{"id":1256,"date":"2015-11-06T23:14:53","date_gmt":"2015-11-07T02:14:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/?p=1256"},"modified":"2015-11-06T23:15:07","modified_gmt":"2015-11-07T02:15:07","slug":"sabedoria-popular-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/2015\/11\/06\/sabedoria-popular-ii\/","title":{"rendered":"SABEDORIA POPULAR II"},"content":{"rendered":"<p>Vamos prosseguir com nossos ditados populares dos antigos, denominados de sabedoria popular, muitos dos quais escritos em carrocerias de caminh\u00f5es e citados em conversas entre amigos para refor\u00e7ar argumentos filos\u00f3ficos, pol\u00edticos e socioecon\u00f4micos do dia a dia de nossas vidas.<\/p>\n<p>Vejamos alguns deles muito conhecidos, mas vale a pena relembr\u00e1-los:<\/p>\n<p>\u201cDai a C\u00e9sar o que \u00e9 de C\u00e9sar e a Deus o que \u00e9 de Deus\u201d. Esta, como todos sabem, foi dito por Cristo aos seus ap\u00f3stolos.<\/p>\n<p>\u201cQuem rir por \u00faltimo rir melhor\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAntes um p\u00e1ssaro na m\u00e3o que dois voando\u201d.<\/p>\n<p>\u201cMuito vento \u00e9 sinal de pouca chuva\u201d.<\/p>\n<p>\u201cMais vale um peito na m\u00e3o que dois no suti\u00e3\u201d.<\/p>\n<p>\u201cQuem tem medo de cagar n\u00e3o come\u201d.<\/p>\n<p>\u201cQuem n\u00e3o chora n\u00e3o mama\u201d. Muito boa para os tempos atuais de crise econ\u00f4mica de tanta pechincha.<\/p>\n<p>\u201cMais vale um certo que dois duvidosos\u201d.<\/p>\n<p>\u201cQuem com ferro fere, com ferro ser\u00e1 ferido\u201d. Muitos pol\u00edticos devem estar hoje sentindo isso na pele. \u00c9 o mesmo como o \u201cmal sempre retorna para si\u201d. Aqui tamb\u00e9m \u00e9 s\u00f3 refletir a onda de refugiados das guerras e das cat\u00e1strofes invadindo os pa\u00edses ricos da Europa que subjugaram os mais fracos com m\u00e3os de ferro. Os Estados Unidos, que t\u00eam a maior d\u00edvida para com as na\u00e7\u00f5es invadidas, fazem de conta que nada est\u00e1 existindo.<\/p>\n<p>\u201cLadr\u00e3o que rouba ladr\u00e3o tem cem anos de perd\u00e3o\u201d. Os pol\u00edticos safados gostam dessa.<\/p>\n<p>\u201cQuem canta, seus males espanta\u201d.<\/p>\n<p>\u201cQuem vive de esperan\u00e7as morre de fome\u201d. Isso acontece muito com os brasileiros. \u00c9 o povo que tem mais esperan\u00e7a no futuro.<\/p>\n<p>\u201cQuem n\u00e3o vive para servir, serve para morrer\u201d.<\/p>\n<p>\u201cQuem est\u00e1 perdido, todo mato \u00e9 caminho\u201d. \u00c9 o caso do presidente da C\u00e2mara Eduardo Cunha.<\/p>\n<p>\u201cNada como um dia depois do outro\u201d. Serve para ele tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o h\u00e1 mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe\u201d. Lembrei do \u201cpoetinha\u201d: O amor dura enquanto \u00e9 eterno.<\/p>\n<p>\u201cQuando o gato sai de casa, o rato passeia na mesa\u201d.<\/p>\n<p>\u201cContra um argumento, um argumento e meio\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAgua mole em pedra dura tanto bate at\u00e9 que fura\u201d. V\u00e1 meu camarada, e n\u00e3o desista nunca.<\/p>\n<p>\u201cQuem muito quer, pouco alcan\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>\u201cQuem n\u00e3o tem c\u00e3o, ca\u00e7a com gato\u201d.<\/p>\n<p>\u201cUma andorinha s\u00f3 n\u00e3o faz ver\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>\u201cQuem com os porcos se misturam, farelos come\u201d. Esta, meu pai sempre dizia quando era menino para n\u00e3o andar com gente que n\u00e3o presta. Por n\u00e3o ouvi-lo, tomei muita topada.<\/p>\n<p>\u201cSanto de casa n\u00e3o faz milagre\u201d. Esta \u00e9 batata! Brasileiro, por exemplo, n\u00e3o sabe valorizar sua arte, sua cultura, suas riquezas e seu patrim\u00f4nio. \u00c9 um pa\u00eds que n\u00e3o preserva suas tradi\u00e7\u00f5es. Na pr\u00f3xima, vamos ter mais para refletir.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vamos prosseguir com nossos ditados populares dos antigos, denominados de sabedoria popular, muitos dos quais escritos em carrocerias de caminh\u00f5es e citados em conversas entre amigos para refor\u00e7ar argumentos filos\u00f3ficos, pol\u00edticos e socioecon\u00f4micos do dia a dia de nossas vidas. 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