{"id":11764,"date":"2026-03-28T13:21:20","date_gmt":"2026-03-28T16:21:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/?p=11764"},"modified":"2026-03-28T13:21:33","modified_gmt":"2026-03-28T16:21:33","slug":"lembrancas-da-querida-piritiba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/2026\/03\/28\/lembrancas-da-querida-piritiba\/","title":{"rendered":"LEMBRAN\u00c7AS DA QUERIDA PIRITIBA"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1049.jpg\">Col\u00e9gio abandonado <img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11765\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1049.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1049.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1049-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1050.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11766\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1050.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1050.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1050-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1047.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11767\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1047.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1047.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1047-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Todas as vezes que vou a Piritiba, na Bahia, Piemonte da Chapada Diamantina, para visitar parentes (al\u00f4 Leucia, primo-irm\u00e3o Roque que j\u00e1 se foi, Roquinho, Ronieri, Rocia e Dadai) e alguns velhos amigos, s\u00e3o momentos de recorda\u00e7\u00f5es do passado de menino moloque e tamb\u00e9m de tristeza quando vejo que antigos pr\u00e9dios hist\u00f3ricos foram derrubados por administra\u00e7\u00f5es desmemoriadas, para dar lugar a novos equipamentos.<\/p>\n<p>Dessa \u00faltima vez, por exemplo, na semana passada, fiquei chocado e doeu muito quando passei pelo col\u00e9gio Almirante Barroso, onde aprendi a escrever e a ler as primeiras letras e fiz meu prim\u00e1rio. A escola, praticamente centen\u00e1ria, por onde passou milhares de alunos, est\u00e1 abandonada, caiando aos peda\u00e7\u00f5es e servindo de entulhos e coisas velhas da Prefeitura Municipal.<\/p>\n<p>Como um dos mais antigos filhos, fa\u00e7o um apelo \u00e0 prefeita Leandra Belitardo Barreto de Andrade Lima, do Solidariedade para que preserve nosso patrim\u00f4nio. Seu foco de campanha foi educa\u00e7\u00e3o e desenvolvimento, mas est\u00e1 provando o contr\u00e1rio, senhora prefeita, e, por ironia, n\u00e3o est\u00e1 sendo solid\u00e1ria em termos de conserva\u00e7\u00e3o e reforma de um col\u00e9gio que fez em tem hist\u00f3ria. Dal\u00ed sa\u00edram grandes nomes. Pelo menos, fa\u00e7a jus ao seu extenso nome.<\/p>\n<p>Como em outras cidades da Bahia e do Brasil, que fazem quest\u00e3o de acabar com o patrim\u00f4nio cultural e arquitet\u00f4nico, o prefeito passado cometeu o crime de colocar abaixo o pr\u00e9dio da antiga prefeitura, que teve como primeiro mandat\u00e1rio, o Dr. Carlos Ayres de Almeida (PSD), eleito em 3 de outubro de 1954.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1052.jpg\">Oestado <img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11768\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1052.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1052.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1052-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/>O estado da primeira escola prim\u00e1ria de Piritiba<\/a><\/p>\n<p>No lugar, t\u00e3o representativo para o munic\u00edpio, foi constru\u00eddo um parquinho feio, sem muita utilidade, no final da popular \u201cRua dos Ricos\u201d (naquela \u00e9poca nem era cal\u00e7ada). Confesso que evito olhar para o local. Assim eles v\u00e3o destruindo nossa hist\u00f3ria com alega\u00e7\u00f5es de que o edif\u00edcio estava condenado.<\/p>\n<p>Vi outros pontos que foram descaracterizados, como um velho armaz\u00e9m de 100 anos onde na frente constru\u00edram uma lanchonete (sempre fechada).\u00a0 N\u00e3o me lembro bem o nome da rua, s\u00f3 que em sua antiga cal\u00e7ada sentavam os moleques, como eu, para prosear, contar causos e brincar de esconde-esconde, de Cauboy, pau de bosta, jogo de gude, jogar pi\u00e3o, chicotinho queimado e at\u00e9 brigar com a turma da Rua de S\u00e3o Domingos. Era a rixa entre a rua de cima contra a rua de baixo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1053.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11769\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1053.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1053.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1053-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Recordo bem que, naquela \u00e9poca, a gente comentava muito sobre a sele\u00e7\u00e3o brasileira campe\u00e3 da Copa de 1958, na Su\u00e9cia, com Pel\u00e9, Garrinha, Didi e outros craques que n\u00e3o existem mais. O armaz\u00e9m, de Jo\u00e3o Vermelho, era m\u00e1gico como ponto de encontro de todas as noites da cambada que se sujava na terra.<\/p>\n<p>A usina a diesel sustentava a luz at\u00e9 10 horas (antes dava tr\u00eas sinais de aviso), mas a gurizada ficava at\u00e9 mais tarde na escurid\u00e3o, para furtar frutas nos quintais e fazer outras tripolias. Para mim foram tempos sagrados.<\/p>\n<p>Lembro de uma vez, quando estava trepado numa \u00e1rvore frut\u00edfera (manga ou mam\u00e3o), a mulher acordou assustada e me chamou de ladr\u00e3o tarado. Foi uma carreira s\u00f3 e pulei o muro como um gato. Faz\u00edamos quest\u00e3o de realizar essas aventuras puramente por prazer e para contar vantagens para os amigos. Cada um armava da sua.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1036.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11770\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1036.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1036.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1036-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Bons tempos de furtar melancias, umbus e queimar manda\u00e7ais e arapu\u00e1s. \u00a0Certa vez queimei um pasto ao tocar fogo na colmeia num galho de \u00e1rvore e ainda tive o atrevimento de avisar ao dono que sua \u201cmanga\u201d estava em chamas.<\/p>\n<p>Meu pai, Mateus Mac\u00e1rio, que tinha um terreno no Caldeir\u00e3ozinho e era lavrador, nem sonhava saber dessas \u201cloucuras\u201d de moleque porque era pisa certa de reio, palmat\u00f3ria e cintur\u00e3o. A repreens\u00e3o era severa e fui pego com um batoque de matar passarinhos. Foi surra na certa. Bem que minha m\u00e3e me avisou!