{"id":2957,"date":"2018-07-28T00:03:55","date_gmt":"2018-07-28T03:03:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/?p=2957"},"modified":"2018-07-28T00:04:04","modified_gmt":"2018-07-28T03:04:04","slug":"as-curiosidades-do-mundo-grego-com-suas-filosofias-e-sabedorias-parte-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/2018\/07\/28\/as-curiosidades-do-mundo-grego-com-suas-filosofias-e-sabedorias-parte-i\/","title":{"rendered":"AS CURIOSIDADES DO MUNDO GREGO COM SUAS FILOSOFIAS E SABEDORIAS (parte I)"},"content":{"rendered":"<p>\u201cO mito e a lenda s\u00e3o insepar\u00e1veis da hist\u00f3ria; mesmo em nossa \u00e9poca, eles crescem em torno dos grandes acontecimentos hist\u00f3ricos e, mais ainda, ao redor de grandes personagens hist\u00f3ricas\u201d- do escritor e professor M. Rostovtzeff, autor do livro \u201cHist\u00f3ria da Gr\u00e9cia\u201d.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/IMG_7079.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2958\" src=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/IMG_7079.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"366\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/IMG_7079.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/IMG_7079-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Ele mesmo diz na introdu\u00e7\u00e3o da obra que esta civiliza\u00e7\u00e3o antiga, chamada pelo pr\u00f3prio de greco-romana ou Mediterr\u00e2nea, desenvolveu-se primeiramente no Oriente Pr\u00f3ximo, sobretudo no Egito, Mesopot\u00e2mia e \u00c1sia Central, nas ilhas do Mar Egeu e na pen\u00ednsula do Balc\u00e3s.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/IMG_7081.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2959\" src=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/IMG_7081.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"366\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/IMG_7081.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/IMG_7081-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O z\u00eanite da cria\u00e7\u00e3o cultural, de acordo com o fil\u00f3sofo, foi alcan\u00e7ado no Egito e na Babil\u00f4nia no terceiro mil\u00eanio a.C.; novamente pelo Egito no segundo mil\u00eanio e, ao mesmo tempo, pela \u00c1sia Menor e parte da Gr\u00e9cia; pela Ass\u00edria, Babil\u00f4nia e P\u00e9rsia nos oitavo, s\u00e9timo e sexto s\u00e9culos a.C.; em seguida pela Gr\u00e9cia dos s\u00e9culos sexto ao segundo a.C; e pela It\u00e1lia no primeiro s\u00e9culo a.C. e no I d.C.<\/p>\n<p>A civiliza\u00e7\u00e3o antiga ainda vive como base de todas as manifesta\u00e7\u00f5es da cultura moderna. A grega s\u00f3 se tornou mundial como resultado de um contato novo e prolongado com as culturas orientais, ap\u00f3s a conquista do Oriente por Alexandre Magno. Em complemento, diz o autor que ela se tornou propriedade do Ocidente, isto \u00e9, da moderna Europa, simplesmente porque foi adotada na \u00edntegra pela It\u00e1lia.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/IMG_7084.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2960\" src=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/IMG_7084.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"366\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/IMG_7084.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/IMG_7084-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>CURIOSIDADES, FILOSOFIAS E TRAPA\u00c7AS<\/p>\n<p>Mas, minha proposta mesmo \u00e9 falar sobre as curiosidades espec\u00edficas do mundo grego, suas filosofias e sabedorias, extra\u00eddas do livro \u201cHist\u00f3ria dos Gregos\u201d, do autor Indro Montanelli. Creio que muitos professores e estudiosos do assunto desconhecem peculiaridades interessantes sobre os grandes personagens e acontecimentos desta civiliza\u00e7\u00e3o, descritas pelo autor.<\/p>\n<p>Como s\u00e3o muitas, vamos s\u00f3 pontuar as mais importantes. Historiadores dizem que a primeira civiliza\u00e7\u00e3o grega nascera na ilha de Creta e tivera seu apogeu no tempo do rei Minos por volta do s\u00e9culo XIII a.C. O deus dessa gente se chamava Vulcano e correspondia ao Zeus dos gregos e ao J\u00fapiter dos romanos. Quando se irritava, seus fi\u00e9is se recomendavam \u00e0 deusa m\u00e3e, uma esp\u00e9cie de Nossa Senhora, para que o acalmasse.