{"id":3125,"date":"2018-11-08T00:42:55","date_gmt":"2018-11-08T03:42:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/?p=3125"},"modified":"2018-11-08T00:43:06","modified_gmt":"2018-11-08T03:43:06","slug":"eolica-produz-a-mesma-capacidade-de-itaipu-e-bahia-e-2a-maior-potencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/2018\/11\/08\/eolica-produz-a-mesma-capacidade-de-itaipu-e-bahia-e-2a-maior-potencia\/","title":{"rendered":"E\u00d3LICA PRODUZ A MESMA CAPACIDADE DE ITAIPU E BAHIA \u00c9 2a MAIOR POT\u00caNCIA"},"content":{"rendered":"<p>Os dados sa\u00edram em setembro e foram divulgados pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia E\u00f3lica, dando conta de que a produ\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica no Brasil atingiu a marca de 14 gigawatts, equivalentes \u00e0 mesma capacidade instalada de Itaipu, a maior usina hidrel\u00e9trica do pa\u00eds.<\/p>\n<p>S\u00e3o 14,34 GW em 568 parques e\u00f3licos e mais de sete mil aerogeradores em 12 estados, sendo que o Nordeste agrega a maior parte da produ\u00e7\u00e3o. O Rio Grande do Norte aparece em primeiro lugar, com 146 parques e 3.949,3 megawatts, seguido da Bahia, com 133 parques e pot\u00eancia de 3.525 MW. O Cear\u00e1 vem em terceiro lugar, com 80 parques e 2.049,9 MW.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/IMG_3559.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3126\" src=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/IMG_3559.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"366\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/IMG_3559.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/IMG_3559-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A fonte e\u00f3lica tem mostrado grande avan\u00e7o nos \u00faltimos anos, passando de 1 GW em 2011 para os 14 de agora, completamente conectados \u00e0s redes de transmiss\u00e3o. Segundo os estudos, em m\u00e9dia a energia gerada por estas e\u00f3licas equivale, atualmente, ao consumo residencial de cerca de 26 milh\u00f5es de habita\u00e7\u00f5es, ou 80 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>Segundo a Associa\u00e7\u00e3o, a energia produzida com ventos est\u00e1 chegando a atender quase 14% do sistema interligado nacional. No caso do Nordeste, os recordes de atendimento ultrapassam 70% da energia produzida na regi\u00e3o. \u00c9 bem mais sustent\u00e1vel que as hidrel\u00e9tricas que provocam grande impacto ao meio ambiente.<\/p>\n<p>Na Bahia, os primeiros parques surgiram no sudoeste, na regi\u00e3o de Caetit\u00e9, Guanambi e Igapor\u00e3 h\u00e1 uns dez anos, mas houve um grande atraso na implanta\u00e7\u00e3o das redes de transmiss\u00e3o pela Chesf. Pelo clima tropical no Brasil, especialmente no Nordeste, a energia e\u00f3lica, uma fonte limpa, poderia ter hoje uma capacidade bem maior que atual, se tivesse sido planejada bem antes.<\/p>\n<p>Hoje os parques est\u00e3o espalhados por v\u00e1rios munic\u00edpios como Morro do Chap\u00e9u, Irec\u00ea, Am\u00e9rica Dourado, Santo S\u00e9, Casa Nova, Campo Formoso, dentre outros. A tend\u00eancia \u00e9 que em pouco tempo a Bahia seja a maior produtora, superando o Rio Grande do Norte, sem contar a energia solar onde o estado aparece em primeiro lugar, destacando a grande usina de Bom Jesus da Lapa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os dados sa\u00edram em setembro e foram divulgados pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia E\u00f3lica, dando conta de que a produ\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica no Brasil atingiu a marca de 14 gigawatts, equivalentes \u00e0 mesma capacidade instalada de Itaipu, a maior usina hidrel\u00e9trica do pa\u00eds. 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