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O CINEASTA MAIS SEXY DO MUNDO

Blog Refletor     TAL-Televisión América Latina.

Itamar indica artigo de Orlando Senna:

Há dez anos tive uma longa conversa com o excepcional cineasta grego naturalizado francês Costa-Gavras, em Salvador da Bahia, onde estávamos participando de um seminário. Já havíamos tido outras conversas em Havana e na Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba e, depois do encontro baiano, voltamos a nos ver algumas vezes em Paris. Mas a conversa na Bahia foi reveladora para mim, tanto para um entendimento mais fino da obra costa-gavriana durante o século XX como para suas cogitações e propostas para o século que estávamos começando a viver naquele momento. Jantamos juntos três vezes durante o convívio de uma semana e ele escolheu sempre o mesmo restaurante, Delírio Tropical, e a mesma comida baiana, do acarajé ao arroz de hauçá, com muito dendê e pimenta. Explicou: “os deuses afrobaianos são os melhores cozinheiros de todos os Olimpos e quem está dizendo isso é um grego”.

Costa, como é conhecido entre seus amigos e no meio cinematográfico europeu, é um cineasta fundamental na relação da arte com a política. Ou, como ele diria, da arte com a política, a história e a análise social, aspectos que conformam uma unidade indissolúvel em seu entendimento do binômio vida individual/vida coletiva. Para ele todo e qualquer filme é político e cinema é, antes de qualquer coisa, cinema (“um filme é um espetáculo popular, é arte e diversão”). Ficou mundialmente conhecido com seu filme Z, de 1968, narrando o assassinato de um deputado esquerdista na Grécia e, por tabela, a derrota das esquerdas e a vitória da contra-revolução em várias partes do mundo.

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PELA MORALIZAÇÃO

Não adianta nada a presidente Dilma pedir ajuste fiscal e mandar o trabalhador apertar o cinto se continua mantendo 39 ministérios e mais de 100 mil em cargos comissionados no Brasil. Mais ainda, se do outro lado o Congresso Nacional (Câmara e Senado) insiste em aumentar suas mordomias com suas polpudas verbas de gabinete, legislando de costa para a população.

O que o povo quer e está pedindo nas ruas é moralização dos poderes, inclusive do judiciário que é uma verdadeira caixa preta em plena crise política e econômica de juros altos, inflação galopante e crescimento pífio de 0,1% do PIB (Produto Interno Bruto), sem falar do desemprego que desagrega famílias e varre de vez o resto de esperança que ainda existia.

O que o povo quer nesse bojo da moralização é uma reforma política séria que acabe de vez com esta mutreta de “doação” de campanha empresarial que todo mundo já sabe que não passa de um empréstimo a ser pago depois pelos próprios políticos e partidos (32) que sustentamos, com juros e correção monetária. Não nos venham oferecer pacotes de bombons rotulados de anticorrupção!

Ou eles não estão entendendo, ou fazem “ouvidos moucos” e acreditam que nada vai acontecer porque o brasileiro é um bicho burro e já está calejado de apanhar. Enquanto isso, eles vão nos entretendo com muito circo e feriadões que começam no meio da semana para o executivo, legislativo e o judiciário. Neste país, só o pião, considerado como classe desqualificada, trabalha.

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O PODER DA PAPELADA

Orlando Senna

Blog Refletor Tal-Televisión América Latina

Itamar indica e comenta   

As primeiras utilizações da palavra burocracia aconteceram no século XVIII, na França, quando alguém teve a ideia de juntar a palavra francesa “bureau”, que significa escritório, mesa, escrivaninha (e posteriormente também repartição pública) ao sufixo “cracia”, derivado do grego kratos, que significa poder. O poder do escritório, o poder do funcionário público. Já naqueles idos de 1700 a conotação da nova palavra era negativa, relacionada à ineficiência do funcionalismo estatal na monarquia absoluta e desperdício de recursos. Na verdade o excesso de leis e regras e a utilização da parafernália legal por funcionários desonestos é bem mais antiga do que a palavra, remontando ao início do Império Romano.

Podemos supor a presença das garras burocráticas no episódio da crucificação de Cristo, no jogo de empurra-empurra entre o poder judeu (Herodes) e o poder romano que dominava a região da Palestina (Pôncio Pilatos). Com o correr do tempo os burocratas tentaram justificar e enaltecer a burocracia como essencialmente necessária à estrutura jurídica do Estado, à organização dos procedimentos da administração, afirmando que, por ser difusa e manipulada por muita gente, a prática garantia a “impessoalidade” no trato da coisa pública. Uma falácia que ainda encontra defensores na atualidade.

