{"id":2119,"date":"2017-04-06T08:28:27","date_gmt":"2017-04-06T11:28:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/?p=2119"},"modified":"2017-04-06T08:29:31","modified_gmt":"2017-04-06T11:29:31","slug":"proferros-adroaldo-100-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/2017\/04\/06\/proferros-adroaldo-100-anos\/","title":{"rendered":"PROFESSOR ADROALDO, 100 ANOS"},"content":{"rendered":"<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">Carlos Alb\u00e1n\u00a0Gonz\u00e1lez &#8211; jornalista<\/span><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">\u201cAdroaldo? Quem foi Adroaldo?\u201d A pergunta foi feita na Governadoria, em Salvador, a um dos membros da comiss\u00e3o organizadora das comemora\u00e7\u00f5es pela passagem do centen\u00e1rio de nascimento de Adroaldo Ribeiro Costa, que ocorrer\u00e1 no dia 13 de abril. Como outros vultos importantes da Bahia, o Professor Adroaldo, como era chamado, pertence a um passado, que, infelizmente, n\u00e3o \u00e9 preservado. As lembran\u00e7as e a obra daquele que foi um dos grandes educadores brasileiros v\u00eam sendo mantidas por um grupo de \u201cjovens\u201d, todos com mais de 60 anos, seus ex-alunos na Hora da Crian\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/untitled.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-2120\" src=\"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/untitled.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"194\" \/><\/a><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">Jornalista, advogado, teatr\u00f3logo, professor, escritor e compositor, Adroaldo foi, mais do que tudo, um educador, que deveria ter um lugar reservado junto a Darcy Ribeiro (1922-1997), An\u00edsio Teixeira (1900-1971), Florestan Fernandes (1920-1995), Paulo Freire (1921-1997), Maria Nilde Mascellani (1931-1999), Cristovam Buarque, Miguel Arroyo e Jaqueline Moll.<\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">A primeira grande contribui\u00e7\u00e3o de Adroaldo para a educa\u00e7\u00e3o infantil foi o lan\u00e7amento de um programa de r\u00e1dio. A \u201cHora Crian\u00e7a\u201d, criada em 25 de julho de 1943, deu seus primeiros passos no audit\u00f3rio da R\u00e1dio Sociedade da Bahia, localizado no Passeio P\u00fablico, antes de se transferir para a Rua Carlos Gomes, onde hoje funciona a Caixa Cultural, em Salvador. Quatro anos mais tarde ele se tornaria o pioneiro do teatro infantil no Brasil, encenando, em 22 de dezembro de 1947, no Teatro Guarani (atualmente Espa\u00e7o Ita\u00fa de Cinema Glauber Rocha, na Pra\u00e7a Castro Alves), a opereta \u201cNarizinho\u201d, adaptada da obra do escritor paulista Monteiro Lobato.<\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">Adroaldo Ribeiro Costa nasceu em Salvador, no dia 13 de abril de 1917. Sua inf\u00e2ncia e parte da mocidade foram passados em Santo Amaro da Purifica\u00e7\u00e3o, onde cursou o prim\u00e1rio e o ginasial. No intervalo das aulas desenvolvia atividades liter\u00e1rias, art\u00edsticas e esportivas, e colaborava com as publica\u00e7\u00f5es dos gr\u00eamios estudantis. A cidade lhe concedeu em 1983 o t\u00edtulo de Cidad\u00e3o Santo-amarense. Voltando \u00e0 capital, Adroaldo ingressou na Faculdade de Direito da UFB\u00aa, atendendo a um desejo paterno. Diplomado, nunca chegou a exercer a advocacia. Sua voca\u00e7\u00e3o era para o magist\u00e9rio. Lecionou L\u00edngua Portuguesa e Hist\u00f3ria em estabelecimentos de ensino particular, antes de ser nomeado professor do Estado, tendo dirigido o Instituto Normal da Bahia, hoje Isaias Alves, o Gin\u00e1sio Jo\u00e3o Flor\u00eancio Gomes e o Servi\u00e7o Estadual de Assist\u00eancia ao Menor (SEAM).<\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">Interventor entre 1942-1945 do governo Vargas na Bahia, o general Renato Onofre Pinto Aleixo convidou Adroaldo para assumir o departamento de r\u00e1dio-teatro da R\u00e1dio Sociedade, que estava sob a tutela do Estado. A cria\u00e7\u00e3o da \u201cHora da Crian\u00e7a\u201d foi uma das inciativas do novo gestor. Pelo programa desfilaram personalidades que marcaram a vida cultural, social e empresarial da Bahia, por v\u00e1rias d\u00e9cadas. O compositor Gilberto Gil (Beto) e sua sanfona; o Quarteto em Cy (Cyva, Cybele, Cylene e Synara), Glauber Rocha, Paulo Gil Soares, \u00c2ngelo e Arnon Andrade, Nair (Nairzinha) Lauria, Edvaldo Souza (Eddy Star), os irm\u00e3os Gonz\u00e1lez Passos, Andrade Neto, Souza Castro e Humildes Reis; Renato Pessoa, Remy de Souza, Ieda Olivaes, Fernando Passos, Jairo Sim\u00f5es, L\u00facia Spinelli, Risodalva, Suely Temporal, \u00cdris Fr\u00f3es, Marco Oliveira, Mateus Russo, e muitos outros, que, por esquecimento, deixo de mencionar. <\/span><!