{"id":3420,"date":"2019-02-27T00:32:28","date_gmt":"2019-02-27T03:32:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/?p=3420"},"modified":"2019-02-27T00:32:43","modified_gmt":"2019-02-27T03:32:43","slug":"pretores-consules-e-o-avanco-dos-plebeus-numa-roma-fortificada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/2019\/02\/27\/pretores-consules-e-o-avanco-dos-plebeus-numa-roma-fortificada\/","title":{"rendered":"PRETORES, C\u00d4NSULES E O AVAN\u00c7O DOS PLEBEUS NUMA ROMA FORTIFICADA"},"content":{"rendered":"<p>O dom\u00ednio etrusco, at\u00e9 fins do s\u00e9culo VI, foi muito \u00fatil para Roma que se tornou mais forte e civilizada. Houve apenas uma modifica\u00e7\u00e3o constitucional. A aristocracia vitoriosa passou a escolher dois l\u00edderes, pretores ou c\u00f4nsules, ao inv\u00e9s de um rei, com mandato de um ano, com todos os poderes civis, militares e religiosos.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o principal da \u00e9poca era a luta contra os vizinhos volscos e \u00e9quos da cidade etrusca de Veios. Os volscos, que saiam das montanhas, eram os mais perigosos, pois queriam tomar o litoral e isolar os latinos do mar, mas Roma conseguiu expuls\u00e1-los novamente para as montanhas.<\/p>\n<p>Logo depois, outro perigo come\u00e7ou a amea\u00e7ar a cidade. Dessa vez eram os gauleses no s\u00e9culo V que conquistaram v\u00e1rias cidades no norte da It\u00e1lia. Eles tamb\u00e9m realizavam expedi\u00e7\u00f5es ao sul e numa delas atingiram a margem do Tibre e o territ\u00f3rio de Roma.<\/p>\n<p>Este incidente mostrou que Roma precisava ser mais fortificada com muralhas de pedras bastante resistentes. As guerras com a G\u00e1lia tiveram uma grande influ\u00eancia no desenvolvimento de Roma no s\u00e9culo V, mas a organiza\u00e7\u00e3o heredit\u00e1ria e aristocr\u00e1tica ficou mais inst\u00e1vel. Os plebeus, livres do servi\u00e7o militar, aumentaram de import\u00e2ncia. Com as constantes guerras, os nobres passaram a pedir ajuda a eles.<\/p>\n<p>Com o crescimento do territ\u00f3rio, aumentou tamb\u00e9m o n\u00famero de propriet\u00e1rios de terras em m\u00e3os dos plebeus que recebiam as glebas como recompensa pelo servi\u00e7o militar prestado e pelo \u00eaxito nas conquistas. Como eram tratados como tribos, seus comandantes chegaram a exercer a fun\u00e7\u00e3o de tribunos defensores da classe.\u00a0 Quatro tribunos representavam as quatro tribos romanas que mais tarde passaram para dez.<\/p>\n<p>Na luta de classes,\u00a0 a primeira vit\u00f3ria dos plebeus foi alcan\u00e7ada quando for\u00e7aram o Senado e os patr\u00edcios a preparar e a publicar um c\u00f3digo de Direito Civil \u2013 as Doze T\u00e1buas, isto por volta de 450 a.C. Logo depois veio a lei de Canuleu que levantou a proibi\u00e7\u00e3o de casamentos entre patr\u00edcios e plebeus Alguns deles chegaram a ser c\u00f4nsules.<\/p>\n<p>A invas\u00e3o gaulesa for\u00e7ou a ado\u00e7\u00e3o de reformas na organiza\u00e7\u00e3o militar e a cria\u00e7\u00e3o de um ex\u00e9rcito em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 for\u00e7a constitu\u00edda exclusivamente de patr\u00edcios ainda no tempo dos reis e da Rep\u00fablica jovem. Foram, ent\u00e3o, constru\u00eddas as primeiras muralhas de pedras com o nome do rei S\u00e9rvio T\u00falio. Os plebeus passaram a fazer parte do conjunto de cidad\u00e3os romanos.<\/p>\n<p>A Assembleia Popular era formada de todos os cidad\u00e3os que serviam no ex\u00e9rcito, dividida em 193 centuriae. Ela elegia os c\u00f4nsules, promulgava as leis, decidia as quest\u00f5es de guerra e paz, absolvia e condenava os culpados por crimes capitais. Os plebeus tiveram direito a mais terras, ampliando sua organiza\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s das leis criadas por Lic\u00ednio e Sextio, tribunos das plebes, por volta de 367 a.C.