<\/p>\n<p>Em Piritiba, morava na casa do casal Maricas e Nem\u00e9zio para estudar, mas passava mais o tempo lendo gibis de Ritim-Tim, Zorro, B\u00fafallo Byll, Tarzan, Roy Roggeres, Super-Homem e outros cauboys e \u201cher\u00f3is\u201d norte-americanos. Troc\u00e1vamos essas revistinhas entre os colegas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1038.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11771\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1038.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1038.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1038-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Queimava as aulas para tomar banho no Rio Maxixe onde aprendi a nadar. O que menos gostava era das f\u00e9rias porque retornava \u00e0 ro\u00e7a para plantar mandioca, fazer farinha e vender na feira. Ficava com aquela vergonha quando aparecia um coleguinha de escola e me via vendendo na feira ao lado do meu pai. Sentia-me inferiorizado.<\/p>\n<p>No per\u00edodo das aulas, me virava para ganhar uns trocados (tost\u00f5es ou reis) para comprar gudes, gibis e ir ao circo quando aparecia na cidade. Pegava malas dos passageiros na esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria do trem de passageiros que ia at\u00e9 Senhor do Bonfim. Vendia lenha (quase n\u00e3o existiam fog\u00f5es el\u00e9tricos), \u00e1gua no \u201ccarote\u201d transportada por jumentos e passava recados dos outros.<\/p>\n<p>Na Pra\u00e7a Get\u00falio Vargas, ainda no ch\u00e3o poeirento, jogava baba quase todas as tardes, aquele de v\u00e1rzea com muitas pernas de paus, gritos, zoeiras, palavr\u00f5es e brigas. Os moradores nos xingavam de moleques vagabundos e quando a bola caia dentro de um bar em frente, o dono amea\u00e7ava cortar a velha bola.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1020.jpg\">Primeira igreja presbiteriana de Piritiba<img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11772\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1020.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1020.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1020-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>S\u00e3o muitas hist\u00f3rias e lembran\u00e7as, como dos \u201cdoidos\u201d Zabel\u00ea e Jeg\u00e3o. Eles viravam o \u201cc\u00e3o\u201d quando os chamavam pelos apelidos. Quando eles iam passando, a meninada armava um esquema. Cada grupo ficava numa esquina diferente.\u00a0 De uma ponta um gritava Zabel\u00ea e da outra Jeg\u00e3o. O casal se separava e a\u00ed era s\u00f3 correria e pedradas.<\/p>\n<p>Existiam ainda umas famosas fofoqueiras em Piritiba que faziam sucesso, sabiam da vida de todos moradores e eram temidas por causa de suas l\u00ednguas ferinas. Fosse nos tempos atuais da tecnologia das redes sociais, com certeza teriam milh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es e seguidores.<\/p>\n<p>Casos e causos a parte, tristeza pela derrubada de antigos equipamentos, mas amo minha querida Piritiba que em tupi-guarani quer dizer s\u00edtio do junco, atualmente com cerca de 18 mil habitantes. Naquela d\u00e9cada de 50, possu\u00eda uns tr\u00eas mil habitantes.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1018.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11773\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1018.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1018.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1018-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Em considera\u00e7\u00e3o por ter ali me criado e depois como sacrist\u00e3o da vizinha Mundo Novo, do vig\u00e1rio Nicanor, e de l\u00e1 ter partido para Rui Barbosa, depois para o Semin\u00e1rio de Amargosa, para ser padre, jornalista em Salvador, resolvi doar todo meu acervo cultural de mais sete mil itens a este munic\u00edpio, mas a impress\u00e3o \u00e9 que os administradores n\u00e3o gostam de cultura e n\u00e3o deram uma resposta definitiva.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1027.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11774\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1027.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1027.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1027-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Piritiba, com sua origem ligado ao povoado de Cinco V\u00e1rzeas, foi fundado por Jo\u00e3o Damasceno. Foi emancipada em 27 de setembro de 1952 pela lei estadual 503. Depois o ato foi extinto e reanexada a Mundo Novo, em 1956. Somente em tr\u00eas de agosto de 1958, pela lei 1.014, foi definitivamente emancipada. No entanto, seu anivers\u00e1rio \u00e9 comemorado em 27 de setembro.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_0985.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11775\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_0985.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_0985.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_0985-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1009.jpg\">Antigoarmaz\u00e9mdeJo\u00e3oVermelho <img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11776\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1009.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1009.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1009-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/>Antigo armaz\u00e9m de Jo\u00e3o Vermelho\u00a0<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1064.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11777\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1064.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1064.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/DSC_1064-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Col\u00e9gio abandonado Todas as vezes que vou a Piritiba, na Bahia, Piemonte da Chapada Diamantina, para visitar parentes (al\u00f4 Leucia, primo-irm\u00e3o Roque que j\u00e1 se foi, Roquinho, Ronieri, Rocia e Dadai) e alguns velhos amigos, s\u00e3o momentos de recorda\u00e7\u00f5es do passado de menino moloque e tamb\u00e9m de tristeza quando vejo que antigos pr\u00e9dios hist\u00f3ricos foram [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11764"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11764"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11764\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11778,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11764\/revisions\/11778"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11764"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11764"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11764"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}