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:: 7/out/2020 . 21:58

SARAU COMEMORA SEUS DEZ ANOS

Depois de sete meses no isolamento por causa da pandemia, com todos regramentos e protocolos recomendados, o nosso “Sarau Colaborativo A Estrada” vai dar as caras neste sábado (dia 10/10) para matar a saudade do grupo que sempre se fez presente aos nossos eventos, respirando cultura, saber e conhecimento.

Vamos procurar fazer tudo dentro do distanciamento, com todos os cuidados possíveis entre os participantes que já estão conscientes do momento que ainda não é de relaxamento. No entanto, vamos manter o nosso formato com dois temas a serem escolhidos sobre a “Nação Cigana” e o “Exílio de Jango”, a partir de 1964, no Uruguai.

Além do debate, vamos ter a apresentação de artistas locais da música, com canções variadas, declamação de poemas, causos e o bate-papo descontraído que sempre acontecem em todos os nossos saraus. Nesta edição, vamos aproveitar a ocasião para comemorar os dez anos da atividade cultural, que completou em julho passado, mas não pode ser festejado por causa da Covid-19.

Durante esses dez anos, muita gente passou pelo nosso Espaço Cultural, inclusive de outras regiões e estados. Nesse tempo, discutimos diversos assuntos nas áreas da literatura, da educação, da política e no âmbito social, como Castro Alves, Graciliano Ramos, os movimentos revolucionários de 1968, Cordel, Cultura e Costumes Nordestinos, Gregório de Mattos, Carnaval, A História da Música Brasileira, O Império Romano, dentre outros.

Esse próximo de sábado vai ser diferenciado, em decorrência do coronavírus, que distanciou e separou as pessoas. Depois de sete meses, vamos rever os amigos para mais uma troca de ideias e conhecimento, mas, principalmente, para matar a saudade. Esperamos contar com a compreensão de todos quanto aos protocolos de distanciamento e respeito mútuo. Na verdade, a grande maioria já estava cobrando por esse momento de encontro.

A CIDADE DOS QUEBRA-MOLAS

Além do trânsito que já é complicado, principalmente no centro e imediações, os quebra-molas nas ruas e avenidas de Vitória da Conquista deixam qualquer motorista estressado e com os nervos em frangalhos. A Prefeitura Municipal prometeu retirar esses trambolhos nos locais onde implantou os radares e as lombadas eletrônicas, mas até agora nada foi feito.

Como se considerasse que têm poucos, a Secretaria de Mobilidade Urbana (de Trânsito mesmo) construiu mais nas avenidas Filipinas e Bartolomeu de Gusmão, sem necessidades. Nas avenidas Juracy Magalhães, Integração, Pará, Maranhão, Frei Benjamim, Brumado e outras lá estão eles espalhados de 50 a 50 metros para tortura de todos.

CRIMINOSO

Na descida da Bartolomeu, em direção ao centro, tem um bem criminoso. Esse quebra-molas foi levantado onde foi aberto um desvio na subida do lado oposto e, depois de fechado o retorno, lá ficou o elevado para arrebentar o motorista desavisado, ou visitante que não conhece nada da cidade. Aquilo ali é um absurdo e de uma estupidez sem tamanho.

Nem é preciso dizer aqui o mal que fazem esses horríveis quebra-molas em termos de prejuízos para os veículos, sem contar o consumo de combustível, que está com seus preços nas alturas. Conquista pode até ganhar um prêmio de cidade que tem o maior do mundo, que é o “bigode” de Pedral, na Avenida Regis Pacheco.

Basta acontecer um acidente numa esquina qualquer com vítima e aí os moradores logo pedem a instalação do maldito. No outro dia o poder público está lá com seus homens para fazer mais um. O paradoxal é que em todos lugares de quebra-molas existem sinalizações de “PARE” e avisos de preferencial, sem contar os verticais de entradas liberadas e proibidas.

Tenho a curiosidade de saber quantos quebra-molas existem em Conquista, só para comprar com outras cidades do mesmo porte. Na minha imaginação, passam de dois mil, se não tiver mais que isso. Acho que nem a Secretaria sabe quantos são os monstrengos, que são desaprovados pelo próprio Conselho Nacional de Trânsito. E aqueles que próprios moradores fazem por conta própria?

VERDADEIRAS PRAGAS

Eles vão aparecendo como verdadeiras pragas, como vírus a contaminar nosso sistema neurológico. É um tal de reduzir marcha nessa cidade que, ao fim do dia, as molas e suspensões dos carros estão arrebentados, principalmente os dos taxistas, vans e ônibus. Por mais que a pessoa esteja atenta, sempre se esbarra em um, e aí já está feito o estrago.

Não poderia, pelo menos, reduzir o número deles e se tomar uma decisão de não mais construir outros. Será que lá dentro da Prefeitura existe a política do quebra-molas? Não sabia que dava tantos votos! Não é dessa maneira que se educa o motorista para que dirija com atenção e com velocidade mais moderada na cidade.

Quem ultrapassa os limites e não obedece aos sinais deve ser rigorosamente punido, mas aqui no Brasil existe a cultura de se conter os excessos na base da brutalidade, da força policial, ou de outro instrumento coercitivo como são esses infernais quebra-molas assassinos.

Outro problema sério no nosso trânsito são as faixas apagadas de pedestres. A grande maioria nem tem mais listas. O mais difícil é você encontrar uma faixa pintada, colocando em risco o transeunte e o próprio motorista, especialmente daquele visitante que está passando pela cidad





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