<\/p>\n<p>Este reino desaparecera entre os s\u00e9culos VIII e VII. Muitos falam num terremoto e outros em decorr\u00eancia da invas\u00e3o dos aqueus (tribo c\u00e9ltica da Europa Central) que destruiu tudo em Creta. A partir dali, o povo chamado de pel\u00e1gios (povo do mar) tornou-se grego e os aqueus implantaram v\u00e1rios reinados, dos quais Homero se tornara um grande trovador.<\/p>\n<p>De acordo com escava\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas feitas pelo alem\u00e3o Henrique Schliemann, Tr\u00f3ia existiu e nela os aqueus, que vieram da Tess\u00e1lia para o Peloponeso, tiveram seu tempo de apogeu e decad\u00eancia depois da guerra.<\/p>\n<p>HOMERO \u2013 Existem d\u00favidas sobre sua exist\u00eancia, mas, conforme a lenda, foi um trovador cego do s\u00e9culo VIII a.C. pago pelos senhores para ouvir dele hist\u00f3rias maravilhosas. Na obra da \u201cIl\u00edada e a Odisseia\u201d, o autor Indro considera Ulisses um dos mais descarados, mentirosos e trapaceiros da hist\u00f3ria. Sua grandeza s\u00f3 \u00e9 medida pelo sucesso, \u00fanica religi\u00e3o daquele povo.<\/p>\n<p><!--more-->OS H\u00c9RACLES \u2013 O que a lenda chama de \u201cvolta dos H\u00e9racles, nada mais foi que a invas\u00e3o d\u00f3rica que aconteceu pelo ano de 1.100 a.C., cujos povos vieram da Europa Central. Como presente, os d\u00f3rios trouxeram o ferro.<\/p>\n<p>A \u201cPOLIS\u201d &#8211;\u00a0 O tra\u00e7o fundamental dos gregos foi o particularismo que teve sua express\u00e3o na polis, isto \u00e9, nas \u201ccidades-estados, que nunca conseguiram fundir-se em na\u00e7\u00e3o. Na defini\u00e7\u00e3o, Plat\u00e3o dizia que uma polis n\u00e3o deveria superar 50 mil habitantes. Arist\u00f3teles sustentava que todos deviam conhecer-se entre si, pelo menos de vista.<\/p>\n<p>ZEUS E FAM\u00cdLIA \u2013 Toda autoridade devia ser ungida pelo Senhor, em nome de um deus. Povo algum jamais inventou, blasfemou e adorou deuses em tanta quantidade. Dizia Hes\u00edodo que n\u00e3o h\u00e1 pessoa no mundo que possa record\u00e1-los todos. Um poeta da \u00e9poca lamentava: J\u00e1 n\u00e3o se sabe onde esconder um alqueire de trigo, pois todo buraco est\u00e1 ocupado por um deus. O Olimpo, a ideia de que os deuses morassem no c\u00e9u e n\u00e3o na terra, foi trazida pelos aqueus.<\/p>\n<p>Criaram duas religi\u00f5es: A dos conquistadores, os aristocratas que em seus castelos e pal\u00e1cios rezavam voltados para cima, e a do povo subjugado que em suas cabanas de barro rezava olhando para a terra. Homero s\u00f3 nos fala dos deuses ol\u00edmpicos porque era pago pelos ricos. O patriotismo dos gregos esteve sempre ligado \u00e0 religi\u00e3o. Quando os deuses foram destru\u00eddos pela filosofia, os gregos deixaram de combater e foram dominados pelos romanos, que ainda acreditavam neles.<\/p>\n<p>HES\u00cdODO \u2013 Era um simples campon\u00eas que, possivelmente deve ter nascido por volta do s\u00e9timo s\u00e9culo a.C, quando a Gr\u00e9cia come\u00e7ava a sair das trevas em que a lan\u00e7ara a invas\u00e3o d\u00f3rica. Hes\u00edodo oferece um quadro exato daqueles tempos de mis\u00e9ria em \u201cAs Obras e os Dias\u201d.<\/p>\n<p>Poeta dos pobres, em seus serm\u00f5es ao irm\u00e3o trapaceiro que nada queria, ele achava que a mulher foi a maior culpada pela desordem humana. No caso, Pandora, s\u00edmbolo da mulher, trouxe todos os males aos homens at\u00e9 ent\u00e3o em gozo de paz e prosperidade.<\/p>\n<p>Em sua \u201cTeogonia\u201d, contou como ele e seus contempor\u00e2neos viam a origem do mundo. Primeiro era o caos. Depois disso nasceram Urano, deus do c\u00e9u, e Geia, a deusa da terra. Os dois procriaram os Tit\u00e3s, monstro de 50 cabe\u00e7as e 100 m\u00e3os. Urano\u00a0 mando-os para o inferno. G\u00e9ia n\u00e3o gostou nada disso e armou uma conjura\u00e7\u00e3o com os filhos para assassinar o pai. Cronos se encarregou da tarefa. Quando Urano trouxe consigo a noite para se deitar com sua amada, Cronos deferiu-lhe duro golpe de faca e atirou seus restos ao mar. De cada gota de sangue nasceu uma F\u00faria.<\/p>\n<p>Das \u00e1guas veio a deusa Afrodite, sem sexo. Cronos subiu ao trono e casou-se com sua irm\u00e3 R\u00e9ia. Como os pais haviam predito quando nascera, que ele seria deposto pelos filhos, Cronos comeu-os todos, mas esqueceu de um que R\u00e9ia o levou para Creta e se chamou Zeus, o qual dep\u00f4s o pai e obrigou-o a vomitar os filhos. Mandou seus tios Tit\u00e3s para o inferno e ficou na religi\u00e3o grega como o senhor do Olimpo, at\u00e9 o dia em que Cristo o dominou.