O jurista alemão Max Weber, considerado o pai da sociologia moderna e um dos mais argutos estudiosos do assunto, chamou a atenção para o fato de que o princípio básico da administração burocrática é a hierarquia, é o controle que os funcionários superiores exercem sobre os inferiores. Um controle que permite a classificação de documentos em várias categorias de acesso e, em consequência, o conhecimento de alguns desses documentos apenas por poucos funcionários. Esse mecanismo é praticado, desde muito tempo, também nas empresas privadas. É o que está acontecendo neste momento no Brasil, no escândalo dos desvios de dinheiro e propinas na Petrobrás e em grandes empreiteiras, envolvendo funcionários, políticos e empresários.

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O AXÉ E A SINFONIA

Carlos González – jornalista – gonzalezcarlos@oi.com.br

Num entusiasmo incontido, após a vitória de 3 a 1 sobre uma França africanizada (o time gaulês é formado, em sua maioria, por jogadores que não sabem cantar La Marseillaise, pois nasceram em outro continente), Neymar Jr. declarou que o Brasil já superou o trauma da Copa do Mundo de 2014, voltando a praticar o seu melhor futebol. A afirmativa daquele que, no futuro, ao dependurar as chuteiras, abraçará, certamente, de maneira ilegal, a carreira de comentarista esportivo na televisão, foi contestada por mim e, tenho certeza, por aqueles que têm o prazer de acompanhar o futebol na Europa, ou mesmo na Argentina.

Eu gostaria de fazer uma comparação entre o futebol que se pratica lá fora e o que está sendo jogado no Brasil, mas antes devo pedir desculpas aos fãs do axé. Os 90 minutos de uma partida da Copa do Nordeste, da Copa do Brasil, dos campeonatos estaduais e das seleções brasileiras sub 20 e sub 17, primam pela falta de cadência, com um compasso sem alternância tática, onde os instrumentistas desafinam a cada minuto, cometendo faltas – o Brasil hoje pratica o futebol mais violento do mundo – que tiram a beleza do espetáculo. Estamos fartos dessa mesmice. Vamos mudar o canal da TV e fixar nossas vistas sobre os estádios, sempre lotados, da Espanha, Alemanha, Itália e Inglaterra, onde a bola rola no ritmo de uma sinfonia de Beethoven.

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SEM SURPRESAS E QUEM BATE PANELA

Como se fosse uma competição olímpica em que o atleta cada vez mais se esmera para bater o recorde do outro, o céu não é mais o limite para a modalidade corrupção neste país. Não existem mais surpresas para os brasileiros.

Agora mesmo, calcula-se que a sonegação de impostos na área da Receita Federal, oriunda do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais –Carf (órgão do Ministério da Fazenda), esteja em torno de 19 bilhões de reais, bem superior aos 10 bilhões estimados da Operação Lava Jato da Petrobrás.

Surpresa mesmo seria ver ao vivo corruptos e ladrões de terno serem algemados numa reunião de ministros, políticos ou grandes empresários como aconteceu na Ucrânia. Aqui, na nossa ainda frágil democracia da impunidade, a mídia hipócrita, advogados e até juízes cairiam de pau dizendo que isso é arbitrariedade e abuso de autoridade.

Estamos à beira de uma convulsão social e os poderes constituídos continuam a governar de costas para o povo. Em cada manifestação a população é enganada com mais um docinho como se faz com uma criança quando começa a chorar. Qual vai ser o próximo pacote de doce, senhora presidente e diletíssimos congressistas? Bombons de pascoa? Salgadinhos, ou brigadeiros?

Aqui nesta terra tupiniquim, mesmo com os fatos escancarados, os operadores da Lava Jato negam de pés juntos qualquer envolvimento na ladroagem porque sabem que os processos levam anos com várias e várias apelações, com defesas a perder de vista, sem contar o foro privilegiado dos parlamentares e governantes.

Não adiantam gravações, filmagens, assinaturas ou outras espécies de provas. Que o diga nosso artista bonachão Paulo Maluf! Por que será que Renan Calheiros, Eduardo Cunha e outros do quilate aprecem nas câmaras tão contentes e com risadas largas em suas caras como se nada estivesse acontecendo? Não precisa responder! Onde estão hoje os mensaleiros?

Além da algema na Ucrânia e do rombo na Receita Federal, outro fato nesta semana que nos chama a atenção para o estado em que se encontra a economia e a política no Brasil, foi o anuncio de que no próximo ano o IBGE não vai realizar o censo populacional por falta de grana.  Recursos não faltam para bancar as mordomias do Congresso e assembleias.

QUEM BATE PANELA?

Dizem por aí que panelaço é coisa da elite burguesa reacionária das classes A e B (classe alta e média alta). Até que acredito nisso porque os grandes empresários que foram na onda de Lula para investirem pesado na área do petróleo estão hoje furiosos, descontentes e retados com o ex-presidente. Os projetos faraônicos estão hoje se transformando em elefantes brancos.