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o militar e o amplo poder dos c\u00f4nsules ensinaram ao povo ter disciplina e obedi\u00eancia \u00e0s ordens dos chefes. Diz o autor do livro, \u201cHist\u00f3ria de Roma\u201d, ser pouco o que sabemos da civiliza\u00e7\u00e3o romana do in\u00edcio do s\u00e9culo VI a.C. at\u00e9 meados do s\u00e9culo V, mas escava\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas em cidades etruscas-latinas deram pistas da influ\u00eancia da cultura grega sobre os latinos.<\/p>\n<p>Na religi\u00e3o, todos os novos deuses estavam ligados ao com\u00e9rcio e \u00e0 ind\u00fastria e, para eles, foram erguidos templos perto do Tibre e no Aventino. A mais antiga dessa divindade era H\u00e9rcules, que teve seu altar no mercado de gado (f\u00f3rum boarium). Em seguida vinha Minerva, com tra\u00e7os de Aten\u00e1 grega e protetora dos artes\u00e3os. E assim, a cidade latina passou a ter um centro religioso e Acr\u00f3pole pr\u00f3pria no Capit\u00f3lio, onde se localizou o templo consagrado \u00e0 trindade J\u00fapiter, Juno e Minerva.<\/p>\n<p><!--more-->Ap\u00f3s a primeira invas\u00e3o gaulesa, Roma ampliou suas possess\u00f5es na Etr\u00faria e ajustou contas com os volscos e \u00e9quos. Com as vit\u00f3rias, o territ\u00f3rio de Roma ocupava cerca de oito mil quil\u00f4metros quadrados de terras, com poder controlador supremo entre os s\u00e9culos IV e III. Entrou em contato com os samnitas e gregos. Os primeiros eram senhor da Camp\u00e2nia e passaram a ambicionar os portos gregos de N\u00e1poles e Tarento.<\/p>\n<p>Para Roma, era importante ter paz al\u00e9m da fronteira sul onde combatia gauleses, volscos e etruscos na primeira metade do s\u00e9culo IV a.C., o que explica a alian\u00e7a com as ra\u00e7as samnitas. Nessa \u00e9poca, a alian\u00e7a foi fundamental, e a liga, amea\u00e7ada pelos volscos e gauleses, dependia de Roma em assuntos pol\u00edticos e militares.<\/p>\n<p>Quando os perigos passaram, os samnitas mostraram-se desejos em conquistar maior independ\u00eancia, o que provocou uma guerra onde os latinos foram derrotados em 338\u00aa.C. A maioria das cidades foi anexada ao territ\u00f3rio romano e a liga deixou de existir.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a guerra, Roma passou a ser a maior pot\u00eancia militar da It\u00e1lia, mais forte que a liga de cidades etruscas, ou a alian\u00e7a das tribos samnitas, \u00fambrias e sabinas. Roma e L\u00e1cio mantinham, h\u00e1 muito tempo, rela\u00e7\u00f5es com as cidades gregas, Camp\u00e2nia, C\u00e1pua e N\u00e1poles.<\/p>\n<p>Pressionada pelos samnitas, Tarento pediu ajuda a Alexandre, rei de \u00c9piro que, por pouco uniu o sul da It\u00e1lia, mas foi tra\u00eddo por Tarento e derrotado pelos samnitas. N\u00e1poles ficou numa posi\u00e7\u00e3o dif\u00edcil e teve que fazer uma alian\u00e7a com Roma, o que levou \u00e0 guerra contra os samnitas, com possibilidade de estabelecer uma liga\u00e7\u00e3o s\u00f3lida com o mundo grego.<\/p>\n<p>Existia o risco das cidades de Camp\u00e2nia serem tomadas por novos imigrantes. Nesse meio, Roma assegurou a neutralidade de Cartago, renovando o tratado comercial militar, em 348 a.C. Era grande a ambi\u00e7\u00e3o por Camp\u00e2nia. Aproveitando da situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil de Roma, os etruscos tentaram recuperar suas posi\u00e7\u00f5es no norte da It\u00e1lia, e a guerra em duas frentes durou mais de 20 anos, at\u00e9 304 a.C. Embora os samnitas tenham derrotado v\u00e1rias vezes os ex\u00e9rcitos romanos, foram depois for\u00e7ados a fazer a paz, renunciando suas reivindica\u00e7\u00f5es na Camp\u00e2nia, e os etruscos tiveram que entregar algumas de suas cidades, No entanto, a paz de 304 n\u00e3o podia durar.