{"id":5241,"date":"2020-12-11T01:03:12","date_gmt":"2020-12-11T04:03:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/?p=5241"},"modified":"2020-12-11T01:03:21","modified_gmt":"2020-12-11T04:03:21","slug":"a-moto-e-o-transito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/2020\/12\/11\/a-moto-e-o-transito\/","title":{"rendered":"A MOTO E O TR\u00c2NSITO"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/IMG_1031.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-5242\" src=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/IMG_1031.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"366\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/IMG_1031.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/IMG_1031-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/IMG_1032.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-5243\" src=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/IMG_1032.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"366\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/IMG_1032.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/IMG_1032-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A motocicleta (origin\u00e1ria da bicicleta) veio primeiro que o ve\u00edculo motorizado. No in\u00edcio eram as charretes e carruagens charmosas que conduziam os senhores do dinheiro, puxadas por cavalos. As carruagens lembram os tempos do oeste norte-americano do faroeste. Depois chegaram os carros antigos para revolucionar o transporte e, como todo progresso vem junto tamb\u00e9m seus efeitos negativos para os humanos, esse meio de locomo\u00e7\u00e3o exigiu a constru\u00e7\u00e3o de vias, ruas e rodovias transitadas que come\u00e7aram a provocar acidentes com v\u00edtimas fatais. Come\u00e7aram os engarrafamentos nas cidades, e ai a ind\u00fastria cuidou de fabricar as motos para agilizar o transito das pessoas. Acontece que elas, de duas rodas perigosas, viraram s\u00edmbolos da morte por causa da imprud\u00eancia dos condutores que passaram a costurar o tr\u00e2nsito para chegarem antes dos ve\u00edculos em seus locais de destino. Subiram, alarmantemente, o n\u00famero de acidentes, a maioria com mortes, quando n\u00e3o deixam graves sequelas no indiv\u00edduo. Como gafanhotos do tr\u00e2nsito, os motoqueiros se metem entre os ve\u00edculos, cortando por todos os lados e depois culpam os motoristas dos ve\u00edculos. Dificilmente um motoqueiro reconhece que entrou errado e terminou sofrendo um acidente. Sempre colocam toda culpa no ve\u00edculo de quatro rodas por ser maior. Nos \u00faltimos anos, cresceu, assustadoramente, o n\u00famero de motos (foto do jornalista Jeremias Mac\u00e1rio) rodando nas ruas de Vit\u00f3ria da Conquista. Essa eleva\u00e7\u00e3o de motos na cidade est\u00e1 diretamente ligada com o aumento de mortes no tr\u00e2nsito, por falta de responsabilidade dos motoqueiros, pois se trata de um meio de condu\u00e7\u00e3o que exige muito cuidado e prud\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A motocicleta (origin\u00e1ria da bicicleta) veio primeiro que o ve\u00edculo motorizado. No in\u00edcio eram as charretes e carruagens charmosas que conduziam os senhores do dinheiro, puxadas por cavalos. 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