{"id":3595,"date":"2019-04-22T23:06:19","date_gmt":"2019-04-23T02:06:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/?p=3595"},"modified":"2019-04-22T23:06:31","modified_gmt":"2019-04-23T02:06:31","slug":"a-ditadura-de-cesar-e-a-acumulacao-de-poderes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/2019\/04\/22\/a-ditadura-de-cesar-e-a-acumulacao-de-poderes\/","title":{"rendered":"A DITADURA DE C\u00c9SAR E A ACUMULA\u00c7\u00c3O DE PODERES"},"content":{"rendered":"<p>No ano de 48 a.C. C\u00e9sar tornou-se o chefe do Estado romano, posi\u00e7\u00e3o que manteve at\u00e9 44 a.C. N\u00e3o procurou destruir todos os que haviam lutado contra ele. Julgou que o reino de terror era um meio inadequado para sustentar o poder. Convocou a coopera\u00e7\u00e3o de todos os advers\u00e1rios, como alguns pol\u00edticos atuantes, como C\u00edcero, C\u00e1ssio, Marco Ant\u00f4nio e D\u00e9cimo Bruto.<\/p>\n<p>O novo chefe nunca pensou em restaurar o poder do Senado, nem reconhecer a soberania da plebe. Sua atividade durou menos de dois anos e foi interrompida pela campanha espanhola de 45 a.C. Estava convencido de que era preciso proteger as fronteiras contra os inimigos externos antes de lan\u00e7ar as bases de um novo sistema de governo.<\/p>\n<p>As fronteiras das novas prov\u00edncias orientais da S\u00edria, Palestina e da Bit\u00ednia tinham de ser garantidas contra os tr\u00e1cios, il\u00edrios e celtas. Crescia no Dan\u00fabio um novo reino tr\u00e1cio que amea\u00e7ava engolir as cidades gregas na costa oriental do Mar Negro. Na Mesopot\u00e2mia, os romanos sofreram uma derrota dos partos.<\/p>\n<p>Com uma grande expedi\u00e7\u00e3o, estava disposto a p\u00f4r em pr\u00e1tica o plano de M\u00e1rio quanto \u00e0 composi\u00e7\u00e3o do ex\u00e9rcito romano. Como Estado mundial incluiu soldados de todos os povos capazes de lutar, como da G\u00e1lia, da Espanha e da \u00c1sia Menor. Em Roma deixou apenas pequeno destacamento da guarda pretoriana.<\/p>\n<p>C\u00e9sar considerava a Constitui\u00e7\u00e3o existente como in\u00fatil e obsoleta e pretendia fazer modifica\u00e7\u00f5es radicais. As formas externas e as denomina\u00e7\u00f5es foram conservadas, mas o Estado romano por ele governado era diverso do Estado governado pelo Senado. Seu poder supremo lhe conferia o t\u00edtulo de ditador que usou em 49 e 47 a.C. Os gregos chamavam de tirania e o Oriente de monarquia.<\/p>\n<p>Colocou em pr\u00e1tica a ocupa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios cargos, como fez Pompeu em 52. A partir de 48 a.C. foi eleito c\u00f4nsul, anualmente, e recebia do povo o poder tribun\u00edcio, ou seja, sem ser tribuno, gozava de todos os direitos do posto, inclusive das imunidades que o povo lhe concedera por uma resolu\u00e7\u00e3o de 47. Em 63 fora eleito pont\u00edfice m\u00e1ximo e em 48, membro de todos os col\u00e9gios sacerdotais patr\u00edcios. A acumula\u00e7\u00e3o de t\u00edtulos era contr\u00e1ria \u00e0s pol\u00edticas romanas, mas o povo tem o direito de criar novas formas de poder. Muitos outros poderes foram criados. Uma lei especial dava a ele a supervis\u00e3o dos costumes morais (praefectura morum), que era fun\u00e7\u00e3o dos censores. Nomeava magistrados para as prov\u00edncias. Podia concluir a paz e declarar guerra; votar em primeiro lugar no Senado; comandar o ex\u00e9rcito e dispor dos fundos p\u00fablicos.<\/p>\n<p>O Senado passou a funcionar como um conselho. A assembleia popular reunia-se apenas para votar leis antecipadamente aceitas. O tribunato do povo n\u00e3o mostrava sinais de vida. C\u00e9sar era de fato um monarca e podia at\u00e9 aceitar o t\u00edtulo de rei.