{"id":3311,"date":"2019-01-10T00:18:44","date_gmt":"2019-01-10T03:18:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/?p=3311"},"modified":"2019-01-10T00:18:55","modified_gmt":"2019-01-10T03:18:55","slug":"as-curiosidades-gregas-filosofias-e-sabedorias-final","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/2019\/01\/10\/as-curiosidades-gregas-filosofias-e-sabedorias-final\/","title":{"rendered":"AS CURIOSIDADES GREGAS &#8211; FILOSOFIAS E SABEDORIAS (FINAL)"},"content":{"rendered":"<p>ARIST\u00d3TELES \u2013 Al\u00e9m de ficar de luto, Arist\u00f3teles elevou um altar em honra ao seu mestre Plat\u00e3o. Foi seu aluno durante vinte anos. Sua prefer\u00eancia era a matem\u00e1tica. Escreveu prosa embaralhada e complicada, cheia de divaga\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias e ilumina\u00e7\u00f5es po\u00e9ticas \u2013 assim descreve Indro Montanelli, autor de \u201cHist\u00f3ria dos Gregos\u201d.<\/p>\n<p>Sobre Plat\u00e3o, \u00e9 dif\u00edcil resumir a doutrina do fil\u00f3sofo. Nietzsche chamou-o de pr\u00e9-crist\u00e3o por certas antecipa\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas e morais. No campo moral era puritano. Em pol\u00edtica foi totalit\u00e1rio que, \u201cse vivesse hoje receberia o pr\u00eamio Stalin\u201d. Afirmava que a disciplina vale mais do que a liberdade de pensamento e que a justi\u00e7a \u00e9 mais necess\u00e1ria do que a verdade.<\/p>\n<p>Quando Plat\u00e3o morreu, Arist\u00f3teles emigrou para a corte de Herm\u00edades, pequeno tirano da \u00c1sia Menor e casou-se com sua filha P\u00edtia. Ia ali fundar uma academia, mas vieram os persas e mataram o rei. Arist\u00f3teles conseguiu fugir para Lesbos. Em 343 a.C. Filipe, da Maced\u00f4nia, o chamou para Pela para educar seu filho Alexandre.<\/p>\n<p>Cumpriu t\u00e3o bem sua tarefa que Filipe o fez governador de Stagira. Gostaram tanto da sua atua\u00e7\u00e3o que transformaram a data de sua nomea\u00e7\u00e3o num acontecimento festivo. Com senso claro de divis\u00e3o de trabalho, reuniu seus alunos em grupos, confiando a cada um uma tarefa escolar bem definida.<\/p>\n<p>Era reservado, met\u00f3dico e preso ao hor\u00e1rio como um burocrata. Ensinava passeando com os alunos ao longo dos p\u00f3rticos que circundavam o liceu. Por isso que sua escola se chama peripat\u00e9tica (ambulante). Foi o primeiro a tentar uma classifica\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies animais, dividindo-os em vertebrados e invertebrados. Tinha um fraco pelos an\u00e9is, com os quais enchia os dedos at\u00e9 os fazer desaparecer completamente.<\/p>\n<p>Na pol\u00edtica prop\u00f4s uma timocracia, uma combina\u00e7\u00e3o de democracia e de aristocracia, garantindo o governo de pessoas competentes e reprimindo os abusos de liberdade. Quando Alexandre, o Grande \u00a0morreu, ele foi acusado de impiedade. Arist\u00f3teles compreendeu que a defesa seria in\u00fatil e abandonou a cidade. N\u00e3o quero que Atenas se manche com um delito contra a filosofia. \u00c0 revelia, o tribunal condenou-o \u00e0 morte. Pouco tempo depois morreu, n\u00e3o se sabe se por doen\u00e7a de est\u00f4mago ou por cicuta, como S\u00f3crates.