<\/p>\n<p>Em suas descri\u00e7\u00f5es, Hes\u00edodo revive os pe\u00f5es da Be\u00f3cia arcaica, pobres camponeses maltratados pelos latifundi\u00e1rios vorazes. As casas de Hes\u00edodo s\u00e3o casebres de barro para b\u00edpedes e quadrupedes. Se treme de frio no inverno e se ferve no ver\u00e3o. Ningu\u00e9m vem da cidade pedir opini\u00e3o ou o voto dessa pobre gente, que tem obriga\u00e7\u00e3o de entregar parte da sua colheita ao patr\u00e3o e parte ao governo. Ele narra a fome e a pobreza dessa Gr\u00e9cia campesina, tiranizada pelos conquistadores n\u00f3rdicos.<\/p>\n<p>PIT\u00c1GORAS \u2013 Nascido na ilha de Samos, em 580 a.C., Pit\u00e1goras estabeleceu-se em Cr\u00f3ton, na costa italiana, muito tempo depois de ter viajado pelo Oriente Pr\u00f3ximo at\u00e9 a \u00cdndia. Era ditador demais para suportar a de Pol\u00edcrates. Em Cr\u00f3ton fundou o mais \u201ctotalit\u00e1rio\u201d dos col\u00e9gios, podendo nele ingressar mo\u00e7os e mo\u00e7as, mas tinham que fazer votos de castidade e submeterem-se a uma dieta que exclu\u00eda vinho, carne, ovos e favas, das quais tinha misteriosa implica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Seus alunos n\u00e3o podiam rir, e no final de cada ano escolar, todos eram obrigados a fazer em p\u00fablico a \u201cautocr\u00edtica\u201d, ou seus \u201cdesviacionismos\u201d como ditava a cartilha comunista. Os seminaristas eram divididos em externos e internos (os esot\u00e9ricos), os quais eram cuidados diretamente pelo mestre e s\u00f3 podiam ser vistos por ele depois de quatro anos de tiroc\u00ednio. Durante este tempo, Pit\u00e1goras mandava-lhes as li\u00e7\u00f5es escritas com a f\u00f3rmula \u201cautos epha\u201d, o \u201cipse dixit\u201d, ele disse, sem contesta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em seus variados estudos, descobriu as rela\u00e7\u00f5es de n\u00fameros que regem a m\u00fasica. Um dia passando diante da oficina de um ferreiro, ficou impressionado com a regularidade r\u00edtmica das batidas do molho sobre a bigorna. Em casa fez experi\u00eancias fazendo vibrar cordas de id\u00eantica espessura e tens\u00e3o. Concluiu que as notas dependiam da quantidade das vibra\u00e7\u00f5es. Nos seus c\u00e1lculos, chegou ao resultado de que a m\u00fasica n\u00e3o era mais do que uma rela\u00e7\u00e3o num\u00e9rica medida por intervalos. Mais ainda, concluiu que o sil\u00eancio \u00e9 pura m\u00fasica que o ouvido humano n\u00e3o percebe por ser cont\u00ednua, sem intervalos.<\/p>\n<p>Naquele tempo ele j\u00e1 tinha vis\u00e3o esp\u00edrita da encarna\u00e7\u00e3o. Sustentava que a alma, sendo imortal, passa de um corpo ao outro. Abandonando o corpo do defunto, purifica-se por algum tempo no Hades e se reencarna. Dizia ter sido ele primeiro uma famosa cortes\u00e3, depois o her\u00f3i aqueu Euforbo, da guerra de Tr\u00f3ia.<\/p>\n<p>Cita o autor do livro, que Pit\u00e1goras, em Cr\u00f3ton, instaurou uma ditadura de causar inveja a Sila, Hitler e Stalin, Praticava virtude absoluta com vida casta, dieta rigorosa e atitude reservada.<\/p>\n<p>O C\u00edrculo dos Pitag\u00f3ricos decidiu apoderar-se do Estado e fundar, em Cr\u00f3ton, a base das verdades filos\u00f3ficas elaboradas pelo mestre, a rep\u00fablica ideal, na forma de uma tirania iluminada. Chegou um tempo em que todas as magistraturas estavam cheias de pitag\u00f3ricos, gente s\u00e9ria, austera e enjoada, algo parecido com seu col\u00e9gio. Foi ai que o povo se revoltou, cercou o semin\u00e1rio e mataram os inquilinos. O mestre fugiu de cuecas na escurid\u00e3o da noite e terminou caindo num campo de favas. Com o \u00f3dio que tinha a elas, recusou-se a esconder numa de suas moitas. Alcan\u00e7aram e o mataram. Tinha 80 anos e confiou seus coment\u00e1rios \u00e0 filha D\u00e2mona.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cO mito e a lenda s\u00e3o insepar\u00e1veis da hist\u00f3ria; mesmo em nossa \u00e9poca, eles crescem em torno dos grandes acontecimentos hist\u00f3ricos e, mais ainda, ao redor de grandes personagens hist\u00f3ricas\u201d- do escritor e professor M. Rostovtzeff, autor do livro \u201cHist\u00f3ria da Gr\u00e9cia\u201d. 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