<\/p>\n<p>Acreditava-se que ele queria mudar a capital de Roma para o Oriente. Os boatos corriam que desejava desposar Cle\u00f3patra, a rainha do Egito, e adotar Cesarion, o filho que dela tivera. Trouxe Cle\u00f3patra de Alexandria pra Roma, dando-lhe uma resid\u00eancia.<\/p>\n<p>Ele considerava seu poder heredit\u00e1rio, tanto que, poucos antes de partir para o Oriente fez um testamento, adotando o sobrinho Caio Ot\u00e1vio, legando-lhe o maior poder de sua fortuna. Ot\u00e1vio estivera com C\u00e9sar na Espanha e foi depois enviado \u00e0 Il\u00edria para completar sua educa\u00e7\u00e3o geral e preparo militar.<\/p>\n<p>Para as massas, C\u00e9sar n\u00e3o era apenas um g\u00eanio militar, mas um ser superior, um super-homem, um her\u00f3i no antigo sentido religioso. C\u00e9sar gostava e estimulava o endeusamento do culto \u00e0 personalidade. Construiu um templo a C\u00e9sar e \u00e0 deusa Clem\u00eancia, com um sacerdote especial para o novo culto, modificando o nome do m\u00eas Quintilis para Iulius, ou Julho.<\/p>\n<p>Noutro aspecto, pretendia estender a cidadania romana e latina a todos habitantes das prov\u00edncias. A G\u00e1lia Cisalpina e a Narbonense deveriam tornar-se parte da It\u00e1lia. Col\u00f4nias romanas foram fundadas na Espanha e \u00c1frica. A cidadania latina era concedida \u00e0s comunidades provinciais, como na Sic\u00edlia. Restaurou Cartago, na \u00c1frica e Corinto, na Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p>O considerado ditador queria acabar de vez com a distin\u00e7\u00e3o entre It\u00e1lia e as prov\u00edncias, e criar em todas as partes do imp\u00e9rio uma classe que gozasse dos mesmos direitos dos cidad\u00e3os romanos na It\u00e1lia. O Senado deveria representar todo o imp\u00e9rio. Corrigiu o calend\u00e1rio; reformou parte dos tribunais civis e criminais; e instituiu uma lei regulamentando a organiza\u00e7\u00e3o do governo local.<\/p>\n<p>A nomea\u00e7\u00e3o de arrivistas para o Senado, a generosa distribui\u00e7\u00e3o da cidadania romana, a recusa em reconhecer os privil\u00e9gios das classes dominantes, segundo o autor do livro, contribuiu em propor\u00e7\u00f5es para o fim de C\u00e9sar. Os senadores nobres n\u00e3o aceitaram abandonar sem luta os privil\u00e9gios que a classe desfrutava h\u00e1 s\u00e9culos e terminaram vencendo esta luta.<\/p>\n<p>A CONSPIRA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p><!--more-->Em 44 a.C. foi organizada uma conspira\u00e7\u00e3o, e em 15 de mar\u00e7o foi assassinado numa reuni\u00e3o do Senado por um grupo de insatisfeitos, dos quais Marco Ant\u00f4nio, D\u00e9cimo Bruto e C\u00e1ssio eram os l\u00edderes. Tinham a maioria do Senado, mas n\u00e3o a simpatia do povo e do ex\u00e9rcito, e nem da popula\u00e7\u00e3o da It\u00e1lia. A transfer\u00eancia do poder para o Senado n\u00e3o se consubstanciou.<\/p>\n<p>Marco Ant\u00f4nio e L\u00e9pido, chefe da cavalaria possu\u00edam uma for\u00e7a militar dedicada e suprimiram qualquer movimento amea\u00e7ador da parte do Senado. A popula\u00e7\u00e3o da capital se colocou contra eles. A ral\u00e9 foi comprada pelas doa\u00e7\u00f5es que C\u00e9sar lhe fez num testamento divulgado por Ant\u00f4nio. Na \u00e9poca, Ot\u00e1vio tinha apenas 18 anos e estava com o ex\u00e9rcito na Il\u00edria. Ant\u00f4nio tinha mais energia e vis\u00e3o.<\/p>\n<p>Com a posse do tesouro e dos pap\u00e9is do morto fez aprovar uma lei onde ele deveria ficar com a Maced\u00f4nia, ao passo que a S\u00edria com Dolabela, o outro c\u00f4nsul. A lei dava a Ant\u00f4nio a G\u00e1lia. Bruto foi transferido da G\u00e1lia para a Maced\u00f4nia, mas sem ex\u00e9rcito. Contrariando a inten\u00e7\u00e3o de C\u00e9sar, o mandato de Dolabela e Ant\u00f4nio foi ampliado de dois para seis anos. Ant\u00f4nio assegurou a guarda da Espanha enviando L\u00e9pido para l\u00e1 a fim de fazer guerra ao filho de Pompeu.