<\/p>\n<p>O HELENISMO E OS DI\u00c1LOGOS &#8211; Com a morte de Alexandre, nasce o per\u00edodo helen\u00edstico na hist\u00f3ria da Gr\u00e9cia at\u00e9 a conquista romana. As cidades gregas, como Esparta, Atenas, Corinto e Tebas foram cedidas aos reinos perif\u00e9ricos. Os oficiais de Alexandre repartiram entre si o Imp\u00e9rio. Lis\u00edmaco ficou com a Tr\u00e1cia, Ant\u00edgono com a \u00c1sia Menor, Seleuco com a Babil\u00f4nia, Ptolomeu com o Egito e Ant\u00edpatro com a Maced\u00f4nia e a Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p>Diz o escritor do livro, que a hist\u00f3ria \u00e9 t\u00e3o mon\u00f3tona como as mis\u00e9rias dos homens que a formam. Ant\u00edgono julgou ter for\u00e7as para reunir em suas m\u00e3os o Imp\u00e9rio, mas foi batido pela coliga\u00e7\u00e3o dos outros quatros. Seu filho Dem\u00e9trio Poliorcetes limitou suas ambi\u00e7\u00f5es \u00e0 Gr\u00e9cia. Expulsou os maced\u00f4nios e foi recebido em Atenas como \u201dlibertador\u201d. Transformou o Pante\u00e3o numa orgia e o regime numa anarquia. Aventurou-se a uma s\u00e9rie de campanhas contra Ptolomeu e Seleuco, que o derrotou e o obrigou ao suic\u00eddio.<\/p>\n<p><!--more-->Em meio ao caos, desceu do norte uma invas\u00e3o de gauleses celtas. Era o ano de 279 a.C. Saquearam todas as cidades e vilas da Maced\u00f4nia. Seleuco teve que dar um tributo aos gauleses para se retirarem para o norte (Bulg\u00e1ria). Somente Ant\u00edgono II conseguiu sufocar a revolu\u00e7\u00e3o da Maced\u00f4nia e ficou no trono 37 anos seguidos, mas Atenas, com ajuda do Egito, rebelou-se contra ele.<\/p>\n<p>Houve, naquela \u00e9poca, uma grande concentra\u00e7\u00e3o das riquezas nas m\u00e3os de poucos. Somente \u00c1gidas e Le\u00f4nidas tentaram uma reforma agr\u00e1ria em 242 a.C. O primeiro prop\u00f4s a redistribui\u00e7\u00e3o das terras na forma de Licurgo, mas Le\u00f4nidas organizou conjura\u00e7\u00e3o com os latifundi\u00e1rios e o assassinou, juntamente com a m\u00e3e e a av\u00f3.<\/p>\n<p>A NOVA CULTURA &#8211; O recenseamento de 310 a.C. registrava que Atenas tinha 21 mil cidad\u00e3os, 10 mil metecos (estrangeiros) e 400 mil escravos. A Gr\u00e9cia vivia uma grande crise do interior, despovoado e em pleno desflorestamento. A natalidade caiu bastante. Os produtos agr\u00edcolas ficaram antiecon\u00f4micos, pois todo trigo vinha mais barato do Egito. As minas estavam abandonadas. Os gregos passaram a viver do artesanato e do com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>Nas cidades, a vida se tornou cada vez mais refinada. As mulheres, quase totalmente libertas, participavam da vida p\u00fablica e cultural. Plat\u00e3o admitira-as em sua universidade, como Aristodama que se tornou a mais famosa declamadora de poesia e realizou tourn\u00e9es por todo Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n<p>Houve um avan\u00e7o na publica\u00e7\u00e3o de livros, com muitos recursos particulares. A l\u00edngua grega se tornara oficial tamb\u00e9m no Egito, na Babil\u00f4nia e na P\u00e9rsia. Com v\u00e1rias tradu\u00e7\u00f5es, a prosa de Arist\u00f3teles se tornou menos mon\u00f3tona.<\/p>\n<p>Quando Plat\u00e3o morreu, Arist\u00f3teles comprou v\u00e1rios volumes do mestre, acrescentando aos seus. Ao fugir de Atenas, deixou com seu aluno Teofrasto que, por sua vez, entregou-os a Neleu que levou-os para a \u00c1sia Menor e enterrou-os. Um s\u00e9culo depois foram descobertos e comprados pelo fil\u00f3sofo Ap\u00e9lico, que os transcreveu, interpretando como achava melhor.<\/p>\n<p>Todo este tesouro caiu nas m\u00e3os de Sila, quando conquistou Atenas em 86 a.C.. E em Roma, para onde foram levados, Andr\u00f4nico tornou a copiar e publicar os textos. Outros apaixonados foram os ptolomeus. Em sua corte, o cargo de bibliotec\u00e1rio era um dos mais altos, como Erat\u00f3stenes e Apol\u00f4nio. Ptolomeu reuniu mais de cem mil volumes. Conseguiu emprestados os manuscritos de \u00c9squilo, S\u00f3focles e Eur\u00edpedes. Devolveu as c\u00f3pias e ficou com os originais.