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:: 1/ago/2019 . 22:11

O GIRASSOL DA VIDA

Quem não se encanta com o girassol  florido nos campos. Como o próprio nome já diz, a flor gira em direção ao sol para receber seus raios da vida. Com seu cacho de sementes, utilizado na indústria do óleo comestível, e suas pétalas em torno, faz o ser humano esquecer os problemas e amar mais ainda a natureza, tão maltratada pelos homens. Vamos ser um girassol da vida e amar os outros, ao invés de odiar com tantas intolerâncias. A foto é do jornalista Jeremias Macário que plantou uma dessas maravilhosas plantas em seu quintal entre as hortas e outras espécies medicinais, além de nativas do nosso sertão nordestino.

MENTE BRASILEIRA

Letra de autoria do jornalista e escritor Jeremias Macário

A mente moura ibérica, negra e índia,

Essa mistura mestiça brasileira mente,

Mente feio o eleitor na urna ao ir votar,

Depois o eleito só quer tirar seu proveito,

Promete pão e escola e dá circo e esmola;

Enganam o governo e o caro parlamentar,

E a avenida histérica se divide pra xingar.

 

Gente falsa compra sapato em Nova York;

Só quer falar I love “very  good, nok, nok”;

Rouba meu cofre e sempre se diz inocente,

O demente mente que a ditadura não existiu,

Mente na TV que não tem feito preconceito,

Faz de conta que lê e só vê as redes sociais,

Avança os sinais e se diz humano solidário,

Apoia os fascistas e o corrupto salafrário.

 

Mente vil brasileira tão incoerente mente,

Onde o forró lambada virou coisa imoral,

A puta finge amor na cama que já gozou,

A igreja prega que a inquisição já passou,

O malandro se gaba de esperto inteligente;

Todos só querem em tudo levar vantagem;

O Nordeste não tem mais cabra da peste,

Como Suassuna com sua viagem armorial;

Mente brasileira de cultura ainda colonial.

 

 

O IMPÉRIO ROMANO NOS DOIS SÉCULOS DA ERA CRISTÃ

Dentre os sucessores de Augusto que mantiveram o Império mais metódico nos dois primeiros séculos da era cristã, Cláudio, Vespasiano e Adriano realizaram um trabalho mais frutífero. Tudo se concentrava nas mãos do imperador através de um Escritório Central (editos, cartas, finanças, petições), e os chefes de departamento assumiam o caráter de ministros. As decisões dos tribunais eram presididas pelo imperador, funcionando como juiz de apelação.

Para os diferentes ramos dos assuntos, o Escritório Central dividia-se em departamentos, e cada um era supervisionado por um chefe ( liberto ou servo pessoal). A partir de Oto passou a ser por um funcionário (rationibus) da classe equestre. O mais importante era o departamento das finanças, incluindo as propriedades do imperador (rationes).

O papel dos magistrados

O súdito comum, com exceção do habitante da capital, estava muito menos em contato com os representantes do governo do que em qualquer Estado moderno. Os magistrados eletivos da comunidade faziam a ponte entre o homem da rua e o Estado. Eles tinham completo controle da cidade e seus assuntos. Eram juízes de primeira instancia e davam ordens à polícia.

Atuavam ainda como agentes do governo na estipulação e coleta dos impostos, e impunham ao povo outras obrigações, como a construção e a conservação das estradas, o transporte dos funcionários, dos bens e do correio do governo. O imperador vigiava todos os atos dos governadores e estes sabiam que nas reuniões anuais estavam sujeitos a queixas contra atos violentos e ilegais praticados por eles no poder.

Neste período, grandes números das cidades estavam mergulhados em dívidas, incapazes de administrar suas finanças. Então, foram criadas comissões para estudar os fatos. No tempo de Trajano, inspetores (curatores) passaram a exercer tal função, cobrando providências das autoridades municipais. Só uns poucos departamentos eram controlados pelos imperadores, que cuidavam de suas imensas fortunas.

Além dos agentes, outro grande número de procuradores, atuando nas provinciais, recolhia também impostos diretos e supervisionava as receitas e as despesas, incluindo o pagamento do exército e o custo da administração do domínio estatal. Eles eram numerosos e ricos no Egito. Com o tempo, os imperadores resolveram estender a cobrança de impostos sobre heranças, escravos libertados, leilões e sobre importações e exportações. A princípio, eram fiscais especiais e depois a tarefa passou a ser exercida por funcionário nomeados pelos imperadores.

Exército de soldados e funcionários

Com o tempo, o imperador viu-se não só à frente de um exército de soldados, mas também de funcionários nomeados, pagos e julgados por ele. Em épocas remotas, os postos mais altos pertenciam às classes equestres (vir egregius, ou vir perfectissimus), e as funções inferiores exercidas pelos libertos e escravos. O título de vir claríssimus era reservado aos senadores.

Os equestres recebiam entre 60 mil a 300 mil sestércios e podiam tornar-se  comandantes da guarda pretoriana (praefctus praetorio), ou governador do Egito, e até mesmo controlador do fornecimento de cereais (paefectus annonae). Podiam ainda comandar o corpo de bombeiros, ou servir como procuradores nas províncias.

Como pontifex máximo, o imperador era o chefe da região estatal, sendo venerado em todo o Império. No entanto, a vida religiosa de seus súditos não era afetada pelo Estado. Ele não tinha ligação direta com a administração da Justiça e com a codificação do Direito Civil ou Criminal. Essas funções eram dos tribunais locais, tanto na Itália como nas províncias. O Direito Romano e os códigos penais por vezes entravam, em conflito, especialmente na Grécia.

Como governador de muitas províncias, o imperador no papel de apelação, proferia sentenças nos casos mais importantes. Como chefe do exército, elaborava as principais regras do Direito Militar e, como chefe da administração financeira, fazia com que os procuradores elaborassem um esquema de relações legais.

O Direito Romano

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