,00 agora est\u00e1 por R$10,0, e dif\u00edcil de ser encontrado porque os barraqueiros se recusam a comprar o produto catingueiro.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/IMG_0010.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6630\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/IMG_0010.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"366\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/IMG_0010.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/IMG_0010-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>At\u00e9 h\u00e1 pouco tempo era vantagem fazer compras de frutas, verduras e folhas na feira porque os pre\u00e7os eram bem mais baixos do que nos supermercados. Atualmente, com a infla\u00e7\u00e3o em disparada, est\u00e1 praticamente tudo equiparado.\u00a0 Um litro de andu que no final do ano era vendido por R$5,00 e R$6,00 o litro, agora est\u00e1 por R$10,00 e R$12,00. Virou gr\u00e3o de rico.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 somente o fator econ\u00f4mico de combust\u00edveis e d\u00f3lar mais alto que exercem influ\u00eancia na subida da infla\u00e7\u00e3o. Existe aquele fator psicol\u00f3gico invis\u00edvel que conta. Quando v\u00ea tudo subindo, at\u00e9 o barraqueiro e o ambulante acrescentam mais uns reais, sem explica\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel. \u00c9 a onda dos pre\u00e7os altos. \u00c9 como se fosse uma moda.<\/p>\n<p>Na feira n\u00e3o tem aquela comodidade e conforto de uma loja ou supermercado, sem contar os gastos que s\u00e3o bem maiores com empregados, luz, \u00e1gua, impostos e outras obriga\u00e7\u00f5es. No entanto, a nossa feira de cada dia, mesmo nos redutos menores, est\u00e1 com os pre\u00e7os quase nivelados. Vamos come\u00e7ar a comer capim.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 cada vez mais complicada, e nem a feira \u00e9 mais sa\u00edda para as hortali\u00e7as e frutas. Por falar em frutas, j\u00e1 percebeu que elas chegam ao consumidor bem mais \u00e1cidas, azedas e podres, cheias de pragas, principalmente o mam\u00e3o, a manga, a melancia, a laranja, a tangerina, o abacaxi, o mel\u00e3o e at\u00e9 o nosso umbu sertanejo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/IMG_9959.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6631\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/IMG_9959.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"366\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/IMG_9959.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/IMG_9959-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Para isso, imagino dois ou tr\u00eas motivos. Quando se trata de produto de exporta\u00e7\u00e3o, os brasileiros ficam com o resto, o refugo. O melhor vai para o exterior. Outro problema \u00e9 a modifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica que introduziram nas lavouras, sem contar os agrot\u00f3xicos.<\/p>\n<p>Depois que inventaram o umbu gigante, a fruta ficou mais azeda. Umbu doce \u00e9 ainda o nativo da caatinga que, embora pequeno, \u00e9 bem mais saboroso e nutritivo O grande s\u00f3 tem mais polpa, mas nem se compara com o nato do sert\u00e3o que a gente vai l\u00e1 e derruba no p\u00e9.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nem mais a feira livre \u00e9 ref\u00fagio para os pobres de poder aquisitivo menor, visando fazer uma economia no or\u00e7amento familiar. Semana passada estive na \u201cFeirinha\u201d do Bairro Brasil e senti na pele a carestia. Mo\u00e7o, at\u00e9 a rapadura teve uma alta de 100% e em rela\u00e7\u00e3o h\u00e1 dois meses. Um tijolo que custava R$5,00 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6629"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6629"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6629\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6629"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6629"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6629"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}