<\/p>\n<p>Arist\u00f3fanes de Biz\u00e2ncio inventou as letras mai\u00fasculas, a pontua\u00e7\u00e3o e os t\u00edtulos. Aristarco e Zen\u00f3doto reordenaram a Il\u00edada e a Odisseia que chegaram at\u00e9 n\u00f3s. A cultura do per\u00edodo hel\u00eanico n\u00e3o era mais inventiva de poetas e pensadores que disputavam na \u00e1gora ou nas salas de P\u00e9ricles. Tornara-se um fato t\u00e9cnico de estudiosos especializados, capazes em assuntos de cr\u00edtica e bibliografia. Nas casas de campo e nos pal\u00e1cios dos atenienses era obriga\u00e7\u00e3o falar a l\u00edngua antiga.<\/p>\n<p>PEQUENOS \u201cGRANDES\u201d \u2013 As com\u00e9dias de Menandro, muito h\u00e1bil e elegante, foram imitadas pelo romano Ter\u00eancio, mas o p\u00fablico preferia Fil\u00e9mon. Na poesia de Te\u00f3crito, pela primeira vez se ouvia o sussurro das \u00e1guas e o farfalhar das \u00e1rvores. Teofrasto foi acusado de impiedoso e abandonou Atenas. Xen\u00f3crates foi um mestre exemplar e era mais pobre do que J\u00f3. N\u00e3o aceitava pagamentos. Foi o \u00fanico que o rei da Maced\u00f4nia n\u00e3o conseguiu corromper. Pirro seguiu Alexandre \u00e0 \u00cdndia. Voltou de l\u00e1 persuadido de que o verdadeiro saber consistia em renunciar \u00e0 procura da verdade, que \u00e9 inating\u00edvel. Deixava de se curar de um resfriado, dizendo que \u201ca vida \u00e9 um bem incerto, e a morte n\u00e3o \u00e9 um mal certo\u201d.<\/p>\n<p>Os maiores expoentes dessa filosofia de ren\u00fancia foram Epicuro e Zen\u00e3o. O primeiro, de Samos, condensou suas ideias em tr\u00eas livros. Seu credo chamava a aten\u00e7\u00e3o pela honestidade. Dizia que a sabedoria n\u00e3o consistia em explicar o mundo, mas em construir um ninho de tranquilidade com as poucas coisas que podem proporcion\u00e1-la: A mod\u00e9stia, o respeito aos outros, a amizade.<\/p>\n<p>Zen\u00e3o era um milion\u00e1rio de Chipre. Perdeu tudo, menos a vida, num naufr\u00e1gio nas \u00e1guas do Pireu. Desconsolado, parou na loja de um livreiro. Abriu \u201cOs Memor\u00e1veis\u201d, de Xenofante, e perguntou onde se poderiam encontrar tais homens. O livreiro disse: Segue aquele, mostrando Crato, que passava. Era um tebano que renunciara a fortuna para viver como mendigo. Agradeceu e estudou na academia de Xen\u00f3crates. Abriu sua escola e demonstrou aos alunos as vantagens da simplicidade e da Abstin\u00eancia..<\/p>\n<p>ABRIR ALAS PARA A CI\u00caNCIA \u2013 Com a decad\u00eancia da filosofia, a ci\u00eancia floresceu nos s\u00e9culos III e II a. C., mas ainda havia a multiplica\u00e7\u00e3o de escolas, livros e museus. Passou-se da \u00e9poca dos porqu\u00eas para o estudo dos como. Um dos grandes foi Arquimedes que observava atentamente os fen\u00f4menos naturais.<\/p>\n<p>Certa manh\u00e3, estando na banheira notou que a \u00e1gua subia \u00e0 medida que seu corpo afundava. A partir dai formulou o princ\u00edpio, segundo o qual, um corpo, afundando, perde o peso equivalente ao da \u00e1gua deslocada. Precipitou-se nu pelas ruas gritando Eureka \u2013 encontrei.<\/p>\n<p>Ele inventou toda esp\u00e9cie de engenhos para ajudar a p\u00e1tria, como guindastes imensos para prender e virar navios inimigos e catapultas para submergi-los sob tempestades de pedras. Quando Siracusa se entregou pela fome, o c\u00f4nsul romano Marcelo deu uma ordem de que n\u00e3o tocassem em Arquimedes. Um soldado o encontrou desenhando na areia e disse para se apresentar ao chefe. Ele respondeu: Logo que terminar. Zeloso da disciplina, o soldado matou-o.<\/p>\n<p>Arquimedes atribuiu a Aristarco, de Samos, a hip\u00f3tese de o centro do universo ser o sol, em torno do qual andaria a terra em movimento circular. Hiparco, de Nic\u00e9ia, deu ao mundo grego um calend\u00e1rio sensato e racional. Fixou o ano solar em 365 dias e um quarto, menos quatro minutos e 48 segundos. Foi o verdadeiro inventor do sistema ptolomaico. Foi o mais arguto observador da antiguidade.