A própria Graça Foster, ex-presidente da Petrobrás, deixou claro na CPI da Câmara que Lula obrigou seus subordinados a espalhar refinarias petrolíferas pelo país a fora (Rio, São Paulo, Pernambuco, Paraná, Ceará) sem critérios técnicos e viabilidade econômica. Quem está também batendo panela é a turma que acreditou no pré-sal. Até ontem eles todos aplaudiam.

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ITAMAR INDICA E COMENTA ORLANDO SENNA

Blog Refletor TAL-Televisión América

O poeta e cineasta argentino Fernando Birri, o mestre do Nuevo Cine latino-americano, celebrou na semana passada, no dia 13, seus 90 anos de idade. Ele está em Roma, onde vive há décadas, firme e risonho como sempre, com projetos a fazer, cabeça a mil. Comemorando a data, publico em mídia aberta o prefácio que fiz para seu livro O alquimista democrático, de 2008.

BIRRI, ORTU et ORG

O alquimista democrático foi escrito durante 35 anos, gravando em papel o movimento ascendente do pensamento de Fernando Birri, refletindo a passagem por suas várias juventudes. Aqui o verbo escrever ou o verbo gravar devem ser entendidos na multiplicidade de expressões de um poeta que circula pelas letras, pela oratória, pelas artes pictóricas, pelo teatro, pela dança, pelos bonecos, pelo cinema e, agora, pelas varreduras eletrônicas, por essa incipiente revolução tecno-estética que está forjando a Oitava Arte dos sonhos materializados e das realidades virtuais.

Esse compêndio é a súmula organizada de uma reflexão contínua e fervente, elaborada com a fala, com os gestos, com as tintas, com as câmeras, com todas as conexões que seu espírito curioso e rebelde descobriu e sua habilidade de mago de circo soube dominar, manipular, transcender. São palavras, desenhos, fotos e outras manifestações onde a fusão de poesia, teoria e ideologia não são apenas uma rima, mas também uma solução: o pensamento aberto, livre de amarras, solto no vento, abundante, excessivo (Birri cita William Blake: “o caminho do excesso conduz ao palácio da sabedoria”).

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QUESTÃO DE MÁ GESTÃO

Comenta-se muito nas mídias e nas propagandas institucionais sobre a falta de consciência dos usuários em geral que não economizam energia e água como deveriam, mas pouco da má gestão e da incompetência do poder público. Claro que o cidadão tem que fazer sua parte, mas o maior culpado, por exemplo, da escassez de água, é do governante que não administra bem os nossos recursos.

Outro culpado é São Pedro que não manda chuva no tempo certo. Aí fica o cara lá, indicado por um político da coalizão partidária, dizendo que a volta à normalidade e a saída do racionamento e dos apagões de energia vão depender do céu. Basta olhar no mapa geográfico para detectar que a maioria das nossas represas no Brasil é desprovida de árvores e suas margens não são protegidas. O solo está nu e desértico.

Em Nova Iorque, nos Estados Unidos, os responsáveis pelas represas que abastecem a cidade adquiriram terrenos particulares próximos para serem reflorestados, e as águas são rigorosamente protegidas de qualquer tipo de uso e depredação.

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ATÉ QUANTO TEMPO ABUSARÁS DA NOSSA PACIÊNCIA?

 

Sérgio Fonseca

e-mail: s.de.fonseca@bol.com.br

 

Lucius Sergius Catilina (108 a,C – 62 a.C) hoje mais conhecido como Catilina, foi militar e senador de Roma. Tentou ser nomeado cônsul da república romana. Juntamente com jovens nobres arruinados, iniciou conspiração. Denunciado por Marcus Tulius Cicerus (106 a.C- 43 a.C)         em pleno Senado, acabou fugindo, indo chefiar seu exército na Etrúria. Ficaram célebre as “catilinárias”, os discursos de Cícero contra ele.

Apesar dos dois milênios que nos separam até os dias de hoje, acabei pinçando, na primeira catilinária, que é muito extensa, acusações na defesa do bem comum, que me parecem atualíssimas. Principalmente nestes trechos: “Até quando abusarás, ó Catilina, de nossa paciência? Por quanto tempo ainda zombarás de nós?  Até que ponto tua audácia desenfreada se gabará? Não percebes que teus planos estão descobertos? Ó tempos, ó costumes! O Senado sabe esses fatos, o cônsul os vê. Todos os seus planos são para nós mais claros que a luz”.