<\/p>\n<p>Roma deixou evidente sua pol\u00edtica e anexou o territ\u00f3rio dos \u00e9quos e parte do Tibre superior. Em 298 a.C. uma coaliz\u00e3o dos povos italianos se organizou, incluindo os samnitas, etruscos e gauleses. Roma reagiu e, na batalha de Santino, na \u00fambria, em 295, derrotou completamente os gauleses. Em 250 obrigou quase todas as tribos samnitas e cidades etruscas a entrarem em alian\u00e7a. Parte de seus territ\u00f3rios foi declarada propriedade do povo romano.<\/p>\n<p>Os sabinos foram incorporados ao Estado romano, se tornando cidad\u00e3os, mas sem direito a voto na Assembleia Popular. Os gauleses foram novamente expulsos para o Vale do P\u00f3. As tribos e as cidades de S\u00e2mnio e Etr\u00faria conservaram suas autonomias internas, mas for\u00e7adas a se sujeitar ao controle pol\u00edtico de Roma. Em caso de guerra formavam parte do ex\u00e9rcito romano sob o supremo comando dos consules e pretores.<\/p>\n<p>Foram adotados m\u00e9todos diferentes de coloniza\u00e7\u00e3o das terras ocupadas. Nos pontos mais importantes e estrat\u00e9gicos (portos e mestradas militares) foram constru\u00eddas fortalezas e grandes \u00e1reas p\u00fablicas destinadas para planta\u00e7\u00f5es (col\u00f4nias romanas).<\/p>\n<p>Quando a supremacia romana difundiu-se pelo sul da It\u00e1lia, as cidades gregas tiveram de enfrentar o problema de se submeter, ou n\u00e3o ao seu dom\u00ednio. N\u00e1poles n\u00e3o teve op\u00e7\u00e3o e entrou na alian\u00e7a romana. Ag\u00e1tocles, de Siracusa, fez-se tirano e iniciou uma campanha contra os cartagineses e estabeleceu seu poder na parte ocidental da Sic\u00edlia.<\/p>\n<p>Rica comunidade de mercadores, Tarento controlava o sudeste da It\u00e1lia e mantinha rela\u00e7\u00f5es com os gregos. Na luta contra os samnitas, recebeu ajuda do reino de \u00c9piro, da Sic\u00edlia e de Esparta. Essas tribos, no entanto, sabiam que deviam se sujeitar a Roma.<\/p>\n<p>A UNIFICA\u00c7\u00c3O DE ROMA EM 275 a.C.<\/p>\n<p>A primeira atitude foi escolhida por T\u00fario, mas Tarento iniciou, em 281 a.C, uma guerra contra Roma, contando com brutianos e messapianos. Cientes de suas fraquezas, pediram apoio de Pirro, rei de \u00c9piro, h\u00e1bil e que teve papel destacado na hist\u00f3ria do mundo grego ap\u00f3s a morte de Alexandre. Sonhava com a restaura\u00e7\u00e3o da monarquia alexandrina, tomando a Maced\u00f4nia.<\/p>\n<p>Apesar de duas batalhas de \u00eaxito, em 280 e 279, Pirro n\u00e3o conseguiu se firmar na It\u00e1lia, bem como, fracassou a tentativa de estabelecer uma base na Sic\u00edlia. O separatismo nas cidades gregas foi fatal ao seu plano. Na terceira batalha contra os romanos, em 275, foi for\u00e7ado a abandonar a It\u00e1lia.<\/p>\n<p>Assim, Roma completou sua tarefa de unir a It\u00e1lia em 275 a.C, tornando-se no maior e mais compacto Estado do mundo ocidental, com 130 mil quil\u00f4metros quadrados, da It\u00e1lia, do Rubic\u00e3o, ao norte, ao estreito de Messina, com uma popula\u00e7\u00e3o de mais de quatro milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A dire\u00e7\u00e3o dos assuntos p\u00fablicos era limitada a um grupo de fam\u00edlias ricas e antigas pertencentes \u00e0 velha nobreza patr\u00edcia. Qualquer cidad\u00e3o podia ser eleito c\u00f4nsul, e outras leis colocaram outros postos ao alcance dos patr\u00edcios e plebeus. Como na Gr\u00e9cia, o servi\u00e7o p\u00fablico n\u00e3o era remunerado. S\u00f3 as fam\u00edlias ricas podiam pratic\u00e1-lo.<\/p>\n<p>A Assembleia n\u00e3o era totalmente democr\u00e1tica. O supremo poder do Estado pertencia a ela. Ap\u00f3s a reforma atribu\u00edda a S\u00e9rvio, o m\u00e9todo de vota\u00e7\u00e3o era diferente do de Atenas. Os cidad\u00e3os romanos eram divididos em cinco classes, segundo a propriedade. Cada classe se dividia num n\u00famero fixo de cent\u00farias. A maioria dos votos em cada cent\u00faria determinava o voto da cent\u00faria em si, que era decisivo, e n\u00e3o como em Atenas onde o sufr\u00e1gio direto \u00e9 que importava. A maioria dos votos da Assembleia pertencia aos cidad\u00e3os de primeira classe.