<\/p>\n<p>Os ex-pretores Marco Bruto e C\u00e1ssio foram afastados do caminho e enviados pelo Senado para organizar o abastecimento de cereais na It\u00e1lia e Sic\u00edlia. Os dois conseguiram escapar para o Oriente onde conquistaram parte da Maced\u00f4nia e deram fim a Dolabela.<\/p>\n<p>Na It\u00e1lia, o jovem Ot\u00e1vio aceitara a posi\u00e7\u00e3o de herdeiro e exigiu que Ant\u00f4nio repusesse o dinheiro que havia tomado do esp\u00f3lio de C\u00e9sar. Como Caio J\u00falio C\u00e9sar Otaviano requereu uma participa\u00e7\u00e3o no governo do Estado. Ant\u00f4nio rejeitou, e Otaviano reagiu. A situa\u00e7\u00e3o complicou quando grandes grupos de veteranos de C\u00e9sar apoiaram Otaviano e a ele se uniram duas das quatro legi\u00f5es. O acordo entre Otaviano e o Senado foi apoiado por C\u00edcero, chefe do partido senatorial em Roma, que achava que depois poderia manobrar o jovem.<\/p>\n<p>O Senado ficou desguarnecido quando os c\u00f4nsules H\u00edrcio e Pansa foram mortos. Aproveitando, Otaviano marchou sobre Roma quando lhe havia recusado o consulado e a recompensa em dinheiro para seus homens. Com um ex\u00e9rcito nas muralhas de Roma, Otaviano foi eleito c\u00f4nsul com Quinto P\u00e9dio. De imediato aprovaram uma lei que convocava a julgamento dos assassinos de C\u00e9sar em revelia.<\/p>\n<p>Enquanto isso, D\u00e9cimo Bruto marchava contra Ant\u00f4nio, esperando apoio de L\u00e9pido e de Planco, governador da G\u00e1lia Narbonense. O primeiro ficou do lado de Ant\u00f4nio. O segundo recusou ajudar Bruto, cujos ex\u00e9rcitos se dissolveram. Bruto foi morto pelos b\u00e1rbaros quando se dirigia para o Oriente. O sonho do Senado desapareceu para sempre.<\/p>\n<p>Os l\u00edderes Ant\u00f4nio, L\u00e9pido e Otaviano encontraram-se em Bolonha, norte da It\u00e1lia, e fizeram um acordo pelo qual os tr\u00eas se fizeram comiss\u00e1rios da reorganiza\u00e7\u00e3o do Estado (tresviri reipublicae constituenda), com poderes ilimitados. A reorganiza\u00e7\u00e3o come\u00e7ou com um reinado de terror que repetiu todos os horrores perpetrados por M\u00e1rio e, posteriormente, por Sila.<\/p>\n<p>Os objetivos eram destruir todos os oponentes e levantar recursos para realizar uma campanha contra Bruto e C\u00e1ssio. A \u00faltima luta do Senado contra a tirania militar ocorreu na Gr\u00e9cia. Em 42, Ant\u00f4nio e Otaviano enfrentaram os ex\u00e9rcitos de Bruto e C\u00e1ssio, em Filipos, na Maced\u00f4nia. Os dois n\u00e3o resistiram e ca\u00edram. Ambos deram cabo da pr\u00f3pria vida.<\/p>\n<p>A luta com o Senado terminou, mas a guerra civil continuava. N\u00e3o poderia haver tr\u00eas senhores nos dom\u00ednios romanos. Estabelecido na Sic\u00edlia, Sexto Pompeu interceptava o transporte de cereal da \u00c1frica para a It\u00e1lia. Ant\u00f4nio continuou no Oriente para obter dinheiro. S\u00f3 o Egito oferecia algumas possibilidades.<\/p>\n<p>Ao encontrar com Cle\u00f3patra, Ant\u00f4nio preferiu a riqueza do Egito atrav\u00e9s de meios pac\u00edficos, tornando-se marido da rainha. Na It\u00e1lia, a situa\u00e7\u00e3o de Otaviano n\u00e3o era muito boa, e Pompeu continuava senhor da Sic\u00edlia numa rela\u00e7\u00e3o com L\u00e9pido. Otaviano n\u00e3o permitia que Ant\u00f4nio voltasse \u00e0 It\u00e1lia. Quando o rompimento parecia inevit\u00e1vel, os amigos dos dois tri\u00fanviros e os veteranos da guerra civil planejaram um encontro dos rivais, em Brindisi, em 40 a.C. para estabelecer novo acordo. Pompeu foi inclu\u00eddo nele.