Sem muitos comentários sobre a proposta do capitão-presidente de aumentar o auxílio de 400 reais para 600; conceder mil reais mensais aos caminhoneiros; e aumentar a ajuda ao gás de cozinha para as famílias pobres. Tudo isso só até o final do ano, bem próximo às eleições.

É uma cara de pau mesmo! Trata-se de uma atitude explícita de compra de votos, em conluio com um Congresso Nacional desmoralizante e corrupto. Pelo visto, a fome, a inflação e a miséria se acabam logo após as eleições. A saída desses parlamentares vendidos é votar um decreto de emergência.

Será que o nosso povo vai engolir mais essa safadeza? O Bozó e sua turma de cínicos acreditam que sim, porque eles estão confiantes que na fome de mais de 30 milhões de brasileiros será fácil comprar esses eleitores com um mísero prato de comida.

Enquanto isso, o nosso Brasil cada vez mais se afunda nos escândalos do Ministério da Educação e agora do ex-presidente da Caixa Econômica Federal, o assediador sexual das mulheres funcionárias, um psicopata na gestão de uma estatal.

Como sempre, todos são inocentes, ninguém viu, ninguém sabe e ninguém fez nada. O silêncio dos brasileiros continua a compactuar com toda essa bandalheira, em nome da desgraça dos desamparados e ignorantes. É uma psicopatia geral que tomou conta do país.

Com tudo isso acontecendo, ainda tem deputado que critica quem fala mal do Brasil lá fora. Gostaria de saber dele e de quem se sente incomodado se, no momento atual, existem coisas boas para se dizer aos estrangeiros?

O capitão vem há tempos tentando golpear as eleições, dizendo que as urnas não são confiantes e que vai haver fraudes. Tudo isso é uma trama armada por ele e os militares, com o propósito único de praticar irregularidades eleitorais e ficarem impunes.

Vem muito mais coisa absurda por aí nessa campanha, e seus atos criminosos vão passar incólumes pelo Tribunal Superior Eleitoral que terá receio de agir porque ele vai apelar de que está sendo perseguido. É um script montado por ele para ficar livre, para fazer o que bem entender.