<\/p>\n<p>ROMA \u2013 Poucos em Atenas conheciam o grau de desenvolvimento alcan\u00e7ado pelas col\u00f4nias gregas na It\u00e1lia meridional e na Sic\u00edlia. Uma das provas foi a ascens\u00e3o de Rodes. Quando foi destru\u00edda por um terremoto, em 225 a.C., toda a Gr\u00e9cia mandou ajuda em dinheiro e alimentos, o que n\u00e3o aconteceu com Taranto quando os romanos o invadiram. S\u00f3 Pirro, rei de \u00c9piro, e parente de Alexandre, desembarcou na It\u00e1lia com 25 mil elefantes e tr\u00eas mil cavaleiros.<\/p>\n<p>Venceu, mas perdeu a metade do ex\u00e9rcito. Depois de uma vit\u00f3ria em \u00c1scoli dirigiu-se \u00e0 Sic\u00edlia para libert\u00e1-la dos cartagineses. Venceu, mas os gregos n\u00e3o colaboraram com ele. Foi batido pelos romanos em Benevento. Abandonou a It\u00e1lia dizendo: Que belo campo de batalha deixo entre Roma e Cartago.<\/p>\n<p>No ano de 272, Roma anexou Taranto, C\u00e1pua e N\u00e1poles. De todas as col\u00f4nias gregas da It\u00e1lia do sul, nada ficou. Logo depois, Roma iniciou seu duelo contra Cartago. Em 210, as col\u00f4nias gregas da Sic\u00edlia ca\u00edram em seu poder. Revoltou-se contra Filipe, o dominador maced\u00f4nio de 17 anos que virou um amoral, ao ponto de matar o pr\u00f3prio filho. Uniu-se a Cartago num acordo para depois dominar a Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p>Roma n\u00e3o se vingou, tanto que em 205 firmou tratado com Filipe. Em seguida, Cipi\u00e3o atacou a \u00c1frica e derrotou An\u00edbal, em Zama. \u00a0Rodes pediu apoio a Roma. Para se vingar, Filipe destruiu as cidades gregas. Em Abido, todos os habitantes preferiram o suic\u00eddio \u00e0 rendi\u00e7\u00e3o, mas seu ex\u00e9rcito nada pode fazer contra o de Quinto Tito Flaminio. Em respeito \u00e0 Gr\u00e9cia, devolveu o trono a Filipe. Convocou para Corinto todos representantes dos Estados gregos e anunciou que Roma retirava suas guarni\u00e7\u00f5es do territ\u00f3rio. Filipe morreu em 179 a.C. Subiu ao trono seu filho Perseu.<\/p>\n<p>Este, uniu-se com seu sogro Seleuco e, ao lado de Rodes, voltou-se contra Roma. O consul Em\u00edlio Paulo destruiu 70 cidades maced\u00f4nias. Devastou \u00c9piro, deportando cem mil cidad\u00e3os como escravos. Levou um milhar de not\u00e1veis para Roma. Em 146 toda Gr\u00e9cia, exceto Atenas e Esparta, proclamou a guerra santa. M\u00famio conquistou Corinto e arrasou tudo que existia. Gr\u00e9cia e Maced\u00f4nia formaram uma prov\u00edncia sob um governador romano.<\/p>\n<p>Em\u00edlio Paulo que deportou para Roma mil intelectuais gregos, e M\u00famio que para l\u00e1 transferiu todas as obras de arte de Corinto, terminaram transformando a derrota da Gr\u00e9cia em vit\u00f3ria. Os pr\u00f3prios romanos disseram: Graecia capta ferum victorem cepit \u2013 A Gr\u00e9cia vencida venceu o b\u00e1rbaro conquistador. O historiador ingl\u00eas disse que, salvo as for\u00e7as cegas da natureza, tudo o que evoluiu na vida da humanidade \u00e9 de origem grega.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ARIST\u00d3TELES \u2013 Al\u00e9m de ficar de luto, Arist\u00f3teles elevou um altar em honra ao seu mestre Plat\u00e3o. Foi seu aluno durante vinte anos. Sua prefer\u00eancia era a matem\u00e1tica. Escreveu prosa embaralhada e complicada, cheia de divaga\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias e ilumina\u00e7\u00f5es po\u00e9ticas \u2013 assim descreve Indro Montanelli, autor de \u201cHist\u00f3ria dos Gregos\u201d. 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