--more--><!--more--><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">A Hora da Crian\u00e7a foi transformada em sociedade civil. Ocupou, provisoriamente, v\u00e1rios im\u00f3veis at\u00e9 a constru\u00e7\u00e3o de sua sede definitiva, na Avenida Juracy Magalh\u00e3es, onde mant\u00e9m conv\u00eanios com o estado e o munic\u00edpio, oferecendo cursos de artes a cerca de 400 alunos carentes da rede p\u00fablica de ensino. O programa radiof\u00f4nico, acompanhado durante 35 anos por ouvintes de todo o estado, deixou de ir ao ar em 1978.<\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">Com o fim do Estado Novo e a deposi\u00e7\u00e3o de Get\u00falio Vargas, em 1945, o Brasil voltou \u00e0 normalidade. Em 1947, os baianos elegeram Octavio Mangabeira para govern\u00e1-los. Um dos mais not\u00e1veis educadores do pa\u00eds, An\u00edsio Teixeira, foi designado para a Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o, para onde Adroaldo recorreu para poder realizar o seu sonho: teatralizar o livro \u201cA Menina do Narizinho Arrebitado\u201d, cujo autor, Monteiro Lobato, j\u00e1 havia lhe dado permiss\u00e3o por escrito. <\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">Com os recursos liberados por An\u00edsio Teixeira, Adroaldo iniciou os ensaios da opereta, com a participa\u00e7\u00e3o de mais de 100 pequenos atores, estreantes na arte do palco, e a colabora\u00e7\u00e3o de amigos, como o Maestro Agenor Gomes, respons\u00e1vel pelos arranjos da trilha musical, e do professor \u00c1lvaro Z\u00f3zimo, encarregado da cenografia, e de dezenas de dedicadas volunt\u00e1rias, que trabalhavam unicamente por diletantismo, incumbidas da confec\u00e7\u00e3o do guarda-roupa e da disciplina nos camarins. Na noite da estreia, na plateia estava um convidado ilustre: o pr\u00f3prio Lobato, que depois de muitos anos deixou o seu s\u00edtio em Taubat\u00e9 para ir a Salvador. Entusiasmado, ap\u00f3s o espet\u00e1culo, o escritor j\u00e1 alimentava a ideia de levar a pe\u00e7a a S\u00e3o Paulo. Pouco meses depois, Lobato viria a falecer. <\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">Narizinho, Em\u00edlia, Pedrinho, Visconde de Sabugosa e o Pr\u00edncipe Encantado voltaram aos palcos, interpretados por novos atores, em mais tr\u00eas temporadas. Adroaldo foi ainda autor de outras pe\u00e7as infantis: \u201cMonetinho\u201d, \u201cInf\u00e2ncia\u201d, \u201cEnquanto N\u00f3s Cantarmos\u201d e \u201cTimide\u201d. Enveredou pela literatura, publicando \u201cConversas de Esquina\u201d (colet\u00e2nea de cr\u00f4nicas editadas pelo jornal \u201cA Tarde\u201d), \u201cOra\u00e7\u00e3o \u00e0 Juventude\u201d e \u201cIgarap\u00e9-Hist\u00f3ria de Uma Teimosia\u201d, narrando sua conviv\u00eancia com a inf\u00e2ncia. Suas composi\u00e7\u00f5es foram gravadas em tr\u00eas discos (\u201cHora de Cantar\u201d, \u201cNavio Negreiro\u201d e \u201cOs 20 Anos da Hora da Crian\u00e7a\u201d), al\u00e9m de\u00a0 outro com suas can\u00e7\u00f5es interpretadas pelo Quarteto em Cy.<\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">A veia jornal\u00edstica de Adroaldo Ribeiro Costa come\u00e7ou a pulsar no come\u00e7o da d\u00e9cada de 50, escrevendo artigos para o jornal \u201cO Imparcial\u201d. Em 1955, ingressou em \u201cA Tarde\u201d, a convite do seu fundador, o jornalista Ernesto Sim\u00f5es Filho, com a miss\u00e3o de editar semanalmente um caderno infantil, que circulou por 20 anos. No 1\u00ba andar do centen\u00e1rio pr\u00e9dio da Pra\u00e7a Castro Alves Adroaldo acumulava suas fun\u00e7\u00f5es iniciais com as de membro de uma equipe de elite, os editorialistas, aqueles que levavam ao leitor as mat\u00e9rias opinativas do prestigioso ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o. Nas horas vagas, com o pseud\u00f4nimo