<\/p>\n<p>A Sardenha, a Sic\u00edlia e a Gr\u00e9cia foram entregues a Pompeu. Ant\u00f4nio ficou com o Oriente e Otaviano com o Ocidente, com exce\u00e7\u00e3o da \u00c1frica, que foi entregue a L\u00e9pido. A It\u00e1lia continuaria a ser governada pelos quatro. Acontece que as condi\u00e7\u00f5es estabelecidas no acordo n\u00e3o foram, cumpridas.<\/p>\n<p>Depois do choque, novo acordo foi celebrado em Tarento, em 37 a.C., renovando os poderes do tri\u00fanviros por mais cinco anos. Nesse mesmo ano, entretanto, Otaviano imp\u00f4s a Pompeu uma s\u00e9rie de golpes, expulsando-o para a \u00c1sia Menor, onde ele perdeu a vida. Em seguida, destituiu L\u00e9pido do poder e tomou suas tropas na Sic\u00edlia..<\/p>\n<p>L\u00e9pido viveu o resto de sua vida no ex\u00edlio, numa das cidades italianas. Otaviano se tornou senhor do Ocidente. Ant\u00f4nio n\u00e3o desejava novos acordos e, em 36, rompeu com Otaviano e declarou Cle\u00f3patra sua mulher se tornando senhor do Oriente. A Arm\u00eania foi tomada \u00e0 trai\u00e7\u00e3o e saqueada. Suas docilidades para com a mulher foram prejudiciais \u00e0s suas inten\u00e7\u00f5es. Seria um golpe de morte se Cle\u00f3patra passasse para Otaviano.<\/p>\n<p>Para agradar \u00e0 mulher, Ant\u00f4nio transferiu prov\u00edncias romanas para seus filhos, com total indiferen\u00e7a pelos interesses do Estado. Pretendia transferir o centro do Imp\u00e9rio da It\u00e1lia\u00a0 para o Oriente. Otaviano procurou mostrar \u00e0 It\u00e1lia em Roma que Ant\u00f4nio era um escravo de Cle\u00f3patra, homem sem desejo pr\u00f3prio e senso de honra, traidor dos ideais romanos.<\/p>\n<p>Para provocar, Otaviano divulgou o testamento de Ant\u00f4nio e parte da sua correspond\u00eancia particular. Suas afirma\u00e7\u00f5es fizeram efeito e oficiais romanos e a It\u00e1lia acreditaram nelas. O Senado ficou ao lado de Otaviano. Os c\u00f4nsules partid\u00e1rios de Ant\u00f4nio exigiram fim do triunvirato, e prometeram restabelecer a Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sentindo-se amea\u00e7ado, Otaviano convocou as prov\u00edncias e a It\u00e1lia para lhe jurarem fidelidade contra Cle\u00f3patra. Ant\u00f4nio conseguiu mesmo juramento de seu ex\u00e9rcito, dos cidad\u00e3os romanos no exterior e dos naturais das prov\u00edncias governadas por ele. A guerra come\u00e7ou em 32. Ant\u00f4nio tinha uma frota poderosa e esperava uma oportunidade de passar da Il\u00edria para a It\u00e1lia. S\u00f3 que Otaviano come\u00e7ou primeiro. Para isolar Otaviano, seu rival, resolveu travar uma batalha no mar. A tentativa de eliminar a frota de Otaviano foi um fracasso. O dois ex\u00e9rcitos se encontraram frente \u00e0 frente na Gr\u00e9cia. A frota de Ant\u00f4nio foi destru\u00edda e todas as esperan\u00e7as de vit\u00f3ria desapareceram. Os soldados de Ant\u00f4nio estavam com \u00e2nimo abatido e grande parte havia desertado para o lado do conquistador.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio e Cle\u00f3patra procuram ref\u00fagio no Egito. A tentativa de organizar o ex\u00e9rcito n\u00e3o teve \u00eaxito. Quando Otaviano aproximou-se, Ant\u00f4nio p\u00f4s fim \u00e0 vida, e Cle\u00f3patra, ap\u00f3s uma tentativa fracassada de conquistar a simpatia de Otaviano, suicidou-se\u00a0 quando Alexandria foi tomada no ano 30. Otaviano se tornou senhor do Imp\u00e9rio Romano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No ano de 48 a.C. C\u00e9sar tornou-se o chefe do Estado romano, posi\u00e7\u00e3o que manteve at\u00e9 44 a.C. N\u00e3o procurou destruir todos os que haviam lutado contra ele. Julgou que o reino de terror era um meio inadequado para sustentar o poder. 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