{"id":11388,"date":"2025-12-18T23:17:09","date_gmt":"2025-12-19T02:17:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/?p=11388"},"modified":"2025-12-18T23:17:21","modified_gmt":"2025-12-19T02:17:21","slug":"tem-de-tudo-na-feirinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/2025\/12\/18\/tem-de-tudo-na-feirinha\/","title":{"rendered":"TEM DE TUDO NA FEIRINHA"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0607.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11389\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0607.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0607.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0607-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0642.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11390\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0642.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0642.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0642-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p>As feiras nasceram com as primeiras tribos humanit\u00e1rias de agricultores, classificados como sedent\u00e1rios, diferente dos ca\u00e7adores e coletores que eram n\u00f4mades. S\u00e3o t\u00e3o antigas quanto a humanidade e surgiram da necessidade da troca de seus produtos entre as pequenas comunidades. Elas existem em qualquer parte do planeta, incluindo as grandes metr\u00f3poles, e sobrevivem ao mundo moderno das tecnologias, desde a cria\u00e7\u00e3o dos armaz\u00e9ns, das lojas comerciais, dos supermercados e at\u00e9 dos mercados virtuais. N\u00e3o existem cidades, vilas e distritos que n\u00e3o tenham a sua. Nas grandes s\u00e3o v\u00e1rias, como \u00e9 o caso de Vit\u00f3ria da Conquista, mas sempre tem uma que entra nas gra\u00e7as de seus moradores. Em Salvador \u00e9 a Feira de S\u00e3o Joaquim. Em Conquista \u00e9 a Feirinha do Bairro Brasil, a mais famosa e graciosa, considerada patrim\u00f4nio cultural da cidade. Ali\u00e1s, toda feira \u00e9 um palco livre da nossa express\u00e3o cultural, como a nossa hist\u00f3rica Feirinha onde se encontra de tudo, desde boxes de carnes, peixes, frutas, verduras, bebidas (cacha\u00e7as), um caldo de cana com pastel (para quem aprecia o pastel), temperos, cereais em geral, a utens\u00edlios usados de casa, roupas, sapatos, ferragens, artesanatos, mesas, cadeiras, objetos de uso pessoal e um monte de bugigangas, superando os supermercados, com o diferencial que na feira o cliente pode pechinchar os pre\u00e7os. \u00c9 gostoso passear na feira e fazer suas compras ao ar livre, sem estar empurrando carrinhos e pegando filas naquelas m\u00e1quinas registradoras. Nos encontros com os amigos e conhecidos, at\u00e9 o papo na feira \u00e9 mais prazeroso que o de um supermercado.\u00a0 Na feira voc\u00ea n\u00e3o precisa ficar rodando entre prateleiras para encontrar um produto. As mercadorias ficam em bancas e at\u00e9 no ch\u00e3o. Al\u00e9m de ter de tudo, na feira existe muito mais calor humano e voc\u00ea pode at\u00e9 trocar um dedo de prosa com o vendedor, como se tornar fregu\u00eas e selar uma amizade duradoura. Quando vou \u00e0 feira, lembro dos meus tempos de moleque roceiro do interior onde fui at\u00e9 comerciante de farinha. A Feirinha do Bairro Brasil, por exemplo, tem algo de especial e \u00e9 ali onde voc\u00ea se sente mais gente, mais humano e menos n\u00famero e m\u00e1quina. Trata-se de um ambiente mais social, bem mais popular, principalmente pela simplicidade da sua gente por onde circula. Nossas lentes flagraram esse colorido de imagens que n\u00e3o existe num supermercado.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0634.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11391\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0634.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0634.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0634-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0626.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-11392\" src=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0626.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"365\" srcset=\"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0626.jpg 550w, https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/DSC_0626-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As feiras nasceram com as primeiras tribos humanit\u00e1rias de agricultores, classificados como sedent\u00e1rios, diferente dos ca\u00e7adores e coletores que eram n\u00f4mades. S\u00e3o t\u00e3o antigas quanto a humanidade e surgiram da necessidade da troca de seus produtos entre as pequenas comunidades. Elas existem em qualquer parte do planeta, incluindo as grandes metr\u00f3poles, e sobrevivem ao mundo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[5],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11388"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11388"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11388\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11393,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11388\/revisions\/11393"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11388"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11388"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aestrada.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11388"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}