Catilina ameaçava a integridade da república romana com a força das armas. Hoje, como cidadão brasileiro, venho denunciar as tramas petistas que, a nível do Judiciário, tem como ator principal sua excelência o ministro José Antônio Dias Toffoli. Suas atitudes não são ilegais. Mas trombam continuamente com o decoro, a probidade e a ética. Com sua ida para a 2ª. Turma do Supremo Tribunal Federal, esse magistrado, de inegável DNA petista, é uma séria ameaça à total imparcialidade do julgamento dos políticos do Lavajato a serem julgados por essa 2ª. Turma. Além de Toffoli, essa Turma é composta pelos juízes Celso de Mello, Carmen Lúcia, Teori Zavaski e Gilmar Mendes.

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OS ABOMINÁVEIS

Quando o ex-presidente Lula era deputado federal chegou a dizer que o Congresso Nacional tinha 300 picaretas. Pouco mais de 20 anos depois vem o ex-ministro da Educação, Cid Gomes, com dedo em riste e raivoso declarar que a instituição política (513 deputados e 81 senadores) tem 400 achacadores. A coisa vai de mal a pior!

Não sei se são 300 ou 400 abomináveis, nem qual o número exato, mas sei que com todas suas benesses, mordomias, advogando em causa própria na base do toma lá dá cá, cagando nas cabeças da opinião pública, a Câmara e o Senado não representam mais os anseios da população. Para os achacadores, não existem limites para o perigo. É como andar no fio da navalha.

Lembrando a mitologia grega, a Casa é como uma espada apontada para nossas cabeças, só que os malfeitores abomináveis acham que são intocáveis e invioláveis em suas togas e palácios. O Congresso está empurrando o país para o precipício.

Recentemente foram os reajustes nababescos de verbas de gabinete, indenização, custos extras e até passagens aéreas para seus cônjuges pagas pelo contribuinte. Nesta semana triplicaram os recursos que sustentam o Fundo Partidário de 32 partidos, sem contar os bilhões de propinas das empreiteiras que são descaradamente chamadas de “doações”. Não estão nem aí para as manifestações das ruas, mas um dia esta corda se parte, ou a casa cai.

Na filosofia chinesa, se não me engano, cada ser humano tem semelhança com um bicho. Ser chamado de macaco não deveria ser ofensa diante dos ratos, hienas, morotós, cupins, sapos, aranhas, cobras venenosas, escorpiões, baratas, lobos travestidos de cordeiros, os gaviões e carcarás que se alimentam de pintinhos, os gambás, as raposas e os insetos peçonhentos da pior espécie que circulam entre nós.

É só olhar para a cara de um safado chantageador empacotado no terno e na gravata e você verá o parentesco que tem com esses animais. Veja bem o formato do rosto, a aparência, a cabeça, o jeito de andar, as expressões, o comportamento, as artimanhas, o cabelo, os olhos deles e você vai encontrar a designação correspondente para cada animal citado, dentre outros.

PERFUMES E MIASMAS

De Orlando Senna

Blog Refletor TAL-Televisión América Latina

Indicado e comentado por Itamar Aguiar

De vez em quando o assunto volta à tona: filmes com cheiro. Ou a possibilidade disso, dos filmes exibidos em salas de cinema e também em âmbito doméstico emanarem odores, somando aos dois sentidos utilizados pelos usuários dessa arte, visão e audição, ao olfato. Sabemos que as artes são dirigidas ao cérebro e chegam a ele através dos cinco sentidos. Temos a música e a oratória para a audição, as artes plásticas para a visão, as artes cênicas e audiovisuais para o binômio visão/audição, a extensa culinária para o paladar, a também extensa perfumaria para o olfato.

O tato é o patinho feio nessa relação, é o sentido menos acessado pelos artistas para produzir emoções e revelações nas pessoas. Todos nós usamos intensamente o tato no nosso próprio corpo e nos corpos dos outros (principalmente em corpos amados ou desejados), nas superfícies dos elementos sólidos e pastosos, no interior de elementos líquidos (o prazer de um mergulho na água), mas manifestações artísticas dedicadas ao tato são raras. Não sei porquê, talvez vocês saibam. Mas saio dessa vereda para evitar a tentação de pensar sobre o sexto sentido, o paranormal, e voltar ao odor nos filmes.

A história registra tentativas de aromatização do cinema desde a década 1910, antes do cinema sonoro, com a utilização de grandes bolas de algodão embebidas em perfume e colocadas diante de ventiladores em teatros da Pensilvânia. Nos anos 1930 a estratégia era injetar cheiros através de orifícios no teto das salas, supostamente facilitando a mudança das fragrâncias em cada parte do filme. Nos anos 1950 essa variação odorífica foi tentada através dos sistemas de ar condicionado. Nenhum procedimento deu certo porque os cheiros permaneciam além do previsto nas salas fechadas e se misturavam com os novos cheiros injetados, resultando em saladas olorosas desagradáveis, miasmáticas. Já senti perfumes em peças de teatro e no desfile de Escolas de Samba no Rio, mas um só perfume — no cinema a questão é que os filmes exigiriam muitos cheiros, bons e ruins.

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