de Drodoala, Adroaldo vestia a camisa tricolor do Bahia e \u201cduelava\u201d com o fan\u00e1tico rubro-negro da Reda\u00e7\u00e3o, Giovanni Guimar\u00e3es, que se assinava GG. Adroaldo foi diretor da Associa\u00e7\u00e3o Bahiana de Imprensa (ABI) entre 1978 e 1984. <\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">Uma das grandes paix\u00f5es de Adroaldo foi o Bahia. O seu nome vai se perpetuar na hist\u00f3ria do clube como autor do hino que \u00e9 um verdadeiro canto de incentivo da torcida tricolor. Composto em 1946, a marcha, que recebeu os arranjos do Maestro Agenor Gomes, se popularizou dez anos depois gra\u00e7as a uma grava\u00e7\u00e3o feita pela Banda do Corpo de Bombeiros. Posteriormente, o hino se tornou conhecido em todo o Brasil, atrav\u00e9s das vozes dos baianos Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bet\u00e2nia e Gal Costa; do instrumentista Armandinho e do trio el\u00e9trico Tapaj\u00f3s. <\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">Nas d\u00e9cadas de 80 e 90, quando se brincava o aut\u00eantico carnaval de rua em Salvador, a can\u00e7\u00e3o era uma das mais executadas pelos trios el\u00e9tricos, cantada efusivamente pela multid\u00e3o, at\u00e9 mesmo pelos torcedores do Vit\u00f3ria. Adroaldo se recusou a escrever um hino para o Vit\u00f3ria, alegando falta de motiva\u00e7\u00e3o. Ele abriu m\u00e3o dos direitos autorais da obra, \u201cem troca das alegrias que o Bahia tem me proporcionado\u201d, dizia. A Fonte Nova testemunhou, ap\u00f3s uma vit\u00f3ria do Bahia num Ba-Vi e a conquista de mais um t\u00edtulo, Adroaldo arrancando tufos de grama do campo para guardar como se fosse um trof\u00e9u.<\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">Adroaldo Ribeiro Costa faleceu no dia 27 de fevereiro de 1984, aos 66 anos, na Rua Lelis Piedade, em Itapagipe, onde morou por muitos anos. Na rua, estacionado, o velho Citroen preto, fabrica\u00e7\u00e3o francesa dos anos 40. Foi sepultado no Cemit\u00e9rio do Campo Santo. Sua biografia est\u00e1 sendo escrita pelo seu sobrinho, o m\u00e9dico e poeta Aramis Ribeiro Costa, ex-presidente da Academia Baiana de Letras. <\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">A programa\u00e7\u00e3o do centen\u00e1rio de nascimento de Adroaldo Ribeiro Costa inclui encena\u00e7\u00e3o de uma pe\u00e7a teatral, escrita e apresentada por ex-alunas da Hora da Crian\u00e7a, sob a coordena\u00e7\u00e3o da professora Ieda Olivaes; palestras do publicit\u00e1rio Fernando Passos e de Aramis Ribeiro Costa, respectivamente, na R\u00e1dio Metr\u00f3pole e Assembleia Legislativa; exibi\u00e7\u00e3o de um document\u00e1rio no tel\u00e3o do Est\u00e1dio da Fonte Nova, no dia 9, no intervalo do Ba-Vi; missa no dia 24, na igreja de Sant\u2019 Ana, no Rio Vermelho; concerto da Orquestra Sinf\u00f4nica da UFB\u00aa, \u00a0na Reitoria; realiza\u00e7\u00e3o do III Sal\u00e3o Infantil Baiano de Artes Pl\u00e1sticas, em parceria com a Escola de Belas Artes; abertura de uma p\u00e1gina na internet para receber depoimentos de ex-integrantes da HC; organiza\u00e7\u00e3o de um semin\u00e1rio onde professores ir\u00e3o debater a metodologia educacional utilizada por Adroaldo.<\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">Convivi, em duas ocasi\u00f5es distintas, com Adroaldo Ribeiro Costa. Como aluno da Hora da Crian\u00e7a participei da segunda temporada de \u201cNarizinho\u201d e de \u201cEnquanto N\u00f3s Cantarmos\u201d. Anos mais tarde, rep\u00f3rter esportivo de \u201cA Tarde\u201d, na sede da Pra\u00e7a Castro Alves, trocava ideias com o meu ex-professor sobre uma paix\u00e3o de ambos, o futebol.<\/span><\/p>\n<p class=\"yiv9529031553msonormal\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 16.0pt; font-family: 'Calibri','sans-serif'; color: black;\">\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carlos Alb\u00e1n\u00a0Gonz\u00e1lez &#8211; jornalista\u00a0 \u201cAdroaldo? Quem foi Adroaldo?\u201d A pergunta foi feita na Governadoria, em Salvador, a um dos membros da comiss\u00e3o organizadora das comemora\u00e7\u00f5es pela passagem do centen\u00e1rio de nascimento de Adroaldo Ribeiro Costa, que ocorrer\u00e1 no dia 13 de abril. 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