<\/p>\n<p>Mesmo assim, a Constitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o era puramente aristocr\u00e1tica. Os cidad\u00e3os, divididos em 35 tribos, haviam conquistado, nos s\u00e9culos V e IV, o direito de eleger tribunos e ter assembleias pr\u00f3prias. Eles eram defensores do povo, com imunidades e at\u00e9 podiam usar seu poder de veto para anular o decreto de um magistrado. Tinham ainda o poder de convocar uma assembleia de plebeus.<\/p>\n<p>Satisfeitos com a vit\u00f3ria de 287 a. C, o povo deixou de ser uma for\u00e7a agressiva na pol\u00edtica, entregando o governo do Estado\u00a0 \u00e0 nova aristocracia\u00a0 de patr\u00edcios e plebeus. O povo havia lutado apenas por direitos iguais nas quest\u00f5es sociais, econ\u00f4micas e pol\u00edticas. Os magistrados, como comandantes do ex\u00e9rcito, presidentes da Assembleia, do Senado, ju\u00edzes e intermedi\u00e1rios entre Estado e os deuses, eram verdadeiros governantes.<\/p>\n<p>Os dois c\u00f4nsules eram os principais magistrados e, a cada um deles, o povo dava o imperium, o supremo comando civil e militar. Em caso de desacordo entre eles, o decreto de um n\u00e3o tinha for\u00e7a de lei. O poder negativo do outro anulava qualquer decis\u00e3o. Quando os assuntos se tornaram mais complexos, o povo elegeu magistrados menores.<\/p>\n<p>Eram os pretores que comandavam o ex\u00e9rcito e atuavam como ju\u00edzes. Os questores cuidavam das finan\u00e7as; os edis supervisionavam as ruas e edif\u00edcios. Os magistrados especiais, eleitos em cada cinco anos, tinham grande import\u00e2ncia na vida p\u00fablica. Eram chamados censores para realizar o censo dos cidad\u00e3os e distribu\u00ed-los em cent\u00farias e classes, de acordo com os bens, e de tribos, segundo o domic\u00edlio. Preenchiam vagas no Senado, controlavam a renda, fixavam despesa para o per\u00edodo de cinco ano e agiam como supervisores da moralidade, com direito de expulsa\u00a0 do Senado\u00a0 e do quadro de cavaleiros pessoas que se comprometessem.<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o considerava o Senado como fonte e guardi\u00e3o do poder exercido pelos magistrados. Se os c\u00f4nsules morressem, ou fossem presos, seu \u201cimperium\u201d revertia aos pais, ou ao Senado. Entre seus membros, o Senado escolhia um interrex, que convoca a Assembleia Popular para elei\u00e7\u00e3o de novos c\u00f4nsules. O senado s\u00f3 podia se reunir se convocado por um c\u00f4nsul. O Senado era o verdadeiro governante de Roma, enquanto os c\u00f4nsules e outros magistrados agiam como executivos. O Estado concentrava em sua m\u00e3os a vida religiosa da comunidade, bem como as quest\u00f5es pol\u00edticas e econ\u00f4micas. Os sumos pont\u00edfices determinavam, a \u00e9poca e as formas dos principais atos de venera\u00e7\u00e3o p\u00fablica, como guardi\u00e3es da antiga tradi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. A vida p\u00fablica era insepar\u00e1vel da religi\u00e3o.<\/p>\n<p>Em fins do s\u00e9culo V e come\u00e7o do IV, Roma se transformou numa pot\u00eancia e entrou na arena da pol\u00edtica internacional do mundo civilizado. Era o centro de uma grande confedera\u00e7\u00e3o entre tribos e cidades italianas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O dom\u00ednio etrusco, at\u00e9 fins do s\u00e9culo VI, foi muito \u00fatil para Roma que se tornou mais forte e civilizada. Houve apenas uma modifica\u00e7\u00e3o constitucional. A aristocracia vitoriosa passou a escolher dois l\u00edderes, pretores ou c\u00f4nsules, ao inv\u00e9s de um rei, com mandato de um ano, com todos os poderes civis, militares e religiosos. 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